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  • quinta-feira, 3 de novembro de 2016

    #UnBOcupada

    Sob o pretexto de marcar posição contrária à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que limita as despesas primárias da União, os assim chamados estudantes, encabrestrados e abduzidos pelo o que ainda restou da esquerda populista e irresponsável que devastou o Brasil nos últimos anos, resolveram, por minoria irrisória e em assembleias armadas para esse propósito, paralisar totalmente o funcionamento da Universidade de Brasília, uma das maiores instituições públicas de ensino superior do país. A mobilização, que começou no início da semana, foi decidida por uma Comissão Eleitoral (cujo poderes se limitam à realização do processo eleitoral) por um quórum de 1.434 universitários presentes, na contramão do que determina algumas cláusulas contidas no próprio Estatuto do DCE, que estabelece um quórum mínimo de 1.458 estudantes.

    Com isso, 48.605 estudantes, muitos em fase de conclusão de curso, ficam impedidos de assistir  às aulas ou mesmo transitar livremente por algumas áreas da universidade que foram ocupadas e vigiadas por esses grupos. De acordo com o movimento intitulado Reação Universitária e que vem se posicionando contra a paralisação dos trabalhos na UnB, o próprio DCE, diante das repercussões negativas das ocupações, lavou as mãos, sob o argumento de que o movimento estudantil tem vida própria e independência legítima para agir. “O que vemos acontecer na Universidade de Brasília dizem os representantes do movimento contrário às paralisações é a imposição de uma agenda política de uma minoria raivosa que não pensa duas vezes em fazer o que for preciso — rasgar o Estatuto do DCE, constranger alunos e professores, adotar táticas de ação típicas de grupos nazifascistas — para que sua vontade prevaleça sobre toda a comunidade acadêmica. Para eles, os fins justificam os meios. Para eles, só o que importa é que se façam suas vontades, uma vez que vivem na perigosa ilusão de serem arautos da justiça social, paladinos progressistas, o que lhes confere superioridade moral que os coloca além do bem e do mal”.

    Por trás dessas minorias que agem para parar a universidade, está a União Nacional dos Estudantes (UNE), outrora autêntica e independente, mas que nos últimos 13 anos, graças à fartura de dinheiro público que irriga seus cofres, se transmutou em mais uma das muitas franjas do Partido dos Trabalhadores, assim como a CUT e o MST, caladas e obedientes.

    Fossem consultados os contribuintes que arcam com as despesas para manter em funcionamento esta e outras universidades públicas pelo país afora, com certeza as interrupções na vida acadêmica não seriam toleradas. Fosse pedido ainda a cada um desses nobres ocupantes que listassem numa folha branca os motivos que os levaram a decretar a paralisação da universidade, muitos, simplesmente, não preencheriam uma linha sequer, pois não saberiam escrever sobre o assunto, já que não se deram ao trabalho de pensar com inteligência e autonomia a respeito.


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    A frase que não foi pronunciada:
    “ Nossa ideologia é rir para não chorar.”
    (Grupo Mamonas Assassinas traduzindo a complacência do povo brasileiro.)

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    Agenda
    Atenção ex-alunos do Rosário. Grande encontro agendado para 10 de dezembro, entre as 16h e as 20h, lá mesmo. Camila Gomes organiza o encontrão no Centro Educacional Nossa Senhora do Rosário, fundado em 1959. “Todos juntos sempre!” é o lema levado para o WhatsApp e Facebook.




    Por: Circe Cunha – Coluna “Visto, lido e ouvido” – Ari Cunha – Correio Braziliense – Foto/Ilustração: Blog - Google

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