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  • sábado, 4 de fevereiro de 2017

    Juiz Sérgio Moro marca audiências de processo que envolve Sérgio Cabral e outros 6

        Sérgio Cabral está preso desde 17 de novembro (Foto: Rprodução/ RPC Curitiba)

    Primeiras oitivas, de testemunhas de acusação, serão em 7 e 9 de março. Defesas têm cinco dias para informar a Justiça se clientes comparecerão.

    As primeiras audiências do processo envolvendo o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, sua mulher, Adriana Anselmo, e outros cinco réus na Operação Lava Jato foram marcadas para os dias 7 e 9 de março pelo juiz federal Sérgio Moro, nesta sexta-feira (3).

    Os primeiros ouvidos serão as testemunhas de acusação - no dia 7, estão marcadas audiências de Alberto Quintães, Rogério Nora de Sá e de Clóvis Renato Peixoto, ligado à empreiteira Andrade Gutierrez; no dia 9, serão ouvidos o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e Tânia Fontenelle.

    A defesa dos réus tem prazo de cinco dias para informar à Justiça se desejam que seus clientes compareçam às audiências. Depois dos depoimentos de acusação, são ouvidas as testemunhas de defesa e, por último, os próprios réus.

    Ainda no despacho, Moro respondeu à alegação da defesa de Adriana Anselmo, que alegou inépcia da denúncia e falta de justa causa, dizendo que "essas questões já foram examinadas na decisão de recebimento, acima transcrita, e não há inépcia, nem falta de justa causa".

    Cabral réu
    Cabral virou réu na Justiça Federal do Paraná em 16 de dezembro do ano passado. Ele está preso desde 17 de novembro.

    Segundo o MPF, o grupo teve envolvimento no pagamento de vantagens indevidas a partir do contrato da Petrobras com o Consórcio Terraplanagem Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), formado pelas empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão.

    Sérgio Cabral, Wilson Carlos e Carlos Miranda, com a intermediação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, delator condenado pela Lava Jato, pediram e aceitaram promessa de vantagem indevida da Andrade Gutierrez, dizem os investigadores.



    Do G1 PR

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