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  • domingo, 23 de abril de 2017

    João de Deus e os 2 Franciscos


    *Por Ana Dubeux

    Antes de começar nossa conversa deste domingo, vai lá no canal do Correio no YouTube ou entra no nosso site e clica no vídeo do Chiquinho do Cedoc. (veja os vídeos) Para ser mais exata: Chico Lima Filho, há três décadas neste jornal, deu um depoimento sobre suas lembranças cuidando das memórias de Brasília, impressas no Correio Braziliense, para celebrar este aniversário conjunto de 57 anos. Por que eu acho que você deve assistir? Porque é bom se emocionar. E Chiquinho emociona, o Correio emociona e Brasília emociona.
    Brasília é uma cidade que, como todas as outras, faz parte da história de muita gente. Mas tem uma peculiaridade: jovem que é, muita gente é protagonista da história de Brasília. Herdeiros de mestres, como Juscelino Kubitschek, Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Lucio Costa, são pioneiros, empreendedores, artistas, intelectuais, servidores públicos, profissionais, jovens e crianças que assumiram o sonho de transformar uma capital inventada em realidade. A cada dia, escrevem um capítulo da cidade que alcançou tamanho e problemas de metrópole.

    Como contemporâneo, nascido na mesma data, o Correio ajuda nessa biografia. Conta a trajetória das pessoas, mostra as novidades, resgata o passado e eterniza nas páginas e na web a história da capital. Nosso Chiquinho do Cedoc é testemunha e protagonista dessa simbiose. Acompanhou e arquivou cada momento importante. Recuperou e ainda recupera, a pedido de tantos leitores e da redação, cada pedacinho de notícia de gente, de cerrado, de passado, de presente.

    É preciso ter orgulho de ser guardião de Brasília. O Correio tem. Tenho certeza disso a cada aniversário da cidade e do jornal, quando renovamos um compromisso. Cada suplemento especial e cada homenagem feita à capital é também um reconhecimento. Na quinta-feira, em conversa com o médium João de Deus, ele lembrou a importância do Correio para Brasília e para tantos que daqui tiram sustento e inspiração. Ele mesmo se diz grato. “Devo muito do que sou ao Correio”, repete sempre que pode. Ao lado de outro Francisco, o Severino, fomos a Abadiânia – eu, o fotógrafo Ed Alves e o motorista Romualdo Dourado – ouvir o médium falar sobre Deus, o perdão, a morte, Sérgio Moro e o amor pela capital. “Brasília é a pátria do evangelho”, disse John of God, como é conhecido internacionalmente. Severino Francisco, mestre dos mestres na arte de contar histórias sobre a capital e defensor ardoroso do Correio, saiu de lá encantado.

    Severino Francisco sempre disse que o jornal e a capital são parceiros na convivência, na posição de vanguarda, companheiros de uma mesma missão: salvaguardar o pioneirismo, preservar o título de patrimônio, eternizar a importância dessa epopeia que foi a construção de Brasília. Vida longa à capital! E que sempre possamos ser testemunhas desse sucesso.


    (*) Ana Dubeux – Editora Chefe do Correio Braziliense

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