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"Eu vi as muralhas da soberba Babilônia onde podem correr as bigas, a estátua de Zeus no Olimpo, os Jardins suspensos, o Colosso de Hélios, o enorme trabalho das altas pirâmides, a opulenta tumba de Mausolo; mas quando vi o templo de Ártemis, que se lança até as nuvens, todo o resto foi eclipsado, e eu disse: a par do sublime Olimpo, do olho de Hélios, jamais vi coisa parecida.” Nesse trecho de um poema do século 2a.C., o grego Antipater de Sidon relacionou sete construções consideradas as maiores obras-primas construídas pela humanidade.
Passados mais de 2 mil anos, quando a população mundial chega aos 7 bilhões, uma nova lista começa a ser elaborada: a das sete cidades maravilhosas. Construída por meio de votação pela internet, a seleção está na segunda fase, com quatro centros urbanos brasileiros no páreo: Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador.
A iniciativa é da mesma fundação que organizou concursos semelhantes para eleger as Sete Novas Maravilhas da Humanidade, em 2007, e as Sete Maravilhas da Natureza, em 2010. A primeira votação terminou com a inclusão do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ao lado de monumentos como a Grande Muralha da China e o Coliseu, na Itália.
O Brasil voltou a emplacar duas de suas belezas na lista seguinte: as Cataratas do Iguaçu, na fronteira com a Argentina, e a Floresta Amazônica. Agora, no terceiro concurso promovido pela organização 7NewWonders, com sede na Europa, é a vez de homenagear os centros urbanos, que desde 2007 abrigam a maior parte da população mundial. (Max Millliano Melo-CB)
"Eu vi as muralhas da soberba Babilônia onde podem correr as bigas, a estátua de Zeus no Olimpo, os Jardins suspensos, o Colosso de Hélios, o enorme trabalho das altas pirâmides, a opulenta tumba de Mausolo; mas quando vi o templo de Ártemis, que se lança até as nuvens, todo o resto foi eclipsado, e eu disse: a par do sublime Olimpo, do olho de Hélios, jamais vi coisa parecida.” Nesse trecho de um poema do século 2a.C., o grego Antipater de Sidon relacionou sete construções consideradas as maiores obras-primas construídas pela humanidade.
Passados mais de 2 mil anos, quando a população mundial chega aos 7 bilhões, uma nova lista começa a ser elaborada: a das sete cidades maravilhosas. Construída por meio de votação pela internet, a seleção está na segunda fase, com quatro centros urbanos brasileiros no páreo: Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador.
A iniciativa é da mesma fundação que organizou concursos semelhantes para eleger as Sete Novas Maravilhas da Humanidade, em 2007, e as Sete Maravilhas da Natureza, em 2010. A primeira votação terminou com a inclusão do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ao lado de monumentos como a Grande Muralha da China e o Coliseu, na Itália.
O Brasil voltou a emplacar duas de suas belezas na lista seguinte: as Cataratas do Iguaçu, na fronteira com a Argentina, e a Floresta Amazônica. Agora, no terceiro concurso promovido pela organização 7NewWonders, com sede na Europa, é a vez de homenagear os centros urbanos, que desde 2007 abrigam a maior parte da população mundial. (Max Millliano Melo-CB)
O que está acontecendo com o Distrito Federal tem se tornado uma pergunta a cada dia mais difícil de ser respondida. O governo local tem divulgado a todo momento uma nova ação, projeto ou lei que deixa a população perplexa pela complexidade de seus conteúdos, velocidade e superficialidade das decisões: Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCUB) que traz alterações na área tombada, Lei de Uso e Ocupação para o DF (LUOS) que complementa o polêmico PDOT, a PPP do Lixo para 30 anos, Licitação para o Transporte Público para 20 anos, Consultoria de Cingapura para planejar a industrialização do DF até 2060, por enquanto.
Há uma lógica comum a todas essas ações do governo: contratação da iniciativa privada a longuíssimo prazo ou para projetos altamente impactantes, execução simultânea de todas essas iniciativas, cronogramas de execução urgentes, discussões com pouca divulgação em audiências públicas meramente consultivas e sem qualquer compromisso de efetivamente explicar os fatos, tampouco acatar as opiniões da população. Por fim algumas das iniciativas se transformarão em leis, por meio de uma rápida aprovação na Câmara Legislativa do DF.
O que se percebe é PRESSA, acima de qualquer coisa. Acima inclusive, e principalmente, da importância de Brasília enquanto Patrimônio Cultural da Humanidade e do DF enquanto unidade diferenciada da federação que abriga a capital da República. São a pressa e os cronogramas pré-estabelecidos a portas fechadas que importam, custem o que custar.
Com contratos de longuíssimo prazo tecnicamente questionáveis qual será a margem de manobra para os próximos governos do DF? Com legislações e projetos que alteram profundamente a realidade do DF (Consultoria Cingapura), a ocupação da área tombada (PPCUB) e das demais cidades do DF (LUOS) o que podemos esperar para o futuro em novas gestões? Trata-se de um projeto para “empacotar” o DF e entregá-lo de bandeja para quem?
Um resumo do que estamos vivendo pode ser lido na excelente matéria de Chico Santana:
O movimento Urbanistas por Brasília a partir de agora faz parte de um esforço maior de conscientização da população para que as verdades sobre o DF venham a tona: o
Movimento em Defesa de Brasília.
O esforço de congregar ONGs, movimentos sociais e cidadãos em geral pela defesa de Brasília e do DF busca a correção dos rumos das políticas públicas e decisões para que sejam feitos visando unicamente o interesse público e com o mínimo de qualidade e cautela que um Patrimônio Cultural da Humanidade e uma unidade da federação diferenciada exigem.
Precisamos juntos mostrar que as decisões para Brasília e para o DF devem refletir os desejos de seus filhos e moradores, privilegiando o interesse público e o bem-estar coletivo, e não refletir os interesses de assédios e interferências constantes nas decisões de governo por meio de contratos milionários de longo prazo.
No próximo post vamos discutir de forma resumida o que cada uma das ações do GDF está propondo e as críticas que indicam a paralisação de todos esses processos.



Sem duvida, gostei da brilhante IDÉIA que a OAB DF propos. Um plebiscito. Da forma que o tombamento fora IMPOSTO por um governador biônico, durante a ditadura militar sem participação POPULAR, fora uma afronta a constituição. Com o plebiscito, aí sim o povo irá concordar, mas para que isso seja feita revisões pontuais no tombamento. Pois do jeito que fora proposto, somente beneficia os RICOS transformando ele num verdadeiro APARTHAID SOCIAL. Se reparar as ONGs que representam a proteção do tombamento é composto por 100% da burguesia brasiliense, o povo ficou de FORA. Ou irão esconder isso, faça uma busca nos integrantes do movimento em defesa de Brasília ou do urbanistas por Brasília. Não tem pobre no meio, somente rico. Então, querem fazer 99% do povo brasiliense engolir o que 1% quer? E sem contar que querem tombar agora o DF inteiro, daqui a pouco irão reclamar que o Alphaville que fica em Goiás fere o tombamento de Brasília por apresentar prédios de 18 pavimentos, isso é um absurdo, um tombamento injusto, que não protege nada, vide 21 anos de agressões. Detalhe, antes do tombamento, a cidade não tinha agressões, curioso esse dado que as ONGs protetoras de Brasília escondem.
ResponderExcluirE mais, quero ver como o CAU, CREA, IPHAN, MP e as ONGs Urbanistas Por Brasília, Movimento em Defesa de Brasília encarariam a negativa da população. Detalhe, o maior OPOSITOR do tombamento de Brasília, fora justamente um dos seus criadores, OSCAR NIEMEYER. Pior, justamente ele, que fora xingado PUBLICAMENTE por todos esses orgãos e ONGS em 2009. As pessoas pensam que o povo brasiliense tem memória CURTA, mas lembramos o que essas entidades fizeram com o nosso glorioso arquiteto. E depois da morte dele, inventaram colocar mascaras usando o rosto do OSCAR NIEMEYER que tinha nojo do TOMBAMENTO de Brasília, primeiro por ser uma cidade JOVEM e a pior de todas, se participação POPULAR. Não adianta essas pseudos ONGs inventarem para o MP, que é um puxa saco dessas ONGs, querem empurrar goela abaixo do povo brasiliense, que elas representam a sociedade, tudo mentira.
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