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  • sexta-feira, 2 de junho de 2017

    A verdade sempre prevalece, os esclarecimentos...

    A verdade:
    Nos últimos dias parcela da imprensa divulgou que o Governador Rodrigo Rollemberg teria recebido propina em forma de doação do grupo JBS para a campanha eleitoral de 2014. 

    Não é verdade.
    As doações no valor total de R$ 950.000,00 foram legalmente registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conforme determina a lei, de forma transparente, uma delas para o PSB do Distrito Federal (R$ 500.000,00) e a outra diretamente para o comitê de campanha do então candidato Rodrigo Rollemberg (R$ 450.000,00).

    Parte da doação de R$ 500.000,00 da JBS para o partido, no valor exato de R$ 402.831,70, foi utilizada para pagar despesas da campanha do candidato, o que é absolutamente legal e dentro das regras, sem qualquer irregularidade. Foram pagas 40 despesas de campanha, com valores variáveis, todas legitimadas com recibos eleitorais. O restante ficou com o partido para outras despesas, exatos R$ 97.168,30. 

    Não se tratam, como informaram equivocadamente vários veículos - por desinformação ou por má fé - de cerca de quatro dezenas de contribuições e sim o pagamento de despesas regularmente registradas como determina a lei.

    Portanto, as duas doações da JBS cumpriram todos os ditames da legislação eleitoral e não se respaldaram em qualquer hipótese de contrapartida futura.

    Muito pelo contrário! 
    O grupo pleiteou junto ao Governador de Brasília um regime especial tributário para comercialização de produtos de carne no Distrito Federal, sem a instalação de uma unidade fabril, o que foi recusado pelo Governo.

    Além disso, a JBS teve sua inscrição fiscal suspensa no Distrito Federal após o encerramento de atividades em 2015.

    Atualmente, o grupo fornece insumos para a merenda escolar por ter sido vencedora de uma licitação em 2014, prorrogada em 2015, cuja venda se dá a partir de outro Estado. 

    Importante registrar que o contrato vence em julho próximo e não será renovado porque foi realizado um novo pregão no ano passado e a empresa não foi contemplada. Venceu o certame empresa local e o resultado foi publicado no Diário Oficial do dia 17 de outubro de 2016.

    Portanto, os fatos falam por si só.
    As doações foram legais, registradas no TSE com o demonstrativo de pagamento de despesas de campanha e o grupo JBS não recebeu qualquer benefício ou incentivo fiscal de qualquer ordem.


    Marcos Dantas - (PSB)


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