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  • terça-feira, 27 de setembro de 2016

    Justiça anula lei que trocou nome da Ponte Costa e Silva para Honestino Guimarães - (O juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros cancelou a troca de nome porque a mudança não foi precedida de audiências públicas)

    A Justiça suspendeu a lei que determinou a substituição do nome da Ponte Costa e Silva, no Lago Sul, para Honestino Guimarães. Mas a decisão da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Tribunal de Justiça do DF criou um limbo jurídico. O juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros cancelou a troca de nome porque a mudança não foi precedida de audiências públicas e porque já existe outro prédio público com o mesmo nome, o Museu da República Honestino Guimarães. 
    Ao mesmo tempo, o magistrado entendeu que a ponte não pode ter o nome de um ditador e, portanto, a travessia entre o Plano Piloto e o Lago Sul não pode mais ser chamada de Costa e Silva. Caberá agora à Câmara Legislativa abrir um debate e escolher um novo nome para a ponte projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer.
    A decisão foi tomada em uma ação popular movida por oito cidadãos. Na petição, eles alegaram que a mudança não foi precedida de audiência pública e que o projeto de lei, de autoria de Ricardo Vale (PT), “teve como único objetivo apagar a lembrança do presidente Costa e Silva e reduzir sua importância do político na história do Brasil”.
    O juiz Carlos Frederico lembrou que “a imposição do nome do ditador Costa e Silva decorreu da decisão individual de outro ditador, Ernesto Geisel, sem que houvesse qualquer participação ou respaldo popular nessa infeliz escolha, antes ou após ter sido feita”. Para o magistrado, a sociedade clamava pela alteração. “O nome jamais fora bem assimilado pelos populares, que ora se referiam a ela como ‘Ponte Nova’, ora como ‘Segunda Ponte’, ‘Ponte do Pontão’ ou outros apelidos; quase nunca pelo nome oficial, manifestamente inconveniente”, lembrou.
    Para o magistrado, a alteração necessária não deveria ser feita sem participação popular. “O justo anseio de se extirpar a indevida homenagem ao responsável pelo maior atentado à democracia no Brasil não pode afastar-se do princípio democrático presente na exigência de participação popular efetiva no debate acerca da necessária substituição do nome do logradouro público”.


    Por: Helena Mader – CB.Poder - Foto: Rodrigo Nunes-Esp/CB/D.A.Press

    SÍRIO-LIBANÊS INAUGURA SUA PRIMEIRA UNIDADE DIAGNÓSTICA EM BRASÍLIA

    Instituição amplia presença na Capital Federal,
    com o oferecimento de exames laboratoriais e de imagem

    Após cinco anos de atuação em Brasília, com duas unidades destinadas às áreas de oncologia clínica e radioterapia, o Hospital Sírio-Libanês expande sua atuação na capital federal, agora na área diagnóstica. No dia 30 de setembro, a instituição inaugura oficialmente o Centro de Diagnósticos – Unidade Brasília, localizado na L2 SUL.

    Com estrutura ampla, equipe especializada e os equipamentos mais avançados do País, a nova unidade tem capacidade para atender aproximadamente 6 mil pacientes por mês – ou cerca de 40 mil exames por mês – e conta com o que há de mais moderno em tecnologia diagnóstica. Oferece desde exames laboratoriais até serviços como PET/CT, tomossíntese (mamografia 3D), ressonância magnética, biópsias e tratamentos guiados por imagem, que podem ser realizados em regime ambulatorial, sem necessidade de internação.  

    O Centro de Diagnósticos ocupa uma área de 1.250 m², em um único pavimento térreo, o que permite maior mobilidade e acessibilidade aos pacientes. “Conseguimos unir a melhor tecnologia disponível a uma equipe médica altamente qualificada e especializada. Na área de ressonância, por exemplo, contamos com um equipamento que proporciona exames mais rápidos e de qualidade de imagem superior, o que torna o diagnóstico mais preciso”, explica o coordenador médico da unidade, Dr. Edgar Franco Neto.

    Outro destaque da unidade é o PET/CT, que permite avaliar alterações metabólicas do organismo, essencial, por exemplo, para detecção precoce de tumores e doenças neurológicas.

    A área de emissão e armazenamento de laudos e resultados, por sua vez, utiliza uma solução de última geração que permite, tanto aos pacientes como aos médicos, acesso aos dados pela Internet, inclusive via aplicativo de celular. A plataforma online mostra, com alta qualidade, todos os laudos e exames armazenados, inclusive imagens de tomografia e ressonância. Os médicos podem utilizar a plataforma para solicitação de segundas opiniões e discussões multidisciplinares. Achados críticos poderão ser comunicados imediatamente, via SMS ou e-mail, ao profissional solicitante.

    “Consolidamos nossos serviços em Brasília nos últimos cinco anos, em um trabalho realizado em parceria com os profissionais e a comunidade local. Nosso objetivo é continuar contribuindo para o desenvolvimento da saúde no Distrito Federal, como forma de retribuir a excelente receptividade que sempre tivemos”, afirma o CEO do Hospital Sírio-Libanês, Paulo Chapchap.

    Histórico da atuação em Brasília
    Em 2016, Brasília foi um dos grandes focos de investimento do Hospital Sírio-Libanês. Neste ano, os investimentos locais realizados pela instituição somam R$ 40 milhões, se forem considerados a nova unidade diagnóstica (R$ 25 milhões) e a ampliação do serviço de radioterapia, com a instalação do acelerador linear TrueBeam STX, inaugurado em junho (R$ 15 milhões). As duas unidades oncológicas e o Centro de Diagnósticos, inaugurado agora, somam mais de 200 empregos diretos, entre médicos, enfermeiros, técnicos, pessoal administrativo e apoio.

    Brasília continua sendo a única cidade a receber uma operação do Hospital Sírio-Libanês fora de São Paulo. A instituição inaugurou seu primeiro Centro de Oncologia, em 2011, na L2 Sul, oferecendo consultas médicas, sessões de quimioterapia e aplicações de medicamentos não-quimioterápicos. Em agosto de 2013, os atendimentos foram ampliados, com o início dos serviços de radioterapia.

    Em novembro de 2014, o Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês – Unidade Brasília, atingiu sua capacidade máxima de funcionamento. Com a receptividade da população e as parcerias com os profissionais locais, a atuação na capital federal cresceu e levou à abertura de uma segunda unidade localizada no Lago Sul e da ampliação do serviço de radioterapia em 2016.

    Em cinco anos, as duas unidades oncológicas juntas foram responsáveis por mais de 76 mil atendimentos, dos quais 21.163 consultas e 1.130 tratamentos de radioterapia.

    Saúde Pública
    Trazendo para Brasília o seu comprometimento com a saúde pública, uma das marcas de sua atuação, o Hospital Sírio-Libanês tem desenvolvido uma série de outras ações em benefício da população do Distrito Federal. Desde setembro de 2014, 25 pacientes encaminhados pelo Hospital da Criança de Brasília José de Alencar receberam tratamento radioterápico na unidade da L2 Sul, a partir de uma parceria firmada entre as duas instituições.

    Em outro acordo estabelecido com o Governo do Distrito Federal, 100 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que necessitavam de radioterapia foram atendidos de forma totalmente gratuita na mesma unidade. A triagem foi feita pela Central de Regulação de Internação da Secretaria de Saúde, a partir de critérios técnicos.

    Até 2017, outros 100 pacientes serão atendidos da mesma forma, por meio de recursos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), mantido em parceria com o Ministério da Saúde.




    Centro de Diagnósticos – Unidade Brasília

    Localização:
    L2 SUL

    Telefone / Agendamentos:

    (61) 3044.8888
    Investimento:

    R$ 25 milhões
    Área construída:

    1.250 metros quadrados
    Capacidade (mensal):
    ·         6 mil pacientes
    ·         40 mil exames

    Principais Serviços:
    Exames Laboratoriais

    Imagem
    ·         Análises clínicas de rotina
    ·         Mamografia/Tomossíntese
    ·         Ressonância
    ·         PET/CT
    ·         Tomografia Computadorizada
    ·         Ultrassonografia
    ·         Raio X
    ·         Densitometria Óssea

    Equipe
    Total (projeção final): 75 colaboradores
    ·         Assistenciais: 50 (sendo 8 médicos)
    ·         Apoio: 25



    Centro de Oncologia – Unidade Brasília

    Estrutura de atendimento

    ·         Unidade Asa Sul
    Inaugurada em 2011
    Edifício exclusivo com 2,4 mil m2
    6 consultórios, 12 suítes para aplicação de QT e serviço de radioterapia
    Radioterapia: inauguração em 2013 e ampliação em 2016
    ·         Unidade Lago Sul
    Inaugurada em 2014
    Ocupa três pavimentos de edifício localizado em frente ao Hospital de Brasília, com 1,7 mil metros quadrados
    Oito consultórios e 17 boxes para quimioterapia

    Capacidade de atendimento
    (considerando as duas unidades)
    ·         10.280 atendimentos / mês:
    4.800 consultas / mês
    1.500 aplicações de quimioterapia /mês
    1.580 aplicações de radioterapia /mês
    Procedimentos não quimioterápicos: 2.400 /mês

    Inovações
    ·         Aceleradores Lineares de última geração instalados na Unidade da Asa Sul - equipamentos que corrigem milimetricamente a posição do paciente possibilitando que a radiação atinja o tumor com maior precisão e maiores doses

    Diferenciais
    ·         Equipe Multidisciplinar, com serviços integrados de enfermagem, farmácia, psicologia, odontologia e nutrição focados no atendimento do paciente oncológico
    ·         Enfermagem especializada
    ·         Serviço de Aconselhamento Genético
    ·         Serviço de Cuidados Paliativos


    Equipe
    (considerando as duas unidades)

    Total: 144 colaboradores
    ·         Assistenciais: 89 (sendo 15 médicos)
    ·         Apoio: 55








    Camila Muguruza - Destak Comunicação

    #Água: dividam a responsabilidade - (falta de planejamento sério com muita corrupção: essa fórmula estraga tudo. Pode até estragar uma cidade linda como a nossa!)

    Foto: Bento Viana

    Não, o racionamento de água não é surpresa para ninguém. A diminuição da quantidade nos últimos anos está estampada em pesquisas do Inmetro. Os técnicos da Caesb também mostraram situações às autoridades que mostravam a preocupação com a possibilidade há alguns anos. Os cidadãos, os consumidores, claro, têm um papel claro de economia, não só no Distrito Federal, mas no mundo todo. Afinal, é o bem mais precioso do planeta terra e ela na forma potável pode deixar de existir dentro de um certo tempo. As autoridades precisam assumir a responsabilidade pela atual situação local. Decisões erradas e desobediências conscientes à lei fizeram o rodízio de torneiras abertas se tornar uma realidade.

    Existem áreas dentro da Caesb, por exemplo, com perfil extremamente técnico, que desenha exatamente o que deve ser feito para que a estiagem tenha o mínimo de impacto na região. São números, documentos e recomendações extremamente claras a fim de que as autoridades executem essas ações. Águas Claras, por exemplo, estava nos planos e não afetaria tanto o consumo se seguisse o gabarito inicial, com prédios de, no máximo 12 andares. Hoje, os arranha-céus chegam a 28, 30 andares.

    O bairro de classe média, porém, não conseguiria sozinho a proeza. Jardim Mangueiral, condomínios do Jardim Botânico e de Sobradinho, os prédios erguidos ali na região do ParkShopping. Não há como o planejamento dar jeito em uma cidade assim, em que os políticos ignoram os avisos de técnicos de que a situação pioraria até chegar uma época de racionamento de água. Tinha jeito de consertar? Claro: Corumbá IV e o próprio Lago Paranoá serviriam para aliviar o racionamento. Os projeto não saíram do papel, e agora é culpa da população.

    Leitores, não fujam da responsabilidade de cuidar da água como o bem mais precioso que o ser humano tem. Mas não fiquem com a consciência pesada de não poder dividir com ninguém essa dor na consciência. Os poderosos não têm o direito de deixar os mais pobres e a classe média carregarem essa culpa sozinhos. Como diz uma das pessoas que conversou comigo durante a semana passada  e que conhece muito bem a situação, falta de planejamento sério com muita corrupção: essa fórmula estraga tudo. Pode até estragar uma cidade linda como a nossa!



    Por: Leonardo Meireles – Correio Braziliense – Foto/Ilustração: Bento Viana -  Blog - Google

    Os médicos e os monstros - (Cassem os monstros, repudiem messias oportunistas e protejam a medicina.)

    Quais são os médicos e quem são os monstros? A operação Hyde, que investiga o uso criminoso de OPMEs (órtese, próteses e materiais especiais) desperta um grande interesse, pois envolve todos os profissionais da área de saúde e todos os seus segmentos, como as seguradoras e as operadoras de saúde, de vida, de responsabilidade civil e todos os profissionais da indústria farmacêutica, dos fabricantes de insumos de saúde, de equipamentos, da indústria hospitalar e suas áreas satélites, do universo da toga, sindicatos, políticos e tantos outros. Todos têm interesses diretos nesse universo que gasta bilhões de reais todos os anos. Segundo a Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), os hospitais privados movimentaram, no Brasil, cifras próximas a R$ 400 bilhões em 2014.

    Todos atuam em cima de uma área extremamente sensível e fragilizada que é a saúde do indivíduo e da população, mantendo um assistencialismo hospitalocêntrico como modelo predominante, desenvolvido entusiasticamente em momento de euforia liberal e submissão cultural. A saúde e a vida ficaram sem preço para o indivíduo, mas também distantes e caras, com um custo impagável para o paciente e para o Estado. Uma nova forma de assistência tem que ser implantada, mas não se faz migração de modelo de um momento para outro, sem correr riscos de grandes equívocos, até maiores que o dano já imposto pelo atual à população.

    A fomentação do escândalo, espetacularmente associado ao romance inglês Strange case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (O médico e o monstro), em cima da investigação de crime hediondo, como é uma indicação de procedimento médico para obter benefício financeiro, não se referindo só à cirurgia, mas a qualquer procedimento, como um exame invasivo desnecessário, um tratamento intervencionista, uma droga e até um complemento ou orientação equivocada que pode causar algum dano à saúde do paciente, deve ser avaliada em toda cadeia para não ser minimizada quando personifica possíveis vilões.

    Personificar o médico investigado como sendo o único responsável por esta monstruosidade só serve para suavizar o terror e esconder na escuridão das emoções e dos apelos midiáticos, todo o cenário e todo o bando de monstros. Os monstros que fazem os pagamentos, aqueles que superfaturam nas compras, os que se cartelizam para vender ao poder público e criar programas, os que falsificam drogas, os que vendem assistências inexistentes, os que financiam políticos para criar leis favoráveis aos seus interesses, os que vendem e não entregam, os que vestem a pele de cordeiros sociais para morder a saúde com dentes de lobo, toda a alcateia e comensais que parasitam em torno da saúde e, logicamente, os que participam das ações.

    Condenar publicamente um profissional em fase de investigação, já deixando-o penalizado, atende apenas aos interesses dos outros monstros que se escondem no espetáculo, financiam e promovem o servilismo. Personificar em destaque o médico na cadeia criminosa associa a pessoa à ciência médica, contamina a medicina e prejudica a boa prática, pondo uma cunha no elemento humanístico que está fortemente ligado à medicina. Mais de 13 mil médicos atuam no Distrito Federal e Entorno, são quatrocentos mil médicos em todo o Brasil, a maioria convive com o cenário de guerra que é agravado pela vilpenia e a contaminação do conceito da medicina, refletindo diretamente na sua prática e na aplicação do conhecimento médico. A medicina precisa ser protegida. A instituição da medicina deve ser protegida como todas as outras instituições de conhecimento. O país carece de instituições fortes, comprometidas com a sociedade, tanto as civis como as públicas.

    As organizações médicas tentam fazer o seu papel. O Conselho de Medicina é um dos mais atuantes no país. O que mais julga, mais avalia e o que mais pune entre todos os conselhos profissionais. Não porque existem mais praticantes, mas, sobretudo, porque tem maior rigidez na avaliação de suas práticas. As associações médicas trabalham na regulamentação e regulação das práticas médicas aceitas e na formação de profissionais. Fazemos o nosso papel e precisamos da ajuda da sociedade em nome da medicina. Apoiamos a investigação rígida, o julgamento de acusados e a punição dos culpados. O médico condenado deve ter seu crime agravado pela prática inescrupulosa. Repudiamos a condenação prévia de profissionais na publicitação e personificação de culpados que contaminam a medicina. Cassem os monstros, repudiem messias oportunistas e protejam a medicina.




    Por: Luciano Carvalho - Presidente da Associação Médica de Brasília – Foto/Ilustração: Blog – Google – Correio Braziliense

    Governo autoriza chamamento de interessados em parcerias público-privadas

    Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek teve permissão para o lançamento do edital de PPP publicada nesta segunda-feira (26). Foto: Renato Araújo/Agência Brasília- 18.6.2015

    "Permissão para o lançamento do edital das PPPs do Complexo Esportivo e de Lazer do Guará, do Parque da Cidade e do Autódromo foi publicada nesta segunda-feira (26)"

    Três propostas de parcerias público-privadas tiveram avanço nesta segunda-feira (26). Foram publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal autorizações para lançamento de edital de chamamento público de procedimento de manifestação de interesse (PMI) para o Complexo Esportivo e de Lazer do Guará e para oParque da Cidade Dona Sarah Kubitschek. O Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas autorizou, ainda, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) a comunicar a intenção de receber manifestações de interesse privado (MIP) para a administração do Autódromo Internacional Nelson Piquet.

    A mais avançada das três é a PPP do Complexo do Guará. A previsão é que o edital de PMI saia nesta semana. A partir da publicação, serão 45 dias para interessados em administrar o Kartódromo Ayrton Senna, o Estádio Antônio Otoni Filho, o ginásio de esportes e o Clube Vizinhança requererem autorização para fazer estudos técnicos. As pistas de bicicross e de motocross, as quadras esportivas e a administração do Centro Administrativo Vivencial e Esporte (Cave) não serão incluídas na parceria. “O tempo de parceria só será definido após o edital”, diz o chefe da Unidade Executiva do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas, Bernardo Bahia.

    “O que é certo é que não cobraremos pela entrada no Parque da Cidade” (Bernardo Bahia, chefe da Unidade Executiva do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas)

    Para o Parque da Cidade, caberá ao concessionário melhorar a segurança, a iluminação, mas a exploração comercial não está definida. A expectativa é que os estudos definam um modelo de negócios. “Pensamos em restaurantes, talvez um shopping especializado em esportes, os pedalinhos do lago e, quem sabe, reativar algumas quadras esportivas e cobrar pelo uso delas”, explica Bernardo Bahia. “O que é certo é que não cobraremos pela entrada no parque.” A parceria integra a lista de prioridades para parcerias com a iniciativa privada anunciada pelo governo de Brasília em novembro de 2015. >>>>goo.gl/T2bGFH ) 
                           Autódromo Internacional será separado do Complexo Esportivo
    Apesar de integrar o Complexo Esportivo Ayrton Senna, o autódromo foi destacado da PPP do espaço, lançada em março. Em uma das reuniões do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas, chegou-se à conclusão que seria mais interessante traçar duas PPPs distintas. Ambas são de responsabilidade da Terracap. “A ideia é fazer as reformas necessárias e gerir, mas não será possível mudar o tipo de serviço”, diz Bernardo Bahia.


    Galeria de Fotos:  (   goo.gl/Ml9nDh  )  









    Guilherme Pera – Agência Brasília

    #MOBILIDADE » Motos e bikes se destacam - Os participantes do evento cumpriram trajeto de até 14km entre o Guará e o Museu Nacional da República.., Saiba mais ..,

    Os participantes do evento cumpriram trajeto de até 14km entre o Guará e o Museu Nacional da República

    As duas opções de transporte registraram melhores resultados entre as 12 que disputaram o 8º Desafio Intermodal. Ambas se sobressaíram pelo menor tempo e por menos emissão de poluentes

    Com o trânsito de Brasília cada vez mais complicado em horários de pico, os brasilienses buscam alternativas para chegar aos destinos desejados. A ONG Rodas da Paz calculou ontem, no 8º Desafio Intermodal, o tempo, o custo e a emissão de poluentes em 12 modalidades: bicicleta, tandem (bike para duas pessoas), mountain bike, corrida, carona, metrô, moto, metrô mais bicicleta, carro, ônibus, Uber e táxi. No total, 26 voluntários e oito de apoio traçaram o percurso, com saída às 7h43 da QE 7 do Guará e chegada no Museu Nacional da República. O trajeto tinha de 12km a 14km, a depender da opção. A motocicleta completou a prova em primeiro lugar, com 16 minutos e 22 segundos, mas, devido aos critérios avaliados, a bicicleta teve melhor desempenho, com 8,3 de média (veja quadro).

    “Não é uma competição entre participantes, é uma avaliação entre os diferentes modais”, adverte, logo no início, o voluntário do Rodas da Paz Régis Oliveira. O secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, participou do desafio de ônibus. Para ele, foi uma oportunidade para dialogar com a população. “É a primeira vez que o governo participa, e isso nos ajudará a construir políticas públicas no DF. A ideia é avaliar todos os modos de transporte”, afirma. Além dele, o secretário adjunto de Mobilidade, Dênis Soares, e o diretor-geral do Transporte Urbano do DF (DFTrans), Léo Cruz, estiveram no evento.

    O Correio também acompanhou a iniciativa de coletivo e teve um tempo de espera na parada de cerca de 15 minutos. Em uma segunda-feira atípica, o ônibus da linha 162.2 estava vazio, e o trajeto se cumpriu sem maiores congestionamentos. A assistente de projetos Ana Paula Queiroz, 41 anos, pega o transporte público todos os dias. “Eu prefiro esse horário, pois pelo menos consigo ir sentada. Falta melhorar a quantidade das linhas. Quando vou para a UnB, se eu perco o das 6h30, tenho de pegar dois ônibus e ainda chego atrasada. É preciso verificar o número de usuários porque está difícil”, relata.

    A viagem durou 56 minutos e 40 segundos, o penúltimo modal a chegar ao ponto de encontro, apenas dois minutos à frente dos corredores. Entre eles, estava o militar Márcio Chapola. “A gente teve de correr na terra, na grama e, em alguns pontos mais complicados, havia trânsito intenso, com dificuldade de atravessar. Valeu a pena. A nossa meta era chegar antes do ônibus, mas não deu certo, não”, afirma.

    Após o desafio, o secretário de Mobilidade enxergou algumas necessidades do DF. “Mais BRTs, mais faixas para os ônibus, ter melhoria de pavimento na W3. Também é preciso informar melhor o usuário e usar mais tecnologia no transporte coletivo”, revela. As faixas exclusivas também ganharam observação do diretor-geral do DFTrans. “Nós percebemos que, quando os ônibus utilizam as faixas exclusivas, a velocidade operacional é maior. Isso, com certeza, é algo que beneficia a viagem. Vamos trabalhar em cima disso”, ressalta Léo Cruz.

    O voluntário da Rodas da Paz Régis Oliveira avalia que medir anualmente qual o modal mais eficiente faz com que ocorra uma evolução de cada transporte. “O evento é importante para chamar a atenção para a possibilidade de utilização de diversas maneiras de locomoção. E que a gente consiga ficar não tão dependente do transporte individual motorizado”, adverte. A iniciativa ocorre em várias cidades do Brasil, sempre perto do Dia Mundial Sem Carro, e se propõe a avaliar a eficiência de diversos meios de transporte.

    Resultados - Confira o tempo por ordem de chegada

    » Motocicleta 
        16 minutos e 22 segundos

    » Bicicleta 
        24 minutos 8 segundos

    » Mountain bike 
        23 minutos e 44 segundos

    » Carro 
        24 minutos e 43 segundos

    » Tandem 
        25 minutos e 44 segundos

    » Uber 
        29 minutos e 14 segundos

    » Carona 
        39 minutos e 11 segundos

    » Táxi 
        40 minutos e 9 segundos

    » Metrô 
        41 minutos e 43 segundos

    » Metrô mais bicicleta 
        43 minutos e 53 segundos

    » Ônibus 
        56 minutos e 40 segundos

    » Corrida 
        58 minutos e 43 segundos

    Média final - Modal Nota final Tempo médio Custos *Emissão de poluentes*

    *Bicicleta 8,3 24:08 9 10
    *Tandem 8,1 25:44 9 10
    *Mountain bike 7,2 29:26 9 10
    *Corrida 6,8 58:43 11,5 12
    *Carona 6,3 39:11 11,5 5
    *Metrô 5 41:43 6,5 7,5
    *Motocicleta 4,7 21:03 4 1
    *Metrô mais bicicleta 4,3 43:53 5 7,5
    *Carro 4,2 27:49 3 3
    *Ônibus 4 56:40 6,5 6
    *Uber 3,6 29:14 2 3
    *Táxi 2,5 40:09 1 3

    * Índice de cálculo não revelado pela organização



    Fonte: Julia campos – Especial para o Correio Braziliense – Foto: André Violatti-Esp-CB/D.A.Press 

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