• INÍCIO
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
  • ANUNCIE NO BLOG
  • COMENTÁRIOS
  • MAPA DO BLOG
  • sexta-feira, 8 de julho de 2016

    Rosso trabalha para ser presidente da Câmara em consenso

    Cotado como nome forte para a presidência da Câmara dos Deputados com a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Rogério Rosso só vai se apresentar como interessado ao cargo se não houver disputa, ou seja, com o jogo já jogado nos bastidores.
    "Como a candidatura pode ser registrada até o último dia, horas antes de começar a votação, Rosso só entra para ganhar."
    É o estilo do deputado de Brasília. Foi assim quando virou governador, também em mandato tampão, durante nove meses, em 2010, depois da crise com a Operação Caixa de Pandora.
    Na ocasião, Rosso surgiu como uma surpresa e ganhou a eleição indireta na Câmara Legislativa, com o apoio de seu partido à época, o PMDB, liderado por Tadeu Filippelli, braço direito hoje do presidente em exercício Michel Temer.
    Com a estratégia de virar presidente em consenso, Rosso mede as palavras, como se percebe na entrevista concedida à coluna Eixo Capital.
    Você vai concorrer à presidência da Câmara dos Deputados?
    Não tenho absolutamente nenhuma pretensão nesse sentido. O momento é de apaziguar os ânimos da Câmara e buscar consensos em nome da estabilidade da Casa. Quero ajudar na união.

    Qual deve ser o perfil do deputado para assumir a Casa neste momento?
    Conciliador, previsível e que compreenda o difícil momento que o país vive.

    Estar na primeira legislatura atrapalha um possível consenso em torno de seu nome?
    Não tenho essa impressão.

    E o fato de ser visto como um aliado de Eduardo Cunha?
    Não sou aliado do Cunha. Não votei nele para presidente. Mas, como líder de quase 40 deputados, tenho a obrigação de ter uma relação institucional respeitosa com ele.

    Aliados da presidente Dilma veriam seu nome com desconfiança por ter presidido a comissão de impeachment?
    Apresentei um projeto proibindo que parlamentar presidente ou relator de comissão de impeachment assuma cargos no Poder Executivo. Porém, o Parlamento é independente e autônomo.

    Qual será a força do presidente Michel Temer nessa eleição para a presidência da Câmara?
    O presidente Temer tem uma relação muito respeitosa e republicana com o Congresso. Seguramente, ele vai respeitar a independência do Legislativo, como sempre fez.

    Ao renunciar à presidência da Câmara, Eduardo Cunha chorou. Ele foi injustiçado?
    Temos que respeitar a emoção e o sentimento do próximo. Não cabe a mim julgar absolutamente ninguém sobre seus sentimentos.

    E se o seu nome surgir como um consenso? Aceitaria?
    Acredito terem nomes mais preparados e experientes.

    Se você não for candidato, quem apoiará?
    Vamos primeiro aguardar os nomes e fazer uma avaliação.

    Fonte:Ana Maria Campos – CB.Poder – Correio Braziliense  

    Nenhum comentário:

    Postar um comentário

    imagem-logo
    © Blog do CHIQUINHO DORNAS 2012/2016 Todos os direitos reservados.