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  • terça-feira, 24 de janeiro de 2017

    À QUEIMA-ROUPA: Rogério Rosso (PSD-DF)

    Enquanto a bancada do PSD fecha apoio à candidatura à reeleição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o deputado Rogério Rosso garante que continua sua campanha.

    Você é mesmo candidato à Presidência da Câmara?
    A bancada e o partido decidiram, no final do ano passado, ter uma candidatura à Presidência da Câmara e tive a honra de ser o escolhido. Continuo minha campanha apesar da atipicidade dessa eleição quando nos deparamos com uma candidatura à reeleição já judicializada no STF tendo em vista o parágrafo 4º do artigo 57 da Constituição Federal.

    Vai até o fim, mesmo sem o apoio do seu partido?
    O partido e a bancada são elementares nesse caso. Como líder do PSD, sempre trabalhei pelo consenso e pela união da bancada. 

    Seu partido está caminhando para o apoio a Rodrigo Maia...
    Caso o partido apóie o Maia, também tomarei minha decisão.

    Acha que o STF vai impedir a candidatura à reeleição do deputado Rodrigo Maia?
    Tenho confiança que o STF fará em tempo o devido controle constitucional que esse caso requer. Ter um presidente eleito subjudice não é o que o país nem a Câmara precisam agora. O momento é de segurança jurídica e de estabilidade institucional. A palavra está com o Supremo.

    Mesmo sem Rodrigo Maia, teria o deputado Jovair Arantes (PTB-GO... Você o apoiaria?
    Trabalho desde o início na busca de consenso para garantir a governabilidade, especialmente nesse ano onde importantes reformas e projetos serão debatidos no Legislativo.

    O apoio do governador Rodrigo Rollemberg a seu adversário, Rodrigo Maia, lhe incomodou?
    Sinceramente não. Todos são livres para se manifestar.

    Acha que o vice-governador Renato Santana, do seu partido, agiu corretamente ao condenar os reajustes de tarifas de ônibus?
    Renato fez o correto, pois se manifestou respeitosamente e democraticamente. No nosso governo, em 2010, os empresários do transporte pediram reajuste nas tarifas e uma grande greve foi deflagrada. Depois de muito estudarmos tecnicamente a respeito de custos incidentes sobre os itens que compõem a formação da tarifa no DF e mesmo com aquela tensão da greve, nossa decisão foi não aplicar absolutamente nenhum reajuste. E isso só foi possível pois tínhamos os números muito claros. O Renato acompanhou esse momento e sabe que qualquer reajuste precisa ser acompanhado de estudos técnicos pormenorizados e com o devido acompanhamento da sociedade.



    Por Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital “ – Foto: André Violatti/Es.CB/D.A.Press – Correio Braziliense

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