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  • terça-feira, 3 de maio de 2016

    RIO-2016 » A emoção de Joaquim Cruz -(O mais expressivo atleta brasiliense em Jogos Olímpicos-veio participar do revezamento e chamou o momento de mágico)

    Joaquim Cruz na Floresta Nacional, onde começou a carreira: "Espero que a chama inspire os jovens"

    Medalhista olímpico veio dos EUA para participar do revezamento e chamou o momento de mágico

    Omais expressivo atleta brasiliense em Jogos Olímpicos não quis ver a tocha olímpica pela televisão. Primeiro e único brasileiro a conquistar o ouro em uma prova de pista, em Los Angeles-1984, Joaquim Cruz conduzirá a chama por Taguatinga, hoje, por volta das 14h. Ele veio da Califórnia (EUA) — onde mora e integra o corpo técnico da seleção norte-americana paralímpica de atletismo — para fazer parte de um momento histórico da cidade e dele próprio.

    Joaquim Cruz nasceu em Taguatinga, em 12 de março de 1963. Passar com a tocha pelo trecho, porém, não foi escolha do ex-atleta. Por meio do instituto que leva o nome dele, sediado em Brasília, se voluntariou para conduzir a chama. No fim do ano passado, foi informado do trajeto selecionado para ele.

    “É uma honra muito grande para mim, um momento mágico. Há pouco mais de meio século, minha mãe me deu à luz no Hospital São Vicente, no centro de Taguatinga”, lembra o medalhista ao Correio. “Amanhã (hoje), a chama olímpica virá a Taguatinga pela primeira vez. Espero que ela inspire outros jovens a sonhar com o movimento olímpico.”

    Ontem, Joaquim Cruz esteve na Floresta Nacional de Brasília, onde começou a vida no atletismo. Quando ele deu as primeiras passadas na carreira, o local se chamava Proflora. “Hoje, tem esse nome chique”, brinca. Atualmente, o ex-atleta corre apenas para manter a forma, mas precisou se esforçar um pouco mais nas últimas semanas.

    Nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto, em agosto do ano passado, Joaquim Cruz foi guia da atleta norte-americana Ivonne Mosquera-Schimidt em duas provas (800m e 1.500m). Desde então, não pisou mais numa pista para competições oficiais. Ivonne, porém, ficou sem guia. Assim, o brasiliense e o marido da atleta, deficiente visual, tiveram de acompanhá-la nos treinos.

    Durante o revezamento, o medalhista olímpico deve andar durante 400m. Ele não quer correr ou “trotar”. “Farei esse trajeto em ritmo bem lento para demorar bastante. Quero curtir”, ri.

    Joaquim Cruz não havia recebido nenhuma orientação do Comitê Rio 2016 até ontem, mas acredita que terá uma conversa com a organização antes de receber a tocha. “Não quero quebrar nenhum protocolo, não é uma situação em que você faz o que quiser com a chama”, antecipa. “Será até um prazer seguir protocolo. É algo divertido, mas muito sério.”

    Os primeiros condutores
    *Fabiana (vôlei)
    *Artur Ávila Cordeiro de Melo (matemático)
    *Gabriel Medina (surfista)
    *Hanan Khaled Daqqah Hanan (criança síria)
    *Adriana Araújo (boxeadora)
    *Ângelo Assumpção (ginasta)
    *Paula Pequeno (vôlei)
    *Aurilene Vieira (diretora escolar)
    *Vanderlei Cordeiro de Lima (ex-maratonista)
    *Gabriel Hardy (caratê)


    Por: Vitor de Moraes – Foto: Edilson Rodrigues/CB/D.A.Press – Correio Braziliense

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