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  • sexta-feira, 20 de novembro de 2015

    #FUTEBOL » O preço a pagar - Botafogo e do Flamengo no Mané Garrincha

    A torcida do Botafogo será a primeira a invadir o Mané Garrincha na rodada dupla do fim de semana. Chance de título na Série B deixa ingresso caro

    Ver o time do coração de pertinho no Mané Garrincha pode ser até 14 vezes mais caro do que o cobrado pelo seu clube nas exibições em casa. Vendas de mando de campo inflacionam bilhetes do Botafogo e do Flamengo

    O ingresso para assistir ao time do coração em Brasília pode sair até 14 vezes mais caro do que adquirir o bilhete para vê-lo jogar na cidade sede do clube. Prova disso é o preço cobrado para prestigiar o possível jogo do título do Botafogo na Série B, amanhã, contra o ABC-RN, no Mané Garrincha. No primeiro turno, o tíquete para a mesma partida, válida pela 18ª rodada, chegou a custar R$ 5 (meia) no Estádio Nilton Santos. O torcedor ficava atrás dos gols. Amanhã, mesmo com o desconto de 50% a estudantes e idosos, o acesso à arena da capital do país custará pelo menos R$ 70. A “inflação” para os rubro-negros é nenor.  Para dar uma força a Guerrero & Cia. no domingo, diante da Ponte Preta, pela Série A, os flamenguistas pagarão 2,5 vezes mais do que seria no Maracanã.

    Promotor de ABC x Botafogo, o ex-jogador Roni comprou o mando de campo do time potiguar. Apesar do preço diferenciado em relação ao cobrado no Rio, e até mesmo em Natal, ele argumenta. “O torcedor é passional. Ele vai economizar em outra coisa para ir ao jogo, porque não sabe quando terá a chance de ver isso de novo.”

    Neste caso, a oportunidade de presenciar o time carioca sagrar-se campeão da Série B inflacionou os preços em relação à primeira atuação da equipe nesta temporada no Mané Garrincha, em maio, contra o Atlético-GO. Ainda assim, no duelo válido pelo primeiro turno, o menor investimento do torcedor foi de R$ 60.

    Considerando proporcionalmente a quantidade de entradas vendidas pelos preços cobrados, o Botafogo arrecadou R$ 26, em média, por ingresso durante a campanha na Série B. Contra o Atlético-GO, no Mané Garrincha, o valor médio pago por bilhete subiu para R$ 47. Os números apontam que os botafoguenses residentes no Rio pagaram 25% menos do que os alvinegros que prestigiaram a equipe na capital federal. Para se ter uma ideia, a média mais alta do time atuando em território carioca pela categoria de acesso foi de R$ 34, diante do Santa Cruz.

    Ironicamente, o valor mais barato cobrado pelo Glorioso ao longo da Série B foi justamente contra o ABC, no primeiro turno. No Nilton Santos, os torcedores pagaram R$ 11, em média, por bilhete. Mandante da partida de amanhã, o ABC cobra preços alarmantes, se comparado ao de costume no Rio Grande do Norte. A meia-entrada contra o Botafogo, em Brasília, equivale ao ingresso mais caro cobrado pela equipe potiguar Natal: R$ 70.

    Flamengo
    Ao contrário da primeira passagem pela capital neste Brasileirão — em que chegou embalado pela sequência de vitórias e lotou o estádio com 67 mil pessoas —, o rubro-negro enfrentará a Ponte Preta com chance remota de entrar no G-4. Ainda assim, os preços para ver a equipe são os mesmos da partida contra o Coritiba: variam de R$ 50 a R$ 200.

    Na última passagem pelo Mané, o Flamengo cobrou R$ 59 em média pelo ingresso. No Maracanã, o bilhete mais acessível sai pela metade do preço comercializado em Brasília. Isso ocorre também devido à escassez de divisões dentro do Mané Garrincha. Além de arquibancadas superior e inferior, o Maracanã conta com setores norte, sul (atrás dos gols), leste e oeste (nas laterais do campo).

    PIB é argumento
    Promotor de ABC x Botafogo, o ex-jogador Roni trouxe três jogos para o Mané Garrincha neste ano, incluindo ABC x Botafogo. Entre os atrativos para tornar o negócio rentável, ele aponta a renda da cidade. “É a capital do país, que sabemos ter um poder aquisitivo melhor do que em relação a outros lugares e contar com muitos torcedores do Rio”, explica.  O empresário justifica que os altos preços dos ingressos são em função dos custos para trazer uma partida que, originalmente, seria realizada na cidade sede do clube. “São muitos impostos e temos de arcar com cachê e viagem dos clubes, borderô”, argumenta. Neste ano, porém, o GDF diminuiu a taxa de 15% para, no mínimo, 8%.

    Desembarques
    Na ansiedade de comemorar com os torcedores brasilienses a ascensão para a Série A e uma possível conquista do título da Série B, o Botafogo trará ao DF a Taça Brasil de 1968. Botafoguenses terão acesso ao troféu e a curiosidades da conquista amanhã, das 18h às 20h, no Só Drink’s, na 403 Norte. Hoje, logo após a chegada do time a Brasília, o atacante Luis Henrique distribuirá autógrafos na Loja Oficial do Botafogo, na 308 Sul, entre as 19h e 19h30. O acesso será gratuito.

    No domingo, o Fla pisa no Mané para enfrentar a Ponte Preta às 18h. Os jogadores desembarcam no Aeroporto Juscelino Kubitscheck amanhã, às 14h50.


    Por: Maíra Nunes – Foto: Carlos Moura – CB/D.A.Press – Correio Braziliense 

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