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  • segunda-feira, 10 de outubro de 2016

    #Corumbá 4 está com 47% das obras concluídas

    Sistema Produtor Corumbá 4 atenderá 1,3 milhão de pessoas no Distrito Federal e em Goiás. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

    Com o novo sistema, o abastecimento de água em Brasília será reforçado, sobretudo em períodos de seca. Governo usa financiamento do Banco do Brasil na construção e em outras áreas de infraestrutura

    As obras das estações de captação e de tratamento de água do Sistema Produtor Corumbá 4 estão 47% concluídas. A expectativa é que a construção esteja pronta em 2017, e que em 2018 o reservatório abasteça 1,3 milhão de pessoas em residências do Distrito Federal e de Goiás. O empreendimento é uma parceria da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) com a Saneamento de Goiás (Saneago).

    Com o novo sistema, o abastecimento de água em Brasília estará reforçado inclusive durante o período de seca. O reservatório terá capacidade para tratar 2,8 metros cúbicos de água por segundo. Segundo o engenheiro e técnico em saneamento da Caesb Marcos Pessoa, a represa do Rio Descoberto, responsável por 65% do abastecimento do DF, tem vazão de 5,5 metros cúbicos por segundo.

    "Estimamos que em 2050 a população terá aumentado. Por isso, a ampliação (projetada) das estações chega a três vezes." - (Marcos Pessoa, engenheiro da Caesb)

    O engenheiro conta que a nova estação pode ser ampliada conforme a necessidade de abastecimento, podendo chegar a 8,4 metros cúbicos por segundo, o que elevaria a capacidade para cerca de 3 milhões de pessoas nas duas unidades da Federação. “Estimamos que em 2050 a população terá aumentado. Por isso, a ampliação (projetada) das estações chega a três vezes.”
    Cerca de 250 funcionários trabalham na construção de Corumbá 4. A parte estrutural já tem 60% das edificações concluídas. Para concluir o sistema, faltam as obras para redistribuição de água tratada para o DF e Goiás. No estado vizinho, o reservatório de Corumbá 4 deverá abastecer os municípios de Cidade Ocidental, Luziânia, Novo Gama e Valparaíso de Goiás.
    A construção de Corumbá está avaliada em R$ 275 milhões para o Distrito Federal. Para que seja concretizada, a obra conta com financiamento da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil.
    Financiamento do Banco do Brasil possibilita obras de cinco órgãos em Brasília
    Com empréstimo do Banco do Brasil, o governo de Brasília consegue dar andamento a várias obras de infraestrutura. O financiamento foi firmado em janeiro de 2015 e dois repasses do dinheiro foram feitos até agora. A primeira parcela, de R$ 260 milhões, ocorreu em março do ano passado, e a segunda, de R$ 190 milhões, em dezembro. Ainda falta a última parcela, de R$ 50 milhões, fechando o valor total em R$ 500 milhões.
    Os recursos têm sido usados para construções em execução pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab); pela Caesb; pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap); pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) e pela Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos.
    O dinheiro é recebido pela Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, que destina a cada órgão o valor necessário às obras de acordo com um cronograma. As etapas de liberação de recursos são chamadas de tranches. A primeira foi totalmente repassada e já teve a prestação de contas. A segunda tem sido liberada conforme o planejamento de execução.
    Da primeira parcela, de R$ 260 milhões, a Caesb recebeu R$ 43.472.379,90; o DER, R$ 28.758.051,74; a Codhab, R$ 26.060.840,31; a Novacap, R$ 146.046.463,81 e a Secretaria de Infraestrutura, R$ 15.662.264,24.

    Além de investir em Corumbá 4, a Caesb faz o sistema de esgotamento em Águas Lindas (GO). O recurso do financiamento também será usado para ampliação de esgotamento em São Sebastião e no Setor de Mansões Nova Colina, em Sobradinho. Na primeira tranche, a companhia recebeu R$ 43.472.379,90.
    A Codhab recebeu R$ 26.060.840,31, investidos em interceptor de esgoto sanitário no Paranoá Parque, em obras de infraestrutura de drenagem fluvial e de pavimentação asfáltica e em remanejamento de linhas de água e de esgoto na Expansão do Riacho Fundo II.
    Ainda houve obras de extensão de rede de energia elétrica no Varjão, em Samambaia e no Riacho Fundo. Outras obras também estão em execução pela companhia.
    As obras da Novacap ainda estão em execução. Com R$ 146.046.463,81 do primeiro repasse, a empresa pública desenvolve programas de asfaltamento, recuperação do viaduto sul da Rodoviária do Plano Piloto e complementação da drenagem pluvial de viaduto em Ceilândia, entre outros.
    A nova pavimentação viária foi o principal destino dos R$ 28.758.051,74 recebidos da primeira tranche pelo DER-DF. Em Brazlândia, 3,7 quilômetros foram asfaltados e ainda implementada a ciclovia, no trecho que dá acesso ao Núcleo Rural Padre Lúcio, próximo à divisa de Goiás. Em São Sebastião, 4,2 quilômetros de pista duplicada foram feitos com o serviço de sinalização.
    Governo começará a pagar o financiamento em janeiro de 2020
    Também na cota do DER estão incluídas pavimentação, terraplanagem, drenagem de áreas rurais e urbanas e sinalização nas vias nos 68,8 quilômetros que ligam Planaltina à Asa Norte. Os trechos também receberam terminais, estações de embarque e desembarque.
    Com o repasse de R$ 15.662.264,24, a Secretaria de Infraestrutura fez a pavimentação asfáltica, passeios e meios-fios em Ceilândia, no Plano Piloto e em Sobradinho. Também houve investimento para a via de acesso ao Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, no Paranoá; construção de estacionamento público, drenagem pluvial e paisagismo no Setor Bancário Norte; limpeza e assentamento de placas de concreto, alambrado e plantio de mudas na margem da BR-060 em Samambaia; construção de praça e calçada em Santa Maria.
    A segunda tranche não foi totalmente liberada. Segundo a Secretaria de Planejamento, a Caesb receberá R$ 41.291.297,44; a Codhab, R$ 21.937.159,79; o DER, R$ 55.896.916,68; a Novacap, R$ 53.384.626,09 e a Secretaria de Infraestrutura, R$ 17.515.000. Os órgãos deverão continuar investindo em infraestrutura para a capital. O governo de Brasília tem cinco anos para começar a pagar o financiamento do Banco do Brasil. A primeira parcela está prevista para janeiro de 2020.

    Galeria de Fotos:  (  goo.gl/jFcIfQ  )




    Agência Brasília

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