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  • quinta-feira, 24 de setembro de 2015

    Wagner Canhedo denuncia esquema na licitação de 2012 & Filippelli responde Canhedo

    Em depoimento à CPI, Wagner Canhedo denuncia esquema na licitação de 2012

    O empresário Wagner Canhedo Filho prestou depoimento à CPI do Transporte Público da Câmara Legislativa na manhã desta quinta-feira (24). Ele tinha concessões de ônibus, mas perdeu os contratos após a licitação de 2012, que renovou a frota.
    Durante a oitiva, ele garantiu aos deputados distritais que haveria um esquema entre o governo e o advogado Sacha Reck. “Só ganhou quem contratou o escritório do Sacha Reck, que trabalhava junto com a Secretaria de Transporte e com a Vice-Governadoria. Se soubesse que precisava contratar Reck, teria feito isso”, declarou Canhedo.
    O empresário e ex-senador Valmir Amaral, que também havia sido convidado, apresentou atestado médico para não comparecer. Em maio, ele sofreu um grave acidente de trânsito e ficou na UTI de um hospital de São Paulo. A mulher dele, Maria Lúcia Arantes, compareceu em seu lugar e reforçou o discurso de Canhedo.
    Na sessão desta quinta-feira, os distritais que compõem a CPI do Transporte deveriam votar a quebra de sigilo de acusados, mas o requerimento foi adiado. Os parlamentares também não analisaram a proposta de convocação do ex-vice-governador Tadeu Filippelli.

    Filippelli responde Canhedo



    O ex-vice governador do DF Tadeu Filippelli (PMDB) respondeu aos ataques do empresário Wagner Canhedo Filho feitos na Comissão Parlamentar de Inquérito do Transporte na manhã desta quinta-feira (24/9). O peemdebista disse não levar em consideração os ataques de alguém investigado pela Polícia Federal.
    A resposta, enviada à reportagem por meio de nota, é “não cabe fazer qualquer consideração à fala do empresário Wagner Canhedo Filho, que está sendo investigado pela Polícia Federal exatamente por criar empresas fantasmas para fraudar o fisco e para disputar a licitação do transporte coletivo do DF.”
    Canhedo acusou, durante o depoimento, a suposta existência de um esquema entre a Secretaria de Transporte, a Vice Governadoria do DF e o advogado Sacha Reck — acusado de trabalhar para a secretaria e para duas empresas concorrentes no certame simultaneamente — para poder vencer na polêmica licitação de R$ 7,8 bilhões que renovou o sistema de transporte público da capital federal.

    Por: Guilherme Pera – CB.Poder – Foto/Ilustração: Google-Blog

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