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  • terça-feira, 20 de outubro de 2015

    #CULTURA » Rollemberg preocupado visita EMB - Escola de Música de Brasília

                    Rollemberg assistiu a aulas de alunos: escola pede socorro

    Em visita à Escola de Música de Brasília, governador diz que instituição passará por reforma, mas não estipulou datas

    As péssimas condições estruturais da Escola de Música de Brasília (EMB) levaram o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) a fazer uma visita à instituição, ontem à tarde. O chefe do Executivo local prometeu melhorias nas instalações, mas evitou informar uma data para o início da reforma. Afirmou, porém, que as revitalizações do Centro de Dança, do Centro Cultural Renato Russo e do Museu de Arte de Brasília devem começar nos próximos dias e o próximo espaço da área cultural a ser recuperado será a EMB. Na chegada ao local, o socialista foi surpreendido por grevistas do Sindicato dos Professores (Sinpro), que não deram trégua ao governador e protestaram contra a suspensão dos reajustes salariais.

    Rollemberg percorreu toda a escola. Entrou nas salas durante as aulas, ouviu apresentação dos alunos e, de diversos professores, escutou reclamações. Em um dos casos, um docente avisou: “Alguns instrumentos estão estragados, mas vamos tocar uma música para o senhor”. O governador aproveitou para reiterar o apoio à EMB. “Quando fui senador, destinei emendas parlamentares para a escola. Ela é patrimônio da cidade. Queremos dar tratamento especial a esse local.” Um abaixo-assinado que circula pelas redes sociais pede providências do governador para salvar a escola.

    Além dos problemas estruturais, uma crise política ajuda a atrapalhar o clima dentro da instituição. O atual diretor, Ayrton Pisco, é alvo de críticas por mudanças na grade curricular e em outros procedimentos internos. Estudantes e professores chegaram a se organizar para pedir a exoneração de Pisco. Ele, no entanto, continua no cargo. E demonstra otimismo, apesar de reconhecer que os problemas são “crônicos”. “A questão estrutural é uma situação que se arrasta desde a fundação da escola, em 1974. Hoje, temos uma situação até mais confortável. Conseguimos, este ano, investir R$ 900 mil. Não é tanta coisa, mas, dentro do contexto do GDF, que não tem dinheiro nem para salários, é uma vitória. O GDF dá mostras de que não abre mão da educação, da cultura”, destacou.

    Os grevistas cobraram de Rollemberg uma solução para os aumentos salariais. Também pediram que o Palácio do Buriti dê mais atenção à EMB.

    Fonte: Matheus Teixeira – Correio Braziliense – Foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A.Press 

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