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  • sábado, 5 de dezembro de 2015

    #Sudoeste: Quadra 500 - Não!

    "Expansão prevê 22 prédios de apartamentos de seis andares- Sheyla Leal/ObritoNews/Fato- Online - Associação Parque Ecológico das Sucupiras é contra a decisão judicial que liberou a área de cerrado às margens do Eixo Monumental."

    Em boa hora, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios decidiu suspender o andamento dos processos de liberação das obras da Quadra 500 do Setor Sudoeste, onde está prevista a construção de 22 prédios residenciais, até que seja julgada ação direta de inconstitucionalidade de 2010. Para os moradores do bairro, essa foi a decisão acertada e que vem ao encontro do desejo da maioria dos habitantes, que temem que o adensamento da área prejudique a qualidade de vida das pessoas.

    Caso a atual proprietária do terreno, a Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários S/A, vença na Justiça, 5 mil habitantes e mais de 3 mil veículos vão ocupar aquela área, aumentando consideravelmente os problemas diários já existentes na região castigada pelo grande volume de tráfego, falta de estacionamentos, invasão de áreas verdes e outras dificuldades conhecidas pelos moradores de Brasília, como um todo.

    Para os urbanistas do Iphan e do Instituto Histórico e Geográfico, a construção da Quadra 500 fere o Plano Brasília Revisitada, elaborado por Lucio Costa, já que tal expansão não constava do projeto feito entre os anos 1985 e 1987. Ademais, os técnicos alertam para a destruição da última reserva de cerrado na área central da cidade, o que poderá acarretar também sérios problemas de drenagem da área.

    Toda a atenção voltada para a Câmara Legislativa que analisa a aprovação de medidas açodadas que trarão prejuízos para a cidade e lucros para os empreiteiros. Entre essas medidas, estão a venda de 32 valiosos terrenos pertencentes ao GDF, alterações nas poligonais do Parque Ecológico do Guará, além da desburocratização nas exigências do Relatório de Impacto de Trânsito.

    A venda desses ativos, a redução da área poligonal do parque e a redução nas exigências do RIT atendem, em última análise, a interesses imediatos de empreiteiros por lucro. Por outro lado, cobra da sociedade alto preço que se traduz na perda irreversível na qualidade de vida dos brasilienses, valor esse que será debitado da conta das futuras gerações.


    Por: Circe Cunha – Coluna”Visto, lido e ouvido” – Ari Cunha – Correio Braziliense – Foto/Ilustração: Blog – Google/ Sheyla Leal/ObritoNews/Fato- Online

    Um comentário:

    1. Nada melhor do quer Brasília se defendendo, com persistência e amor! Viva os brasilienses, lá de cima Dr. Lucio, feliz, agradece.

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