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  • terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

    Operação Drácon pode demorar - Milhões em cartas (Correios) dos distritais

    Análise do afastamento de deputados pode demorar
    Mais de dois meses depois da denúncia da Operação Drácon, a Justiça ainda não decidiu se vai acatar ou não o pedido de afastamento dos deputados envolvidos, Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD), Júlio César (PRB), Raimundo Ribeiro (PPS) e Bispo Renato (PR). A expectativa entre integrantes do Ministério Público é de que o Conselho Especial decida se manterá os distritais no exercício do mandato no momento em que analisar o recebimento ou não da ação penal. Para levar à pauta de julgamento, falta ainda a intimação do ex-secretário-geral da Mesa Diretora Valério Neves. Ele, então, ainda terá um prazo para entregar a defesa prévia.

    Milhões de cartas dos distritais
    Você já recebeu uma correspondência em casa enviada por algum deputado distrital? Alguém está sendo destinatário de muitas cartas que partiram da Câmara Legislativa. Milhões, na verdade. Os parlamentares gastaram R$ 6.123.865,43 com os Correios nos últimos dois anos, segundo dados do Portal da Transparência da Câmara. Com esse montante, é possível despachar 5,3 milhões de cartas simples. Dá uma média de 220 mil por mês. A despesa é totalmente sem sentido, considerando-se que hoje 90% dos moradores do Distrito Federal têm telefone celular, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e as mensagens pela internet são muito mais fáceis e rápidas. Em 2015, o custo da Câmara com correspondência foi de R$ 2,9 milhões. No ano passado, subiu um pouco: atingiu R$ 3,1 milhões. O Portal da Transparência não disponibiliza os dados por deputado.
    Centrad, a incógnita
    Uma solução para o Centro Administrativo do DF é a maior incógnita do governo do DF. O consórcio formado pela Odebrecht e a Via Engenharia espera uma solução para o investimento realizado no complexo que pode chegar a R$ 1 bilhão. Por enquanto, não saiu nenhum centavo dos cofres públicos do DF. Mas de onde o GDF vai tirar esse dinheiro todo para ressarcir as empresas nessa PPP (Parceria Público-Privada)? As garantias do negócio não foram amarradas no momento da assinatura do contrato. Se o GDF pagar pelas obras realizadas, qual destinação dará aos prédios?


    Por Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital’ – Fotos:Breno Fortes/CB/D.A.Press – Minervino Junior/CB/D.A.Press – CorreioBraziliense 

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