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  • sábado, 12 de novembro de 2016

    Fim da linha para Celina Leão - Câmara aprova honraria para pastor citado na Lava-Jato


    Fim da linha para Celina Leão
    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou ontem o recurso da deputada Celina Leão (PPS) e a manteve afastada da Presidência da Câmara Legislativa. O ministro Antônio Saldanha Palheiro negou a liminar que pedia a recondução da distrital à mesa diretora. O magistrado nem sequer analisou o mérito da questão, por não ver “ilegalidade flagrante” no processo. Palheiro preferiu deixar a decisão para a 6ª Turma do STJ. “É imprescindível minuciosa análise dos elementos de convicção juntados aos autos, o que ocorrerá por ocasião do julgamento definitivo”, justificou. A brecha poderia ser motivo de comemoração para Celina, mas a parlamentar tem muita pressa: seu mandato como presidente acaba em 31 de dezembro e, a esta altura do campeonato, é pouquíssimo provável que ela consiga retornar ao cargo até lá.

    Novos recurso
    O advogado de Celina Leão, Eduardo Toledo, acredita que houve “equívoco” na análise da liminar. Ele lembra que a defesa não pediu apenas o retorno da parlamentar à Mesa Diretora, mas apontou várias nulidades no processo — que não foram enfrentadas no STJ. “Questionamos inúmeras ilegalidades, que afrontam provimentos do CNJ e do Tribunal de Justiça do DF. Vamos recorrer a todas as instâncias”, explicou Toledo.

    Vitória do Buriti
    Politicamente, a decisão do STJ é uma vitória para o Palácio do Buriti. Esta semana, foi protocolado na Câmara Legislativa um pedido de impeachment do governador Rodrigo Rollemberg e cabe à presidência da Casa avaliar a admissibilidade do pedido. Havia temores de que Celina acatasse o pedido, caso retomasse o cargo. Ela nega essa possibilidade. “Jamais me aproveitaria de um momento político delicado como o que vivemos para isso”, garantiu a deputada à coluna.

    Sucessão pega fogo

    Se a disputa pela Presidência da Câmara Legislativa já estava quente, a decisão do STJ deve abrir uma guerra fratricida pelo cargo. O grande desafio da eleição será a escolha de um nome único da base aliada ao governador. Nos bastidores, há pelo menos quatro candidatos ligados ao GDF que esperam contar com o apoio do chefe do Executivo. Se Rollemberg não costurar com cuidado e com maestria essa negociação, a presidência cairá no colo da oposição e ele terá ainda mais dificuldades de lidar com a Câmara nos dois anos finais do mandato.

                                  Câmara aprova honraria para pastor citado na Lava-Jato
    A Câmara Legislativa aprovou a concessão do título de cidadão honorário ao pastor Samuel Cássio Ferreira. A honraria foi proposta pela distrital Sandra Faraj (SD) e a redação final do projeto foi publicada esta semana. O pastor foi investigado pela Operação Lava-Jato por suas ligações com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em setembro, o Supremo remeteu a notícia-crime à 13ª Vara Federal de Curitiba, comandada pelo juiz Sérgio Moro. O pastor e a Igreja Evangélica Assembleia de Deus entraram com um agravo regimental contra a decisão, mas, por unanimidade, o STF rejeitou o recurso.


    Por Helena Mader – Coluna “Eixo Capital” – Fotos: Carlos Vieira/CB/D.A.Press - Correio Braziliense

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