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  • quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

    2018: Marina quer ajuda de Rodrigo Rollemberg

    Marina quer ajuda de Rollemberg
    Em meio à crise política que atinge o governo de Dilma Rousseff e às suspeitas em torno do ex-presidente Lula, Marina Silva tem feito análises, em conversas com aliados, sobre as perspectivas para 2018. Com a Rede Sustentabilidade viabilizada, a ex-ministra do Meio Ambiente será candidata ao Palácio do Planalto e já tem um plano que envolve o Distrito Federal. Marina quer a ajuda do governador Rodrigo Rollemberg para convencer o comando nacional do PSB a mergulhar nesse projeto. O tempo de televisão do partido de Rollemberg é considerado fundamental pela equipe de Marina.
    Trunfo
    Como política é uma via de mão dupla, a eventual ajuda de Rodrigo Rollemberg a uma aliança nacional entre a Rede e o PSB significará o apoio de Marina Silva à sua candidatura à reeleição. Caso essa dobradinha não seja possível, o partido da ex-ministra do Meio Ambiente terá de lançar um representante na corrida ao Palácio do Buriti. O candidato será o deputado Chico Leite. Ainda falta muito chão até a sucessão da presidente Dilma Rousseff — caso a petista permaneça no poder até 2018, o que diante do cenário atual é uma incógnita —, mas Rollemberg terá de atuar nos bastidores desde já, de olho nesse projeto nacional.


    Mergulhado na crise
    Rodrigo Rollemberg esteve, neste ano, com os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula, manteve reuniões com a presidente Dilma Rousseff e participou do debate dos governadores em busca de apoio federal. Mas, atolado em problemas por falta de dinheiro, não teve condições de se dedicar aos debates nacionais como gostaria. A expectativa é de que em 2016 sobre mais tempo para esse mergulho nacional. 


    Contra revisão da meta fiscal
    O senador José Antônio Reguffe (PDT-DF) defendeu ontem na tribuna do Senado voto contrário ao projeto de Lei do Executivo, o PLN 5, que altera a meta fiscal do governo e permite que o governo feche o ano com um deficit primário de R$ 119,9 bilhões. “Um governo não pode gastar mais do que arrecada. No final, quem vai pagar a conta é o contribuinte no futuro”, afirmou.


    Fonte: Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” – Correio Braziliense – Fotos: Evaristo Sá - AFP - Google



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