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  • terça-feira, 29 de setembro de 2015

    À QUEIMA-ROUPA: Marli Rodrigues, Presidente do SindSaude

    Marli Rodrigues, Presidente do SindSaude

    Acha correto o GDF usar recursos reservados à aposentadoria dos servidores para pagar despesas do dia a dia como salários?
    Não vejo problema desde que seja usado apenas o superavit do fundo previdenciário e que haja garantias de que os recursos sejam repostos, como estabelece o projeto em tramitação na Câmara. Alguém terá de recorrer a um empréstimo, o governo ou o servidor. Então que seja o governo.

    É um risco gastar esse dinheiro agora?
    Não existe risco em utilizar esse recurso hoje, uma vez que o Fundo Capitalizado já vem tendo uma situação de superavit há cinco anos.

    E a suspensão do reajuste? O sindicato prevê alguma mobilização?
    Claro que sim! Não admitimos o não cumprimento das leis e não conjugamos o verbo suspender. O governo tem que cumprir a lei, encontrar uma saída e pronto. 

    Como pagar o aumento dos salários se não há dinheiro em caixa nem mesmo para honrar a folha de pagamentos até o fim do ano?
    Os trabalhadores estão com o mesmo problema. Como pagar as contas que não param de subir sem um salário atualizado? Porém, a diferença entre os servidores e o governo é uma: o GDF possui uma espetacular equipe econômica e em nenhum momento deixou de arrecadar, seja com impostos, seja com o Fundo Constitucional.

    Fonte: Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” Correio Braziliense – Foto: Google/Reprodução

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