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  • domingo, 5 de março de 2017

    À QUEIMA-ROUPA: Marcelo Dourado Presidente do Metrô-DF

    Marcelo Dourado - Presidente do Metrô-DF e um dos aliados mais antigos do governador Rodrigo Rollemberg

    Depois de dois anos de governo Rollemberg, Brasília está melhor?
    Está melhor. É só você perceber quem são os chamados pré-candidatos para 2018. Eu conheço o governador há mais de 30 anos, estudamos juntos na UnB, e digo que ele tem uma coisa que é irrefutável: a questão ética, a probidade. Isso nenhum que se apresenta como pretenso pré-candidato tem como o Rodrigo.

    O fato de enfrentar problemas, como falta de recursos, críticas e dificuldades políticas, mas ter uma biografia limpa, vai ajudar na campanha para a reeleição?
    Isso é uma questão importante. Mas a questão financeira e orçamentária é também muito importante. O país passou por transformações, passou por mudanças muito sérias e isso impactou no orçamento do Distrito Federal. Essa história da herança não é ficção. É a pura verdade e agora o Rodrigo conseguiu fechar a questão orçamentária e acho que 2017 e 2018 serão anos de investimentos, de realizações, com os recursos do DF e do governo federal. Parcerias se aproximam no horizonte.

    Qual vai ser a marca do governo Rollemberg no fim de 2018?
    Primeiro, o compromisso com a verdade. Isso que é fundamental. Verdade com a população em relação a todas as crises pelas quais o governo já passou. Crise hídrica, a questão da saúde. O Rodrigo encara tudo isso com muita transparência, o que não acontecia nos governos anteriores.

    Com tantos problemas, acha que Rollemberg tem um sofrimento pessoal ao governar o DF?
    Agora, vou falar do Rodrigo como amigo, como pessoa física. Percebo que ele envelheceu muito nos últimos dois anos. Isso consome as pessoas. Ele está tentando fazer o melhor para a cidade. Ele tem uma relação muito forte de amor com Brasília. Acredito que ele é competente. Eu sou muito otimista. Vejo que ele está fazendo o que é possível na questão da saúde, da segurança, da educação e da mobilidade. A gente vai ter boas notícias em relação à mobilidade em breve.

    O que acha que atrapalha a gestão dele?
    A questão política ainda é que talvez a gente tenha velhos e novos políticos que fazem a velha política e que não entenderam que a questão do combate à corrupção e a transparência são sine qua non para se exercer qualquer cargo público e ter um compromisso sério com a população, sem proselitismo.

    E no Metrô, você enfrenta esse tipo de problema também?
    Hoje no Metrô eu tenho a união dos servidores de carreira que são pessoas sérias, comprometidas com o fortalecimento da empresa e a gente está fazendo uma série de ações que vão impactar para a população. São projetos de Estado, e não de governo. Isso é fundamental.

    Você tem expectativa de que neste governo saia a ampliação do Metrô?
    Acredito que isso vai acontecer. A modernização já está acontecendo. E a expansão, em parceria com o governo federal, tem grandes chances de acontecer também, a expansão do Metrô para a Asa Norte, para Samambaia e para Ceilândia.



    Por Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” –Foto: Adalberto Marques-Divulgação - Correio Braziliense 
      

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