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  • quarta-feira, 23 de novembro de 2016

    Mulher encontrada com falso explosivo amarrado ao corpo é investigada


     

    Jaqueline Santos Dias e o marido possuem uma clínica médica no Gama e são suspeitos de se apresentarem como médicos ilegalmente


    A mulher de 42 anos encontrada com explosivos falsos amarrados no corpo na tarde de segunda-feira, no Gama está sendo investigada por suposta conduta ilegal da profissão. Jaqueline Santos Dias e o marido Renato Wester Siqueira Barbosa, de 43 anos, possuem uma clínica médica no Edifício Central, no Gama, e são suspeitos de se apresentarem como médicos ilegalmente.

    Em uma propaganda da clínica, o nome da mulher aparece como administradora e o de Renato como médico em radiologia e diagnóstico por imagem. Segundo o conselho Federal de Medicina, não há registro de Jaqueline no Cadastro Nacional dos Médicos.

    Um documento emitido pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) confirma que Renato exerceu a profissão, mas foi interditado judicialmente em 2014, em razão de alienação mental, esquizofrenia e Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

    Em reportagem exibida pelo DFTV, vizinhos da clínica confirmam que foram ao Ministério Público para pedir apuração do caso. Documentos obtidos pela TV Globo mostram que Renato Siqueira foi médico concursado da Secretaria de Saúde e recebe como aposentado R$ 17.660,32, por mês.

    De acordo com a Polícia Civil, as investigações prosseguem.

    Na segunda, o homem teria se apresentado como médico legista no local onde a mulher foi encontrada, na DF-180, próximo à Embrapa. Horas depois, em depoimento na 14ª Delegacia de Polícia (Gama), negou pertencer à corporação, mas ainda estava com o distintivo.

    A PCDF informou que o caso é tratado com “cautela” e que ainda não é possível dizer se houve falsa comunicação de crime. O casal não retornou às ligações do Metrópoles.

    Suposto seqüestro

    O Esquadrão de Bombas da Polícia Militar não encontrou explosivos amarrados ao corpo da mulher. De acordo com a corporação, os fios que envolviam o corpo da mulher não eram uma bomba.

    À PM, Jaqueline afirmou que, acompanhada de um motorista, havia deixado os filhos em uma escola no Setor Central do Gama. Ao sair da região, a dupla teria sido abordada por dois homens em um veículo. Os criminosos teriam dito que queriam apenas a mulher. Então, deixaram o motorista no local e seguiram com a vítima em direção à DF-180.

    A mulher contou ainda que os bandidos a amarraram com fita adesiva e disseram que a explodiriam. Depois de abandoná-la, eles fugiram. Um motorista que passava pelo local viu a ação e acionou a Polícia Militar. Ninguém foi preso.

    Fonte: Metróples

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