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"PARA O SENADOR ROLLEMBERG, 2012 NÃO FOI BOM PARA O CONGRESSO"


Em discurso no plenário na noite desta quarta, senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) criticou a CPI do Cachoeira, a falta de definição sobre o Fundo de Participação dos Estados e a apreciação à Lei dos Royalties

Em discurso no Plenário na noite desta quarta-feira 19, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) fez uma avaliação do seu mandato e do ano legislativo de 2012, dos avanços do país e das dificuldades enfrentadas pelo Congresso Nacional.
Rollemberg elogiou o avanço democrático do Brasil nos últimos 30 anos. As Leis da Ficha Limpa, da Transparência e a do Acesso à Informação são, segundo o senador, reflexos do amadurecimento do país. No entanto, em sua avaliação o ano de 2012 não foi bom para o Congresso Nacional.
O encerramento da CPI do Cachoeira, que terminou sem o indiciamento de ninguém, a falta de definição sobre o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e a questão da apreciação dos vetos à Lei dos Royalties do petróleo foram fatos lembrados pelo senador como exemplos negativos. O senador pediu uma reflexão sobre esses fatos para que seja possível elaborar uma agenda positiva para o Legislativo, que não pode ficar "refém do Executivo".
Para o senador, as mudanças nas regras de aplicação dos recursos do Fundo de Participação do Centro-Oeste também merecem destaque no ano de 2012. Rollemberg disse que as mudanças ajudaram a economia do Distrito Federal e da região do entorno. Ainda no que diz respeito ao DF, o senador criticou a contratação de uma empresa de Singapura, por parte do governo do Distrito Federal, para planejar o desenvolvimento de Brasília pelos próximos 50 anos.
Rollemberg disse que ocupa dois cargos que o honram muito: o de presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e o de coordenador da bancada de deputados federais e senadores do Distrito Federal.
Rollemberg ainda registrou que, desde que tomou posse como senador, já apresentou 30 projetos de lei e quatro propostas de emenda à Constituição (PEC), além de ter atuado como relator de 112 matérias. O senador ainda acrescentou que abriu mão de verbas indenizatórias e dos 14º e 15º salários.(Agência Senado)

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