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  • terça-feira, 1 de setembro de 2015

    CPI do Transporte ouve representante das empresas de ônibus do DF

    O presidente da CPI, Bispo Renato, o relator, Raimundo Ribeiro e Barbosa Neto (Foto: Isabella Calzolari/G1)

    Presidente da Abratup diz que sistema está sendo implantado aos poucos. Ele afirma que valor do subsídio às empresas é 'decisão política' do GDF.

    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga supostas irregularidades no transporte público do Distrito Federal ouviu nesta terça-feira (1º) o presidente da Associação das Empresas Brasilienses de Transporte Urbano de Passageiro (Abratup), Barbosa Neto, que representa as cinco empresas vencedoras da licitação. Ele afirmou que o processo de transição do modelo de linhas para bacias está sendo implantado gradativamente e que o valor do subsídio dado às empresas é uma "decisão política" do governo.

    "O valor do subsídio é uma decisão política fincada nas gratuidades para deficientes e estudantes que é a remuneração da tarifa técnica. É fundamental que a gente possa unificar algumas compreensões. Alguém tem que pagar por isso. Se não é o usuário, é o poder publico. Há também o congelamento de valor da tarifa do usuário de dez anos, e alguém tem que pagar por isso. A soma totaliza o valor que o GDF tem pagado. Há subsídio ao usuário e não ao empresário."

    O presidente da associação declarou ainda que há "uma mudança substancial na relação do governo com os operadores". "O modelo de bacia permite que a relação pública e privada tenha a possibilidade de oferecer um serviço de qualidade com menor custo."

    "O único a ganhar com isso deve cada vez mais ser o usuário. É um processo em implantação. Esse processo de transição é permanente. Temos a frota mais nova do país, a tecnologia mais moderna no país, agora esse processo de transição continua sendo implementado", completou.

    Durante depoimento, o presidente da CPI, deputado Bispo Renato Andrade (PR), questionou Barbosa Neto se as empresas vão parar caso o governo não consega dar o reajuste previsto neste mês. O representante negou que as companhias vão paralisar as atividades e disse que quem faz greve são os funcionários.

    "Empresário não para. Não há a mínima intenção, disposição, vontade de nenhum operador de querer parar. O que existe é a não remuneração dos colaboradores e eles não vão trabalhar se não receberem. Se não consolidou pagamento para fornecedores de óleo diesel, não fornece, não anda sem óleo diesel."
    (Barbosa Neto presidente da Abratup)

    "Empresário não para. Não há a mínima intenção, disposição, vontade de nenhum operador de querer parar. O que existe é a não remuneração dos colaboradores, e eles não vão trabalhar se não receberem. Se não consolidou pagamento para fornecedores de óleo diesel, não fornece, não anda sem óleo diesel."

    Questionado pelo presidente da CPI se algumas empresas tinham privilégio no sistema, Barbosa Neto disse desconhecer privilégios entre as entidades. No entanto, um representa da empresa São José afirmou que "não há imparcialidade no governo."

    "O sistema é composto por cinco empresas, todas estão com desequilíbrio financeiro, mas apenas uma com desequilíbrio econômico. Meu pleito por tarifa vem desde junho do ano passado, e o contrato diz que são 60 dias para resposta, positiva ou negativa, e não tive nenhuma. Se eu tiro de um lado, eu tenho que colocar no outro. A São José era caracterizada pelo melhor serviço, e agora está quebrando. Não sei se há privilégio ou não, mas o senso de justiça está faltando."

    Fonte: Isabella Calzolari
    Do G1 DF

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