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  • terça-feira, 10 de janeiro de 2017

    Criação do Biotic impulsiona o setor tecnológico no DF

    Governador Rollemberg sanciona lei que cria o empreendimento na manhã desta terça-feira (10). Parque terá capacidade para abrigar 1,2 mil empresas. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

    "Governador sanciona lei que cria o empreendimento na manhã desta terça-feira (10). Parque terá capacidade para abrigar 1,2 mil empresas"

    Com foco em inovação, tecnologia da informação, biotecnologia e comunicação, foi criado oficialmente o Biotic — Parque Tecnológico, com capacidade para abrigar cerca de 1,2 mil empresas. O governador Rodrigo Rollemberg sancionou a lei de criação do empreendimento nesta terça-feira (10), no Salão Nobre do Palácio do Buriti.

    A expectativa é que sejam gerados mais de 25 mil empregos diretos com a instalação do parque. O local será gerido por um fundo de investimento e ocupará uma área de 1,2 milhão de metros quadrados, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) vai ceder o espaço, avaliado em cerca de R$ 1,4 bilhão.

    Principal empreendimento do governo de Brasília na área de ciência, tecnologia e inovação, o Biotic integra a lista de locais prioritários do Executivo local para firmar parcerias com a iniciativa privada. A expectativa é que investidores privados somem um aporte de R$ 1,6 bilhão.
    25 mil - Estimativa de empregos diretos a serem gerados no Parque Tecnológico

    A área foi fixada por lei em 2002. Já funcionam no local os centros de processamento de dados do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e uma subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB). Está em construção o edifício de Governança do Biotic. A sede abrigará o Fundo de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF).
    A concepção do Biotic foi elaborada pela Terracap em parceria com a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) e a Secretaria Adjunta de Ciência, Tecnologia e Inovação, da Casa Civil. A parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), fechada por meio da assinatura de um termo de cooperação, em outubro de 2016, ampliou o escopo do empreendimento – antes chamado de Capital Digital.
    O novo modelo do Parque Tecnológico agrega a biotecnologia ao projeto, que era centrado apenas na tecnologia da informação e comunicação.






    Agência Brasília

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