DF tem recorde de candidaturas - O Distrito Federal terá o maior
número de candidatos ao governo desde a conquista da autonomia política da
capital. Ao fim do prazo das convenções, foram formadas 12 chapas, que reúnem 35
diferentes partidos
*Por Ana Viriato - Alexandre de Paula
Em encontro realizado ontem no Guará, o PSDB oficializou o nome de
Izalci ao Senado
As eleições do Distrito Federal terão, neste ano, um número recorde de
candidaturas ao Palácio do Buriti desde a conquista da autonomia política. Em
17 dias de convenções partidárias, dirigentes e caciques políticos lançaram 12
nomes à disputa pelo comando do Executivo local — quatro a mais que em 2002,
pleito com a maior pulverização da história da capital, quando oito pessoas
entraram no páreo. Três partidos oficializaram, ontem, os últimos concorrentes:
o advogado Ibaneis Rocha (MDB), o economista Júlio Miragaya (PT) e o bancário
Renan Rosa (PCO). Agora, eles darão os passos finais estabelecidos pela
legislação eleitoral para colocar, a partir de 16 de agosto, as campanhas nas
ruas.
Com a bênção do ex-vice-governador e presidente licenciado do MDB, Tadeu Filippelli, Ibaneis confirmou seu nome na disputa com direito à divulgação do jingle e distribuição de folders e adesivos. Com acordos firmados na reta final, o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) uniu seis partidos em torno da candidatura: MDB, PP, Avante, PPL, PSC e PSL. As legendas acumulam 2 minutos e dois segundos a cada bloco de nove minutos de propaganda eleitoral na rádio e na tevê, transmitidos a partir de 31 de agosto, às segundas, quartas e sextas-feiras.
Depois de fazer mistério sobre o futuro do partido, o PP anunciou o
apoio ao grupo do MDB
O candidato a vice-governador da coligação é Paco Britto, presidente
regional do Avante. O empresário Paulo Octávio (PP) ficou com uma das vagas ao
Senado. Ele havia desistido de concorrer devido à insegurança jurídica, pois
renunciou ao mandato após a Operação Caixa de Pandora — condição que o
deixou inelegível por oito anos. Mas voltou atrás e tentará obter o registro no
Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A mulher do ex-vice-governador, Anna
Christinna Kubitschek, cotada nas últimas semanas para ser a número dois da
chapa, não participará do pleito.
Apesar de compor a chapa de Ibaneis desde a escolha do nome do advogado, em 27 de julho, o PP também negociava com o DEM, presidido pelo candidato ao GDF Alberto Fraga. As conversas, no entanto, não avançaram. Presidente regional da legenda progressista, o deputado federal Rôney Nemer garantiu que a agremiação permanece ao lado de Tadeu Filippelli (MDB), de quem é amigo. O apoio foi oficializado em convenção, ontem, com a presença da maioria dos integrantes da coalizão.
O advogado Ibaneis Rocha foi lançado ontem em convenção regional do MDB.
O grupo reúne seis siglas
O ex-procurador-geral do Trabalho João Pedro Ferraz dos Passos (PPL),
candidato a senador, fecha a composição da chapa de Ibaneis. “Fiquei realizado
de unir, na majoritária, pessoas que agregarão com conhecimentos sobre temas
delicados: setor produtivo e trabalho”, disse o emedebista ao Correio. Na
convenção, o advogado alegou que pretende “resolver os problemas que os
políticos que estão aí não conseguiram resolver”. “Eles, como o atual
governador, não mantiveram compromissos com a sociedade”, alfinetou.
Por outra chapa de centro-direita, o PSDB referendou o nome de Izalci Lucas ao Senado e reiterou o apoio a Alberto Fraga. “Nos enganaram por mais de um ano. Por isso, eu procurei uma pessoa com competência e, principalmente, com palavra para estarmos juntos”, justificou. O tucano se referiu à chapa capitaneada por Cristovam Buarque (PPS), que chegou a anunciá-lo como nome ao Buriti, mas recuou e optou por Rogério Rosso (PSD).
O grupo político de Izalci e Fraga conta, ainda, com o PR, do ex-governador José Roberto Arruda, e o DC, garantindo cerca de um minuto e 51 segundos de propaganda eleitoral. A coalizão ainda não havia definido o nome do vice-governador até o fechamento desta edição. A composição, porém, será oficializada hoje. Pela lei, com o término das convenções, dirigentes partidários têm um prazo de 24 horas para lavrar e publicar as atas em livro aberto, rubricado pela Justiça Eleitoral. Caso contrário, não participam das eleições.
PSD/PPS/PRB/Podemos/Solidariedade
GDF: Rogério Rosso (PSD), deputado federal
Vice-governadoria: Egmar Tavares (PRB), pastor da Assembleia de Deus
Senado: Cristovam Buarque (PPS), senador, e Fernando Marques (Solidariedade), empresário da ramo farmacêutico
MDB/Avante/PP/PSC/PPL/PSL
GDF: Ibaneis Rocha (MDB), ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no DF
Vice-governadoria: Paco Britto (Avante), presidente regional da sigla
Senado: Paulo Octávio (PP), ex-vice governador e empresário, e João Pedro Ferraz dos Passos (PPL), ex-procurador-geral do Trabalho
Pros/PTB/PMN/PMB/PTC/Patriota/PHS
GDF: Eliana Pedrosa (Pros), ex-distrital
Vice-governadoria: Alírio Neto (PTB), ex-distrital
Senado: Indefinido até o fechamento desta edição
DEM/PSDB/PR/DC
GDF: Alberto Fraga (DEM), deputado federal
Vice-governadoria: Indefinido até o fechamento desta edição
Senado: Izalci Lucas (PSDB), deputado federal
PT
GDF: Júlio Miragaya, ex-presidente do Conselho Federal de Economia
Vice-governadoria: Cláudia Farinha, agricultora familiar
Senado: Marcelo Neves, advogado, e Wasny de Roure, distrital
PRP
GDF: Paulo Chagas, general da reserva do Exército
Vice-governadoria: Adalberto Monteiro, presidente regional do PRP
Senado: Fadi Faraj, pastor da Comunidade Cristã Ministério da Fé
PRTB
GDF: Paulo Thiago, major do Corpo de Bombeiros
Vice-governadoria: Elisafá Amorim, suboficial da Aeronáutica
Senado: Átila Lima, brigadeiro da Aeronáutica
Novo
GDF: Alexandre Guerra, herdeiro da rede Giraffas
Vice-governadoria: Erickson Blun, médico
Senado: Paulo Roque, advogado
PSol/PCB
GDF: Fátima Sousa (PSol), professora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB)
Vice-governadoria: Keka Bagno (PSol), assistente social
Senado: Chico Sant’Anna, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas, e Marivaldo Pereira, auditor federal
PSTU
GDF: Antônio Guillen, professor da rede pública
Vice-governadoria: Eduardo Rennó, professor da rede pública
Senado: Robson Raimundo da Silva, professor da rede pública
PCO
GDF: Renan Rosa, bancário
Vice-governadoria: Gilson Dobbin, funcionário público
Senado: Danilo Matoso Macedo, funcionário público
Vice-governadoria: Egmar Tavares (PRB), pastor da Assembleia de Deus
Senado: Cristovam Buarque (PPS), senador, e Fernando Marques (Solidariedade), empresário da ramo farmacêutico
MDB/Avante/PP/PSC/PPL/PSL
GDF: Ibaneis Rocha (MDB), ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no DF
Vice-governadoria: Paco Britto (Avante), presidente regional da sigla
Senado: Paulo Octávio (PP), ex-vice governador e empresário, e João Pedro Ferraz dos Passos (PPL), ex-procurador-geral do Trabalho
Pros/PTB/PMN/PMB/PTC/Patriota/PHS
GDF: Eliana Pedrosa (Pros), ex-distrital
Vice-governadoria: Alírio Neto (PTB), ex-distrital
Senado: Indefinido até o fechamento desta edição
DEM/PSDB/PR/DC
GDF: Alberto Fraga (DEM), deputado federal
Vice-governadoria: Indefinido até o fechamento desta edição
Senado: Izalci Lucas (PSDB), deputado federal
PT
GDF: Júlio Miragaya, ex-presidente do Conselho Federal de Economia
Vice-governadoria: Cláudia Farinha, agricultora familiar
Senado: Marcelo Neves, advogado, e Wasny de Roure, distrital
PRP
GDF: Paulo Chagas, general da reserva do Exército
Vice-governadoria: Adalberto Monteiro, presidente regional do PRP
Senado: Fadi Faraj, pastor da Comunidade Cristã Ministério da Fé
PRTB
GDF: Paulo Thiago, major do Corpo de Bombeiros
Vice-governadoria: Elisafá Amorim, suboficial da Aeronáutica
Senado: Átila Lima, brigadeiro da Aeronáutica
Novo
GDF: Alexandre Guerra, herdeiro da rede Giraffas
Vice-governadoria: Erickson Blun, médico
Senado: Paulo Roque, advogado
PSol/PCB
GDF: Fátima Sousa (PSol), professora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB)
Vice-governadoria: Keka Bagno (PSol), assistente social
Senado: Chico Sant’Anna, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas, e Marivaldo Pereira, auditor federal
PSTU
GDF: Antônio Guillen, professor da rede pública
Vice-governadoria: Eduardo Rennó, professor da rede pública
Senado: Robson Raimundo da Silva, professor da rede pública
PCO
GDF: Renan Rosa, bancário
Vice-governadoria: Gilson Dobbin, funcionário público
Senado: Danilo Matoso Macedo, funcionário público
O
PCO optou por uma candidatura própria: o bancário Renan Rosa vai disputar o
Buriti
Esquerda
No campo da esquerda, duas legendas lançaram candidaturas ontem. As
siglas prometem fortalecer a defesa ao nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva em Brasília. Em uma chapa puro-sangue, o PT oficializou o
ex-presidente da Confederação Nacional de Economia Júlio Miragaya como sua
aposta ao Buriti. A vice-governadoria ficou com a agricultora Cláudia Farinha.
A corrida pelo Senado contará com o distrital Wasny de Roure e o advogado
Marcelo Neves. Apesar de entrar no páreo sozinho, o partido petista terá um
significativo tempo de propaganda eleitoral: um minuto e 5 segundos a cada
bloco.
O nanico PCO colocou no páreo o bancário Renan Rosa. O servidor público
Gilson Dobbin foi escolhido como vice-governador da chapa. Também funcionário
público, Danilo Matoso Macedo concorrerá ao Senado. Ao Correio, Dobbin explicou
que a campanha promoverá a tese da inocência de Lula. Nacionalmente, a legenda
declarou apoio ao PT. “Lutar contra o golpe, pela liberdade de Lula e pela
anulação do impeachment de Dilma. Essas são as nossas bandeiras”, disse. Devido
à pequena estrutura, a agremiação terá menos de dois segundos na tela.
Pulverização: Total de candidatos ao governo por eleição, desde a
autonomia política do DF:
2018 12
2014 5
2010 5
2006 6
2002 8
1998 6
1994 6
1990 5
Chapas definidas
Durante as convenções partidárias, período em que as siglas deliberaram
sobre candidatos e coligações, 12 nomes foram lançados ao GDF. A partir de
agora, apenas trocas pontuais podem ser realizadas, desde que o Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) as aprove. Confira como ficaram as chapas:
PSB/Rede/PV/PCdoB
GDF: Rodrigo Rollemberg (PSB), governador do DF
Vice-governadoria: Eduardo Brandão (PV), ex-secretário de Meio Ambiente
Senado: Chico Leite (Rede), distrital, e Leila Barros (PSB),
ex-secretária de Esporte e jogadora de vôlei
PSD/PPS/PRB/Podemos/Solidariedade
GDF: Rogério Rosso (PSD), deputado federal
Vice-governadoria: Egmar Tavares (PRB), pastor da Assembleia de Deus
Senado: Cristovam Buarque (PPS), senador, e Fernando Marques
(Solidariedade), empresário da ramo farmacêutico
MDB/Avante/PP/PSC/PPL/PSL
GDF: Ibaneis Rocha (MDB), ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil
no DF
Vice-governadoria: Paco Britto (Avante), presidente regional da sigla
Senado: Paulo Octávio (PP), ex-vice governador e empresário, e João
Pedro Ferraz dos Passos (PPL), ex-procurador-geral do Trabalho
Pros/PTB/PMN/PMB/PTC/Patriota/PHS
GDF: Eliana Pedrosa (Pros), ex-distrital
Vice-governadoria: Alírio Neto (PTB), ex-distrital
Senado: Indefinido até o fechamento desta edição
DEM/PSDB/PR/DC
GDF: Alberto Fraga (DEM), deputado federal
Vice-governadoria: Indefinido até o fechamento desta edição
Senado: Izalci Lucas (PSDB), deputado federal
PT
GDF: Júlio Miragaya, ex-presidente do Conselho Federal de Economia
Vice-governadoria: Cláudia Farinha, agricultora familiar
Senado: Marcelo Neves, advogado, e Wasny de Roure, distrital
PRP
GDF: Paulo Chagas, general da reserva do Exército
Vice-governadoria: Adalberto Monteiro, presidente regional do PRP
Senado: Fadi Faraj, pastor da Comunidade Cristã Ministério da Fé
PRTB
GDF: Paulo Thiago, major do Corpo de Bombeiros
Vice-governadoria: Elisafá Amorim, suboficial da Aeronáutica
Senado: Átila Lima, brigadeiro da Aeronáutica
Novo
GDF: Alexandre Guerra, herdeiro da rede Giraffas
Vice-governadoria: Erickson Blun, médico
Senado: Paulo Roque, advogado
PSol/PCB
GDF: Fátima Sousa (PSol), professora da Faculdade de Ciências da Saúde
da Universidade de Brasília (UnB)
Vice-governadoria: Keka Bagno (PSol), assistente social
Senado: Chico Sant’Anna, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas, e
Marivaldo Pereira, auditor federal
PSTU
GDF: Antônio Guillen, professor da rede pública
Vice-governadoria: Eduardo Rennó, professor da rede pública
Senado: Robson Raimundo da Silva, professor da rede pública
PCO
GDF: Renan Rosa, bancário
Vice-governadoria: Gilson Dobbin, funcionário público
Senado: Danilo Matoso Macedo, funcionário público
Prazo curto para conquistar eleitores
Com a pulverização das candidaturas para as eleições de outubro,
dificilmente haverá grande margem de diferença entre os percentuais de votação
conquistados pelos candidatos ao Palácio do Buriti. Na primeira campanha mais
curta, de 45 dias em vez de 90, os candidatos terão de gastar a sola do sapato
para convencer os eleitores de que são a melhor opção e, principalmente, para
tirá-los de casa. Oficialmente, a campanha começa em 16 de agosto, quando ficam
autorizados propaganda com material gráfico, carreatas, caminhadas e uso de
carros de som. O corpo a corpo, porém, começou há meses e deve ganhar força a
partir de hoje, por conta do fim das articulações pela formação de coligações.
As redes sociais terão um grande papel na campanha. Pela primeira vez, será permitido patrocinar posts nas redes sociais durante a campanha. Com os anúncios, candidatos podem alcançar número maior de eleitores. Por meio da brecha, candidatos com pouco tempo de propaganda eleitoral terão mais chances de serem vistos. As postagens, entretanto, têm de se restringir à divulgação de posicionamentos políticos e propostas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não permite posts com ataques a adversários.
Tevê
A propaganda na tevê e no rádio vai de 31 de agosto a 4 de outubro. As transmissões dos dois blocos de nove minutos, cada, acontecerão às segundas, quartas e sextas. Pelas definições das convenções partidárias, o advogado Ibaneis Rocha (MDB) lidera a lista dos candidatos com mais tempo ao vivo, com 2 minutos e 2 segundos por bloco. Os últimos colocados são Novo, PCO, PSTU, que terão menos de dois segundos no ar, pois não contam com representação na Câmara dos Deputados.
Na campanha, pela primeira vez, estão barradas doações de empresas, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Para garantir recursos, o Congresso Nacional criou o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que injetará R$ 1.716.209.431 nas campanhas. As legendas ainda podem usar o dinheiro do Fundo Partidário, o qual distribuirá aos partidos, em duodécimos, R$ 888 milhões neste ano. A lei eleitoral ainda permitiu a arrecadação via vaquinha pessoal. Outra opção é recorrer às contribuições de pessoas físicas. Porém, o limite para doação, neste caso, é de até 10% dos rendimentos brutos no ano anterior à eleição.
O teto para os gastos nesta eleição é menor. Para candidaturas ao GDF, o limite é de R$ 5,6 milhões. Já para o Senado, o máximo é de R$ 3 milhões.Os candidatos a deputado federal, no DF, poderão gastar até R$ 2,5 milhões. Já os postulantes a distrital não podem exceder R$ 1 milhão.
As redes sociais terão um grande papel na campanha. Pela primeira vez, será permitido patrocinar posts nas redes sociais durante a campanha. Com os anúncios, candidatos podem alcançar número maior de eleitores. Por meio da brecha, candidatos com pouco tempo de propaganda eleitoral terão mais chances de serem vistos. As postagens, entretanto, têm de se restringir à divulgação de posicionamentos políticos e propostas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não permite posts com ataques a adversários.
Tevê
A propaganda na tevê e no rádio vai de 31 de agosto a 4 de outubro. As transmissões dos dois blocos de nove minutos, cada, acontecerão às segundas, quartas e sextas. Pelas definições das convenções partidárias, o advogado Ibaneis Rocha (MDB) lidera a lista dos candidatos com mais tempo ao vivo, com 2 minutos e 2 segundos por bloco. Os últimos colocados são Novo, PCO, PSTU, que terão menos de dois segundos no ar, pois não contam com representação na Câmara dos Deputados.
Na campanha, pela primeira vez, estão barradas doações de empresas, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Para garantir recursos, o Congresso Nacional criou o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que injetará R$ 1.716.209.431 nas campanhas. As legendas ainda podem usar o dinheiro do Fundo Partidário, o qual distribuirá aos partidos, em duodécimos, R$ 888 milhões neste ano. A lei eleitoral ainda permitiu a arrecadação via vaquinha pessoal. Outra opção é recorrer às contribuições de pessoas físicas. Porém, o limite para doação, neste caso, é de até 10% dos rendimentos brutos no ano anterior à eleição.
O teto para os gastos nesta eleição é menor. Para candidaturas ao GDF, o limite é de R$ 5,6 milhões. Já para o Senado, o máximo é de R$ 3 milhões.Os candidatos a deputado federal, no DF, poderão gastar até R$ 2,5 milhões. Já os postulantes a distrital não podem exceder R$ 1 milhão.
(*) Ana Viriato - Alexandre de Paula - Fotos: Ed Alves/CB/D.A.Press - Paulo Pestana - Erivan Raposo - William Sant'Ana - Correio Braziliense

