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  • terça-feira, 24 de novembro de 2015

    .Congresso Nacional vai analisar a liberação dos jogos, como bingos e cassinos

    Legalização dos bingos divide o DF
    Pressionado pelo governo, que está em busca de recursos para minimizar os efeitos da crise, o Congresso Nacional vai analisar a liberação dos jogos, como bingos e cassinos. Representantes do setor no Distrito Federal acompanham o debate com interesse. Segundo a Confederação dos Trabalhadores em Turismo, uma das principais defensoras da legalização dos jogos, a atividade gerava 8 mil empregos no DF — número que pode crescer expressivamente, se as casas de apostas conseguirem o aval do Congresso para reabrir as portas. “Antes, só havia bingos. Os deputados estão analisando a liberação até dos cassinos. Se isso acontecer, haverá a reabertura de muitas casas e a criação de novos empreendimentos, com a oferta de vagas de empregos estáveis e geração de impostos”, argumenta Moacyr Tesch, presidente da confederação.

    Resistência na segurança pública
    A Secretaria de Fazenda do DF ainda não tem estimativas de como cresceria a arrecadação, caso os jogos de azar fossem liberados. Mas essa atividade está sujeita à cobrança do Imposto sobre Serviços (ISS), uma das principais fontes tributárias do GDF. Contudo, existe uma preocupação de setores ligados à segurança pública. Quando os bingos funcionavam livremente na capital federal, a Polícia Civil do DF identificou a parceria entre empresários do segmento e o crime organizado. Vários proprietários de casas de apostas foram acusados de envolvimento em lavagem de dinheiro, contrabando e sonegação.

    Jogo em debate
    Na próxima quarta-feira, a Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados fará uma audiência pública para discutir a legalização dos jogos. O subsecretário de Turismo do Distrito Federal, Jaime Recena, será um dos participantes. Assim como já fez em outros eventos, Recena falará sobre a importância do debate sobre a regulamentação de atividades como jogos on-line. Sites de cassinos, roleta e pôquer, por exemplo, têm milhares de usuários brasileiros, mas a maioria está instalada em paraísos fiscais.


    Por: Ana Maria Campos -   Coluna “Eixo Capital” – Foto: Carlos Vieira/CB/D.A.Press - Correio Braziliense

    Um comentário:

    1. Finalmente parece que o Governo Federal está acordando para a realidade que impera em diversos países do mundo – cassinos, bingos, vídeo loterias e similares - liberados e legalizados.
      Devidamente legalizados e fiscalizados honestamente, deverão gerar empregos dignos, arrecadação de impostos e distribuição de prêmios complacente aos apostadores.
      Alegavam lavagem de dinheiro nesta atividade.
      Pelo que vemos e ouvimos na mídia, a corrupção está acontecendo em outros setores, ainda em fase de investigações.
      Sendo o Brasil um País laico, cada parte da sociedade que cuide seus interesses, sem interferências, como outrora ocorreu – Presidente Dutra decreta a ilegalidade dos ditos jogos de azar por interferência de sua mulher/religião.
      Na época causou desemprego generalizado aos funcionários dos cassinos e fornecedores, deixando o campo livre para a clandestinidade que vigora até hoje.
      PASSADAS ALGUMAS DÉCADAS, os bingos são reabertos – Lei Zico – e novamente proibidos pelo presidente Lula – através de medida Provisória - rejeitada pelo Congresso – mas a proibição é imposta pela Justiça – motivo alegado – Valdomiro Diniz recebendo propina. Um erra e milhares de empregos são perdidos e empresários honestos no prejuízo, bem como o próprio governo.

      Por acaso nos jogos que a monopolizadora da jogatina no Brasil – CEF – disponibiliza, podemos interagir com nossa inteligência nos resultados?
      E as trimanias, carnês do Baú e similares são o que?
      Como falei, parece que o “Gigante pela própria natureza” está acordando, nem que seja em razão da “crise”.
      Diversão com bom senso, passatempo para idosos, estanque na evasão de divisas para outros países, notadamente os de fronteira que só ganham com a nossa situação atual.
      Cada cidadão é livre e consciente para fazer uso de seu dinheiro da maneira que mais lhe convier.

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