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  • sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

    À QUEIMA-ROUPA: Juliano Costa Couto Presidente da OAB/DF

    Juliano Costa Couto Presidente da OAB/DF 

    O PSB, partido do governador Rodrigo Rollemberg, diz que a OAB faz críticas ao governo por conta de um projeto eleitoral momentâneo. Você pretende se filiar a algum partido político para concorrer nas próximas eleições?
    Não existe tal possibilidade. Meu único partido é a OAB e meu projeto e compromisso para 2018 é cuidar da advocacia do DF, o que faço com muita paixão. Acompanho o processo político-partidário como cidadão apaixonado por Brasília.

    Seu nome chegou a ser ventilado como possível candidato pelo MDB, partido ao qual está filiado Ibaneis Rocha, seu aliado na eleição da OAB/DF. Isso está sendo cogitado?
    Nunca tratei desse assunto. Nem com o partido nem com minha equipe. Me sinto lisonjeado pela lembrança, mas não tenho esse projeto. Não sou candidato a nenhum cargo eletivo.

    Qual é a avaliação da OAB/DF em relação ao desabamento do viaduto do Eixo Sul? O governo Rollemberg falhou?
    É muito triste ver o desmoronamento de obras da cidade por conta da ausência de manutenção. E não foi por falta de aviso dos órgãos de controle. Em 2013, o TCDF fez formal registro da necessidade urgente de cuidado com viadutos e prédios públicos. Os fatos demonstram que sim, houve falhas também do atual governo.

    E os anteriores? Têm culpa também? Fala-se de falta de manutenção nos últimos 50 anos pelo menos...
    Sem dúvida, o problema não é de agora. Na visão de muitos políticos, não vale a pena gastar com manutenção. Gera transtornos e, geralmente, não comporta festa de inauguração. Isso tem que ser mudado. As políticas públicas devem privilegiar a preservação da cidade e os interesses da sociedade.

    A OAB/DF agiu contra a construção do Mané Garrincha, que hoje consome recursos de manutenção e não encontra uma finalidade à altura dos gastos?
    No final de 2014, ainda na gestão de Ibaneis, da qual fui diretor, a OAB/DF entrou na justiça contra o governo Agnelo quando ele destinou R$ 59 milhões para a obra do estádio, com alteração de destino, em crédito suplementar (processo 166143-9/2014). A Ordem não tem partido e não é nem será inerte ou complacente quanto a nenhum governo.

    Há rumores de que a OAB/DF entraria com pedido de impeachment contra Rollemberg na Câmara Legislativa. Isso foi discutido na entidade?
    Essa discussão não existe no âmbito da OAB/DF. Não há processo em curso tratando disso.




    Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” – Foto: Blog -Comunicação OAB – Correio Braziliense



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