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  • quarta-feira, 7 de setembro de 2016

    Abertura da Virada do Cerrado movimenta Parque das Garças, no Lago Norte

    População participou da abertura da Virada do Cerrado 2016, no Parque das Garças, no Lago Norte, nesta quarta-feira (7). Local também recebeu programação de aniversário da região administrativa. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

    Atividade ocorre em sintonia com as comemorações do aniversário de 56 anos da região administrativa

    A Virada do Cerrado 2016 começou nesta quarta-feira (7), com a abertura durante as comemorações dos 56 anos do Lago Norte, no Parque das Garças — Setor de Habitações Individuais Norte, QI 15, Conjunto 9. Até as 17 horas, estão programadas apresentações culturais, feiras e práticas esportivas. A virada segue até domingo e tem na programação cerca de 500 atividades, em 28 regiões administrativas, com o objetivo de aproximar a população do tema sustentabilidade.

    A proposta é que o evento promova uma mudança na forma como a questão ambiental é vista pelos moradores do DF. “Aqui, o sentido é uma virada de consciência para ter cada vez mais pessoas se envolvendo [com o tema]”, define osecretário do Meio Ambiente, André Lima. Para isso, pensou-se em uma programaçãovariada. “Criamos eventos que misturam arte, cultura e lazer. São ações da população, do governo e da iniciativa privada”, afirma Lima. O investimento para a Virada do Cerrado é de R$ 500 mil, de acordo com o secretário.

    As atividades visam também à apropriação dos parques e das unidades de conservação pelos moradores, segundo o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann. “É um convite para as pessoas ocuparem o espaço público e conhecerem melhor a região em que vivem”, diz. Por isso, uma das oficinas previstas para a abertura é a de arte e educação ambiental do Ateliê Anjico. O projeto é feito nas imediações do Córrego do Urubu, entre o Lago Norte e o Varjão, na área rural conhecida como Serrinha do Paranoá. O público é formado por crianças com idade a partir dos 4 anos.
    Os trabalhos incluem colagens, pinturas e elaboração de maquetes com material reciclado, conforme explica a coordenadora da iniciativa, Mangala Bloch. “Levamos as crianças para as trilhas, no Córrego do Urubu, e produzimos o material a partir das impressões e das vivências delas”, detalha. O Ateliê Anjico atua desde 2008 na região.
    Projeto Águas para mapeamento e conservação das nascentes
    O envolvimento com a comunidade também é o mote do Projeto Águas, criado no ano passado, para mapeamento e conservação das nascentes na área da Serrinha do Paranoá. Entre as atividades desenvolvidas está o levantamento dos locais em que a água aflora na região. “Já identificamos 90 nascentes, trabalho feito com a população, que as descobre e envia as localizações, por meio de aplicativo de mensagens instantâneas, a um engenheiro ambiental na administração regional”, conta a coordenadora do projeto, Solange Sato.
    Também é feita a capacitação de moradores para a formação de uma brigada comunitária de combate a incêndios florestais. “Tentamos levar a educação ambiental para os agentes do futuro, as crianças, para que elas entendam a complexidade da discussão sobre a água”, defende Solange. O Projeto Águas inclui ainda a capacitação de educadores. “Muitos professores dão aula na área rural, mas não conheciam as cachoeiras e os córregos da Serrinha.”


    Galeria de Fotos:  ( goo.gl/m1CIwl  ) 










    Agência Brasília

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