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  • sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

    Liliane acredita que falta pouco para PPP do trem Brasília

    ANTT apresenta estudo e aponta custo de R$ 7 bi para transporte sobre trilhos. Recursos virão dos governos federal, estadual e distrital e da iniciativa privada

    A vice-presidente da Câmara legislativa, deputada distrital Liliane Roriz, participou, na tarde desta quinta-feira, 10 de dezembro, de reunião, juntamente com os governadores do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e de Goiás, Marconi Perillo, para tratarem do trem que ligará Brasília a Goiânia. No encontro, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Bastos, apresentou o estudo de viabilidade do empreendimento que custará cerca de R$ 7 bilhões e, baseado na análise, a execução do projeto se dará por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP).


    Grande entusiasta do projeto – que tem o ex-governador do DF, Joaquim Roriz como idealizador -, Liliane pediu ao diretor da ANTT agilidade para tirar o trem do papel. “O trem representa o desenvolvimento da região Centro-Oeste e será um grande benefício para a população dessas regiões”, ressalta a parlamentar que lembra a importância do transporte ferroviário como solução moderna para resolver o problema da mobilidade urbana. “Estamos atrasados em relação a outros países do mundo na questão do transporte sobre trilhos”, acredita. Os recursos virão dos governos federal, estadual e distrital e da iniciativa privada.

    Liliane lembra que ainda existem muitos passos a serem dados até que o trem Brasília-Goiânia saia, efetivamente, do papel, mas pondera que “esta é a metade do caminho”. “A reunião de hoje me deixou mais entusiasmada ainda. Falta pouco agora para que um edital seja lançado e uma PPP possa ser firmada para tornar o trem, que foi um sonho do meu pai, em realidade para os moradores e trabalhadores dessas cidades”, explica.

    O trem, além de transportar passageiros, também fará o transporte de cargas mais leves. Inicialmente, estavam previstos três pontos de embarque e desembarque: em Brasília, Anápolis e Goiânia. No entanto, a análise, contratada em maio de 2013 pela ANTT, mostrou a necessidade de outras duas paradas, devido à demanda — uma em Santo Antônio do Descoberto e outra em Águas Lindas, ambos municípios goianos.



    Fonte: Lívio di Araújo - Fotos: Thyago Arruda 

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