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  • quinta-feira, 22 de setembro de 2016

    #EDUCAÇÃO » Chance de estudar nos EUA

    "O contato com outras culturas é incrível. O mundo se encontra nos Estados Unidos, morei com americanos, chilenos e suíços. Convivi com pessoas de nações que antes nem havia ouvido falar" Marcela Del Rey, publicitária

    "No próximo sábado, representantes de 28 universidades americanas se reúnem em uma feira para orientar estudantes brasilienses que sonham em morar no exterior. Na ocasião, os interessados podem tirar dúvidas sobre cursos e custos"

    O sonho de estudar nos Estados Unidos se tornou realidade para mais de 23 mil brasileiros em 2015. A maior economia do mundo oferece, anualmente, vagas para cursos de inglês, graduação e pós-graduação nas mais diversas universidades ao redor do país. No próximo sábado, 28 delas estarão com representantes na 14ª edição da Feira EducationUSA, o maior evento do país sobre intercâmbio nos EUA.

    A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil espera que cerca de 8 mil pessoas passem pela feira, que ocorrerá no Centro de Eventos Brasil 21, entre as 11h e as 15h. Foi justamente em uma dessas feiras que a publicitária Marcela Del Rey, 21 anos, teve a orientação necessária para, no ano passado, embarcar para Santa Bárbara, cidade localizada na Califórnia, no oeste do país. Marcela passou sete meses por lá — seis deles estudando inglês, e outro em uma turnê pelas cidades que mais sonhava conhecer nos EUA. “Minhas irmãs tinham feito o ensino médio fora, mas minha mãe falava que eu não tinha maturidade suficiente para ir também. Quando entrei na faculdade, surgiu a oportunidade, e decidi trancar por um semestre para aproveitar”, conta.

    Dos 23.675 brasileiros que estudaram nos Estados Unidos no ano passado, 29% cursaram graduação;  17,4%, pós-graduação; 4,7% estiveram no período de trabalho, após a graduação; e 48,9% fizeram outros cursos, como de inglês e o Ciência sem Fronteiras. Marcela faz parte do grupo que foi para aperfeiçoar a língua. “Fiz curso por sete anos, mas não tinha confiança no meu inglês. Aqui, nós estudamos o idioma estrangeiro, mas não temos a oportunidade de praticá-lo diariamente. Por isso, é difícil aperfeiçoar. Só estudando e morando nos Estados Unidos, eu realmente consegui dominar o idioma”, relata

    A publicitária morou três meses em host family — casa de família que, por um valor previamente combinado, abre as portas para o visitante, servindo duas refeições por dia, um quarto e roupa lavada. Por querer mais privacidade, preferiu passar os outros quatro meses morando em um quarto de uma república estudantil. “O contato com outras culturas é incrível. O mundo se encontra nos Estados Unidos, morei com americanos, chilenos e suíços. Convivi com pessoas de nações que antes nem havia ouvido falar”, explica. O planejamento, antes de embarcar, durou cerca de um ano. Santa Bárbara foi escolhida pela mãe da jovem. “É uma cidade linda. Tinha medo de ir para o centro dos Estados Unidos, pois tinha ouvido falar que eram pessoas muito conservadoras. Mas, na Califórnia, não; lá tudo é bem livre e jovem. Eu me senti em casa.”

    Perfil
    A embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Liliana Ayalde, garante que os brasileiros estão entre os estrangeiros que os americanos mais gostam de receber. “São um povo muito alegre e inteligente. Sempre que converso com professores de universidades americanas, eles elogiam os brasileiros”, conta. Na feira do fim de semana, a embaixadora destaca a possibilidade de os interessados tomarem conhecimento de preços, bolsas e o melhor local para estudar. “Muitas vezes, as pessoas querem ir para universidades mais famosas, como Brown, Harvard e Yale, só que, às vezes, elas não são o perfil do estudante. Na feira, os orientadores vão conversar com os alunos, saber o que eles querem estudar, o tipo de cidade de que eles gostam e quanto eles podem pagar. Daí, podem direcionar para a escola mais adequada”, conta.

    O preço do intercâmbio costuma ser o maior empecilho para quem quer estudar fora. Cursos como o da publicitária Marcela Del Rey chegam a custar R$ 40 mil, que devem ser pagos antes de o aluno embarcar. Porém, existem cursos mais baratos, como o escolhido pelo estudante de odontologia Lucas Neris, 20, que foi para Washington quando tinha 15 anos. Na época, pagou US$ 900 por um curso de inglês para estrangeiros, de três meses, e ficou hospedado na casa do padrinho, o que diminuiu ainda mais os custos. “Foi algo de última hora. Comprei a passagem e, só chegando lá, fui escolher o curso. Foi a primeira vez que fiquei muito tempo longe da família e sinto que desenvolvi uma grande maturidade”, relata Lucas.

    Em 2015, houve aumento de 78,2% (veja gráfico) no número de brasileiros nos Estados Unidos, comparado a 2013. E, agora, com a queda no valor do dólar, a expectativa da embaixadora é que o número cresça ainda mais. “Nos últimos anos, nós reforçamos a divulgação, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos, para que mais brasileiros embarquem para lá e mais americanos venham para cá”, conta Liliana Ayalde. De acordo com a Embaixada, cerca de 4 mil americanos estão estudando no Brasil no momento.

    Programe-se - 14º edição da Feira EducationUSA - Quando: sábado, das 11h às 15h - Onde: Centro de Eventos Brasil 21 — SHS Quadra 6 (ao lado da Torre de TV) - Ingresso: gratuito, mediante inscrição pelo site ( http://educationusa.org.br/site/ )




    Fonte: Correio Braziliense 

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