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  • segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

    PPCIF melhora articulação para combater fogo no cerrado

    Plano para 2017 inclui medidas de prevenção e melhoria na lei para punir quem provoca incêndios florestais voluntária ou involuntariamente. Planejamento começou cinco meses antes do costume

    (Brasília, 12/12/2016) – O Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Distrito Federal (PPCIF) melhora a articulação no governo para o combate ao fogo no Cerrado, e o governo quer avançar nas medidas de prevenção. Esta é a conclusão do 18º Fórum do PPCIF realizado na quarta-feira (7), segundo avaliação do chefe da Unidade Estratégica de Biodiversidade e Cerrado da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF), Leonel Generoso.

    Generoso destacou que a equipe do plano teve resultados concretos na melhoria da articulação dos atores de combate ao fogo na Área de Proteção Ambiental (APA) Gama Cabeça de Veado. Ali, forma-se um mosaico integrado por áreas do Jardim Botânico de Brasília (JBB), pela Reserva Ecológica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Fazenda Água Limpa (FAL-UnB).

    Um mosaico, segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), é a gestão conjunta das unidades de conservação próximas, justapostas ou sobrepostas. A equipe do PPCIF pretende reproduzir o sistema de ação em outros locais estratégicos do Distrito Federal, principalmente nas áreas que fazem parte da Reserva da Biosfera do Cerrado.

    Leonel ressalta que o PPCIF quer ampliar o trabalho de prevenção no sentido de auxiliar o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) na operação Verde Vivo — as ações durante o período da seca —, capacitando outras instituições para realizarem cursos para o primeiro combate e formarem brigadas voluntárias.

    O comandante do Grupamento de Proteção Ambiental (GPRAM), Glauber de La Fuente, reforçou, em sua exposição sobre a operação do Corpo de Bombeiros (CBMDF) em 2016, que a integração entre os órgãos promove uma resposta mais rápida das ocorrências de incêndio. O GPRAM é a unidade especializada responsável por conduzir as ações do CBMDF durante a Operação Verde Vivo.

    O oficial comemorou também a participação dos escoteiros durante o mutirão de conscientização realizado no Setor Park Way este ano. “A presença deles facilitou o relacionamento com os moradores até porque eles são muito engajados nos propósitos definidos naquela ação”.

    Crime
    O secretário de Meio Ambiente, André Lima, reafirmou a proposta de antecipar o planejamento, exatamente para assegurar o caráter preventivo das ações. O gestor disse que a Sema-DF está estudando o aperfeiçoamento da legislação para assegurar a punição de quem provoca incêndios florestais descuidada ou propositalmente.

    “Precisamos ter meia dúzia de casos de punição para dar exemplo e mostrar à sociedade que estamos tomando providência com quem põe fogo no cerrado”, pregou o secretário, durante o fórum. E voltou a defender a inclusão da Delegacia do Meio Ambiente (Dema), da Procuradoria do Meio Ambiente (Prodema) e o Ministério Público no PPCIF para definir ações que enfrentem esse problema.





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