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  • sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

    Unidade de Atenção à Dengue começa a funcionar em Brazlândia

    Na primeira manhã em funcionamento cerca de 50 pessoas foram atendidas
    Para garantir maior acesso da população aos serviços de saúde, começou a operar, nesta quinta-feira (11), a Unidade de Atenção à Dengue (UAD), localizada no Hospital Regional de Brazlândia (HRBz). Até o meio-dia, 50 pessoas receberam atendimento exclusivo para casos suspeitos de infecção pelo Aedes aegypti.
    No local, foram montadas três tendas especiais, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que pertence à Saúde de Brasília. Pacientes que chegarem ao hospital de Brazlândia com sintomas de dengue serão encaminhados à UAD, onde cinco médicos, quatro enfermeiros, além de técnicos em enfermagem prestam atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, com possibilidade de expansão para o fim de semana.
    A escolha de Brazlândia para receber a UAD foi estratégica, uma vez que o número de casos de dengue chegou a 301 na última semana e a unidade recebe grande demanda de moradores da Região Metropolitana. Diariamente, cerca de 250 pessoas são atendidas no pronto-socorro do hospital. Com o auxílio da unidade, a capacidade será duplicada.
    Moradora de Águas Lindas, Francisca das Chagas Alves, 60 anos, foi a primeira paciente atendida no novo espaço. A dona de casa conta que o atendimento foi rápido. "O serviço aqui está funcionando muito bem. Logo que cheguei ao hospital, fui triada e já vim para tenda receber os primeiros cuidados".
    Para o pedreiro Francisco José da Silva, 54 anos, o atendimento na nova unidade tem como principal ponto positivo a eficiência. Da triagem ao diagnóstico levam-se poucos minutos. "Aqui está bem melhor e tem vários médicos para nos receber. Cheguei e já fui medicado", disse.
    As tendas possuem sala de acolhimento, quatro consultórios e sala de observação com 10 leitos. No local, os pacientes podem ter acesso aos testes rápidos da dengue e ao exame de hemograma para casos que o médico necessite verificar com mais detalhes as condições clínicas. Além disso, também é fornecida a medicação, quando necessário.
    O secretário de Saúde, Fábio Gondim, acompanhou o início dos trabalhos e reforçou o compromisso de manter o Distrito Federal com baixos índices da doença.
    "Enquanto Goiás teve 2,4 mil casos para cada 100 mil habitantes em 2015, nós tivemos aproximadamente 300, ou seja, oito vezes menos. Estamos trabalhando intensamente para nos manter com esses índices menores do que o estado que nos cerca", enfatizou Gondim.
    Segundo ele, a partir da próxima semana outras unidades especiais semelhantes a essa – que possuem custo zero para a pasta – devem ser montadas em São Sebastião, que está em segundo lugar no ranking de maior número de casos. 


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