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  • quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

    Voltando ao futuro - "Em 2017, não faltarão problemas de toda ordem para o #GDF administrar. "

    Em 2017, não faltarão problemas de toda ordem para o GDF administrar. A maioria das adversidades é composta por questões antigas e graves que necessitarão de soluções urgentes, bem equacionadas, para que resolvam, de fato e de modo definitivo, as muitas mazelas vividas pela capital.

    Este será ano decisivo tanto para o bem de Brasília quanto para o futuro político de Rollemberg: 2018 será ano de eleições, em que as atenções dos políticos, de modo geral, estarão fixadas nos eleitores e nas campanhas, cada vez mais caras e menos financiadas pelos habituais apoiadores. Portanto, tudo o que tiver de se consertar e executar deverá ser feito este ano.

    Com 812 mil votos em 2014, Rollemberg se tornou o governador do Distrito Federal, herdando, além do cargo pomposo, uma das maiores heranças malditas que um político pode receber do antecessor. Tivesse ele noção exata do que viria pela frente, talvez tivesse resistido às tentações do ego e recuado a tempo, optando por missões bem menos espinhentas, como o Congresso, que ele conhece bem. Agora que entrou no barco furado do Buriti, em meio a um oceano turbulento, não dá mais para largar o leme e tem de seguir em frente, mesmo com a expectativa de naufrágio.

    Tendo de enfrentar uma Câmara Legislativa nitidamente fisiológica e cada vez mais hostil ao Executivo, o GDF sabe que, com cofres esvaziados por incúrias e crimes do passado, não terá como recompor os salários de um quadro de servidores inchado, desprestigiado e, portanto, presa fácil dos sindicatos órfãos.

    No penúltimo ano de governo, também a população já teve tempo de constatar o caos absoluto que tomou conta do sistema de saúde pública de Brasília. Nesta altura dos acontecimentos, os brasilienses puderam perceber que o melhor que se pode fazer para evitar a violência é ficar trancado quietinho dentro de casa, rezando para que nenhum bandido venha invadi-la.

    Com a alta nos índices de desemprego, com a iminência do colapso no abastecimento de água e a certeza de que o falido governo federal nada pode fazer para socorrer Brasília, a cidade assiste hoje à maior crise política, administrativa, econômica e social de toda sua curta história. Com a situação nesse crescendo de gravidade, quem sabe nas próximas eleições os brasilienses não elejam um candidato do tipo milagreiro, como fez a antiga e hoje decadente capital do Brasil, Rio de Janeiro, que elegeu não um padre, mas um bispo.

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    A frase que foi pronunciada
    “Meu coração balança um samba de tamborim movido a gaita de fole, que canta por mais uma mudança daquelas de encher a alma de fé, como foram outras várias que este país me proporcionou e nos proporciona a viver.”(Do escocês Barry Wolf, advogado internacional criminologista e sócio-fundador da Wolf Associates Anti-Corruption Advisers)

    Do Bem
    »O professor Nagib Nassar conseguiu desenvolver a mandioca quimera UnB703. Vinte quilos por planta. Duas coisas importam ao mestre: levar a instituição UnB para o mundo e acabar com a fome.

    Fica a dica
    »Fernando, nosso leitor, explica em carta enviada para quem viu Brasília nascer e, por isso, entenderia melhor a ideia. Muito menos gasto com placas de metal destruídas por tiros, pichações ou mesmo roubadas, as placas de concreto coloridas com  as mesmas cores que as antigas funcionam muito melhor e permanecem preservadas por mais tempo.


    Por Circe Cunha – Coluna “Visto, lido e ouvido – Ari Cunha – Correio Braziliense – Foto: Andréa Feijó - Ilustração: Blog - Google

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