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  • terça-feira, 6 de setembro de 2016

    #HABITAÇÃO » Plano de escolas no Itapoã Parque

    A proposta dispõe a construção de 12.112 apartamentos em terreno ao lado do Itapoã

    Após quatro anos de planejamento, as linhas arquitetônicas do Itapoã Parque ganharão forma. A proposta integra o programa Minha casa, minha vida e beneficiará cerca de 36.336 pessoas. A conjuntura decorre da Lei nº 5.707, sancionada ontem pelo GDF. O documento autoriza o Buriti a transferir uma área de 2,5 milhões de metros quadrados à Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) para a construção de um setor habitacional — o local é situado próximo à Estrada Parque Contorno (DF-001) e à DF-250. O plano é destinado aos inscritos nas faixas 1 e 2. A primeira compreende interessados com renda mensal até R$ 1.600, e a segunda, entre R$ 1.600,01 e R$ 3.275.

    A edificação dos 12.112 apartamentos, divididos em 757 prédios, ficará a cargo da JC Gontijo, empresa vencedora do edital de chamamento lançado em 2012. A construtora é responsável ainda por três escolas classe (EC); um centro de estudo infantil (CEI); um Centro de Referência em Assistência Social (Cras); e um Centro Especializado de Assistência Social (Creas). Antes do início das obras, previsto para 2017, porém, é necessária a obtenção de licenças ambientais, de arquitetura e de projeto.

    Os benefícios do projeto, segundo a diretora de produção da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), Júnia Federman, vão além da entrega de moradias à população carente. “Os residentes de locais próximos, principalmente da etapa consolidada do Itapoã, também serão agraciados. Os centros de ensino, por exemplo, estarão à disposição de todos”, explicou.

    Mais equipamentos
    O plano dispõe ainda de lotes para a construção de centros educacionais; centros de ensino médio; unidades de pronto atendimento (Upas); centro olímpico; corpo de bombeiros; centro de convivência para o idoso, entre outros. As edificações, no entanto, dependem da aprovação do governo, além da garantia de quadro de funcionários para integrá-las. Já a distribuição de áreas comerciais e industriais, fundamentais à plena operação do empreendimento habitacional, deverão ser precedidas por processos licitatórios descritos pela Terracap. Segundo a assessoria de comunicação do órgão, entretanto, ainda não há previsão para o lançamento do edital.

    Balanço de derrubadas
    A Agência de Fiscalização do DF (Agefis) publicou balanço sobre as ações de desocupação de invasão de terras públicas realizadas na cidade. Foram reintegradas 6.190.780m² de espaço público. Cerca de 4 milhões vieram de grandes operações e, em média, 1,3 milhão em ações de pronta resposta. De acordo com Amanda Gusmão, chefe da assessoria de comunicação, os principais pontos críticos estão em São Sebastião, Estrutural, Taguatinga, Lago Sul, Lago Norte, Brazlândia, Recanto das Emas e Gama. Desde semana passada, a Agefis liberou 178 mil metros quadrados só no Morro do Preá, em São Sebastião.


    Fonte: Ana Viriato – Especial para o Correio Braziliense – Foto: Breno Fortes/CB/D.A.Press 

    Um comentário:

    1. Pergunta: Se o governo amplia 12.100 moradias em uma cidade super precária em serviços públicos e urbanização, que não tem economia própria ou sistema de transporte minimamente eficaz, pode-se dizer que trata-se da estatização da favelização?
      Ampliar em tanto uma cidade sem prévios ajustes estruturais e sem um polo de desenvolvimento econômico é condenar os novos e os atuais habitantes da região a uma longa e grave degradação da qualidade de vida.

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