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  • sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

    #CARNAVAL » Vaquinha virtual para botar bloco na rua

    Criado em 1992, o Galinho se consolidou como uma das maiores agremiações do carnaval brasiliense


    "No começo, quando o Galinho era pequeno, tudo ficava mais fácil. Pegávamos o carro de som, juntávamos as pessoas e pronto! Depois, à medida que crescíamos, os recursos se tornaram mais escassos" (Romildo Jr, um dos fundadores do bloco)

    Às vésperas do carnaval, um dos mais tradicionais blocos da capital, o Galinho de Brasília, está sob o risco de se calar na folia deste ano.

    Diferentemente de festas anteriores, quando contava com apoio financeiro do GDF, em 2016, a agremiação corre contra o tempo a fim de encontrar uma saída para botar o seu frevo na rua.

    Assim, o bloco, que se declara sem patrocínio privado, lançou uma campanha convocando os brasilienses a participar de uma vaquinha virtual. Veja como ajudar no site https:,  https://www.vakinha.com.br/galinhodebrasilia2016 .

    Por meio do Facebook Galinho Oficial, os organizadores dizem que somente a colaboração dos amigos garantirá a apresentação no sábado e na segunda de carnaval. “O compartilhamento e o engajamento na campanha é fundamental para a saída do bloco. Estamos envidando todos os esforços para viabilizarmos o carnaval do Galinho”, descreve uma das publicações.

    À frente da mobilização, um dos fundadores do Galinho, Romildo Jr, conta que, desde a última vez que o GDF destinou recursos, em 2014, os desfiles aconteceram na base do improviso.

    “No começo, quando o Galinho era pequeno, tudo ficava mais fácil. Pegávamos o carro de som, juntávamos as pessoas e pronto! Depois, à medida em que crescíamos, os recursos se tornaram mais escassos”, queixa-se o dirigente.

    Segundo ele, o bloco que há pouco mais de duas décadas juntava apenas um punhado de amigos e familiares, atraiu cerca de 80 mil pessoas no carnaval passado.

    Com gastos que incluem orquestras, carros de som, passistas, alimentação, segurança e equipamentos de som, Romildo Jr. estima que algo em torno de R$ 50 mil seriam suficientes para bancar o carnaval da agremiação.

    Ao Correio, o secretário de Cultura, Guilherme Reis,  afirmou que, apesar de o GDF ter suspendido a verba dos blocos, o Galinho terá assegurada toda a estrutura solicitada para participar da festa.

    “O orçamento está de acordo com as necessidades de cada um dos 41 blocos oficiais, sejam tradicionais ou independentes. Para o Galinho, que tem, sim, patrocínio privado, serão garantidas três diárias de minitrio e duas, de trio convencional, além da disponibilização de banheiros. Ou seja, vamos apoiar o que nos foi demandado. E foi isso que o Galinho nos pediu”, justificou.

    De acordo com a diretoria de eventos da pasta, tal suporte será dado por empresas convocadas em edital de chamamento público, cujo resultado será conhecidos na próxima terça.

    Inspirado no Galo que faz a alegria nas madrugadas da folia do Recife (PE), o bloco xará que aliou raízes nordestinas à cultura candanga nasceu de forma despretensiosa na capital federal.

    Em 1992, um grupo de amigos pernambucanos radicados aqui desfilou pela primeira vez entre as quadras e entrequadras da 203/204 Sul.

    “Naquele ano, fizemos umas 120 camisetas para vender. Contratamos um carro de som e chamamos algumas pessoas para brincar.  Com o que sobrou do dinheiro compramos cervejas. Foi um sucesso e, desde então, não paramos mais”, lembra Romildo Jr..

    Em 2017, ocasião em que celebrará bodas de prata pelo 25º aniversário, o dirigente do Galinho, porém, espera ter um carnaval com menos dificuldades. “Vamos superar esse momento”, torce.


    Programação - Blocos

    17 de janeiro
    » Virgens da Asa  —  Norte Setor Bancário Norte

    23 de janeiro
    » Suvaco da Asa  —  Funarte

    30 de janeiro
    » Galo Cego  —  Setor Bancário Sul

    31 de janeiro a 15 de fevereiro
    » Praça dos Prazeres —   201 Norte

    31 de janeiro
    » Cafuçu do Cerrado  —  Setor Bancário Norte

    6 de fevereiro
    » Galinho  —  202 Sul
    » Ase Dudu/Mamãe Tagua  —   Taguatinga Praça do DI
    » Babydoll de Nylon —   Praça do Cruzeiro
    » Concentra Mais Não Sai  —   404/405 Norte

    7 de fevereiro
    » Pacotão  —  302 Norte
    » Raparigueiros  —  Eixão Sul
    » Baratona  —  Eixão Sul
    » Menino de Ceilândia  —  Ceilândia Centro
    » Agoniza, Mas Não Morre  —  209/210 Sul
    » Concentra Mais Não Sai  —  404/405 Norte
    » Baratinha   —  Parque da Cidade

    8 de fevereiro
    » Boneca Negra  —  CLN 410/411
    » Galinho   — 202 Sul
    » Ase Dudu/Mamãe Tagua   — Taguatinga (Praça do DI)
    » Aparelhinho  —  Setor Bancário Sul
    » Concentra mas não sai  —  404/405 Norte

    9 de fevereiro
    » Baratinha  —  Parque da Cidade
    » Pacotão  —  302 Norte
    » Raparigueiros/Baratona  —  Parque da Cidade
    » Meninos de Ceilândia  —  Ceilândia Centro
    » Bloco Santo Pecado  —  Orla Ponte JK
    » Calando Careca  —  408/409 Norte




    Fonte: »Alexandre Santos- Especial para o Correio Fotos: Bruno Peres/CB/D.A.Press – Correio Braziliense

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