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  • terça-feira, 25 de agosto de 2015

    Secretário de Saúde Fábio Gondim apresenta primeiras ações tomadas em sua gestão

    Medidas executadas nos 30 dias de trabalho foram apresentadas à Câmara Legislativa do Distrito Federal

    As principais medidas para melhorar a gestão da Secretaria de Saúde determinadas pelo titular da pasta, Fábio Gondim, nos primeiros 30 dias de trabalho, completados na segunda-feira (24), foram anunciadas hoje (25) à Comissão de Fiscalização, Governança, Transparência e Controle da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), presidida pelo deputado Distrital, Joe Valle. No encontro, também foi apresentado o Relatório de Atividade Quadrimestral de 2015 (RAQ).

    Gondim iniciou o discurso citando como relevante medida a ampliação da coleta de dados e atualização do sistema informatizado. “Um exemplo é o módulo para monitorar o lote e a validade de medicamentos, que foi ativado essa semana. O sistema também não está interligado com a dispensação. Por isso, as equipes trabalham desde sábado para fazer essa conexão, o que vai permitir o controle efetivo da distribuição dos remédios”, destacou Gondim.

    Uma das críticas feitas pela comissão foi quanto a discrepância dos valores gastos com folha de pessoal, investimentos e custos, que são divididos em 81%, 2% e 17%, respectivamente. “Depois que chegamos a uma despesa de pessoal de 81% não há como retroceder nesse valor. Não podemos reduzir o salário dos servidores. O que temos que fazer é trabalhar com os recursos, tentar aumentá-los e criar soluções”, defendeu o secretário de Saúde, ao elencar como uma das metas o aumento dos recursos oriundos de fontes federais por meio de emendas.
    Em resposta ao coordenador do Departamento Nacional de Auditoria do SUS, do Ministério da Saúde, Carlos Roberto Pires Dantas, sobre a baixa execução dos convênios, em que a secretaria recebe parte dos recursos para realizar projetos, Gondim esclareceu que já iniciou um levantamento para elevar a execução.
    “A partir de agora, vamos verificar o que é viável fazer e o que não é mais interessante. Vamos tentar negociar com o governo federal para utilizar essa verba em outros projetos que possam ser executados e melhorem a assistência, em vez de deixar o dinheiro parado”, disse.
    O secretário também citou como medida essencial a criação de um comitê gestor para verificar a legitimidade das demandas judicias para compra de medicamentos não padronizados, o que gera custos muito elevados. “Temos a judicialização, mas queremos que isso se torne a exceção, o que representará a melhoria do trabalho”, destacou o defensor público geral do DF, Ricardo Batista.
    O secretário destacou, ainda, a implantação de um protocolo de admissão e alta nos leitos das Unidades de Terapia Intensiva da rede. O objetivo da ação é contemplar, de forma mais rápida, os pacientes que necessitam deste suporte clínico. “Temos que racionalizar a ocupação dos leitos”, frisou
    RELATÓRIO – O Relatório de Atividade Quadrimestral de 2015 (RAQ) contém dados sobre as ações realizadas pela Secretaria de Saúde nos primeiros quatro meses deste ano. Sobre a participação nos repasses por fontes de recurso, 48,73% (R$2,173 bilhões) são oriundos do Governo de Brasília, 39,94% são do Fundo Constitucional do Distrito Federal (R$1,781 bilhões) e 11,05% (R$492 mil) são do Ministério da Saúde.
    Nos blocos de financiamento, divididos entre atenção básica, alta e média complexidade, assistência farmacêutica, vigilância em saúde, gestão do SUS e investimento, a execução orçamentária autorizada foi de R$ 508 milhões.

    No período analisado, estava disponível à população 4.544 leitos de internação e 400 vagas de UTI, sendo que, destes, cerca de 350 estão em funcionamento.

    Outro tópico do documento destaca, também, a divisão do Distrito Federal em sete macrorregiões, que tem o intuito de melhorar a gestão, uma vez que a partir do perfil traçado de cada área será possível especificar quais são suas principais necessidades.

    São elas: Oeste (Brazlândia e Ceilândia), Sudoeste (Recando das Emas, Samambaia, Taguatinga, Águas Claras e Vicente Pires); Sul (Gama e Santa Maria); Leste (Paranoá, Itapoã, Jardim Botânico e São Sebastião); Norte (Planaltina, Sobradinho e Fercal), Centro Norte (Asa Norte, Sudoeste, Octogonal, Cruzeiro, Lago Norte e Varjão) e Centro Sul (SIA, Guará, Candangolândia, Riacho Fundo, Núcleo Bandeirante, Lago Sul e Asa Sul).

    Também há dados sobre a distribuição de 4.786 médicos e 3.192 enfermeiros na rede. Do total de médicos, em um ranking decrescente, 760 atuam no Hospital de Base, 629 na região sudoeste e 559 no centro sul.  Do total de enfermeiros, 523 trabalham na região sudoeste, seguido pela parte sul (439) e administração central (420).

    “Houve uma melhora no relatório, que está se tornando um instrumento de gestão para tomar decisões importantes pela Secretaria de Sáúde”, avaliou o presidente da comissão, Joe Valle.


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     Ferreira

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