• INÍCIO
  • CONTATO
  • MÍDIA KIT
  • ANUNCIE NO BLOG
  • COMENTÁRIOS
  • MAPA DO BLOG
  • terça-feira, 25 de julho de 2017

    #DetranDF - Novos etilômetros reforçam fiscalização de motoristas embriagados

    Detran-DF comprou mais 88 etilômetros que aferem a concentração de álcool no organismo. Foto: Andre Borges/Agência Brasília

    Detran-DF comprou mais 88 equipamentos que aferem a concentração de álcool no organismo

    A fiscalização do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) para coibir motoristas que dirigem depois de consumir bebida alcoólica foi reforçada com a compra de mais 88 etilômetros — equipamentos usados para aferir a concentração de álcool no organismo.

    Com a aquisição dos popularmente conhecidos bafômetros, o Detran passa a ter 136 equipamentos mais modernos para as operações da Lei Seca.
    De janeiro a junho deste ano, o órgão autuou 13.102 condutores alcoolizados, média de 72 por dia. Desse total, 874 foram presos por apresentarem índice considerado crime: igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
    No fim de semana — de sexta-feira (21) a domingo (23) —, o Detran e a Polícia Militar autuaram 102 motoristas por dirigirem após ingerir bebida alcoólica. Desses, dois foram presos por apresentar quantidade de álcool no sangue considerada crime.
    72 Média diária de motoristas autuados de janeiro a junho de 2017 por dirigirem alcoolizados

    Nessas operações, flagraram-se ainda 19 motoristas com a carteira nacional de habilitação (CNH) vencida há mais de 30 dias, nove inabilitados e dois com a carteira suspensa. Os agentes removeram 145 veículos ao depósito.

    Dirigir sob efeito de álcool acima do limite é infração gravíssima

    De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a pena para quem apresenta resultado igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar no teste do bafômetro é detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão da CNH ou proibição de tirá-la.
    R$ 2.934,70 - - Valor da multa para quem apresenta no teste do bafômetro índice alcoólico considerado crime

    Além de ter de pagar multa de R$ 2.934,70 pela infração gravíssima, o infrator é suspenso do direito de dirigir por um ano.

    Caso haja reincidência no período de até 12 meses, o valor dobra: R$ 5.869,40. Recusar-se a fazer o teste do etilômetro também é considerada infração com as mesmas penalidades.

    Galeria de Fotos: - (   goo.gl/xJwR9f   )







    Agência Brasília

    Situação de emergência chega ao fim na saúde pública do DF

    Medidas adotadas desde 2015 possibilitaram o reabastecimento de medicamentos e recomposição do quadro de pessoal

    Após uma série de esforços para reverter a situação caótica encontrada em janeiro de 2015, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal declarou o fim da situação de emergência no setor a partir deste mês.
    Durante esse período, medidas estruturantes possibilitaram a recuperação de áreas relacionadas a:
    • Abastecimento de medicamentos e insumos
    • Contratação de serviços
    • Desbloqueio de leitos
    • Redimensionamento dos setores
    • Recomposição da força de trabalho
    A parte financeira também foi beneficiada com ações que permitiram economia de recursos.
    O chefe de Gabinete da pasta, André Luís Soares, lembrou as situações que levaram o governo de Brasília a decretar a emergência. “Nosso retrato de 2015 era de déficit de pessoal, problema orçamentário gigantesco em razão de dívidas, desabastecimento de medicamento e material médico e poucos contratos em vigor”, explicou.
    Entre os graves problemas herdados, Soares citou a interrupção de serviços essenciais como água, luz e telefone.
    Iniciada no atual governo por meio do Decreto nº 36.279, em 19 janeiro de 2015, a situação de emergência foi prorrogada por sucessivos decretos até o último, em 16 de janeiro de 2017, com efeitos até 15 de julho.
    Para solucionar o desabastecimento da rede, foram criadas as novas Subsecretarias de Logística e de Infraestrutura em Saúde. As duas passaram a intervir de forma sistemática em problemas nevrálgicos ligados a abastecimento de medicamentos e materiais médico-hospitalares e manutenção de equipamentos.
    R$ 113 milhões - Economia anual para os cofres públicos com o novo sistema de pregões para compras da rede de saúde

    Atualmente, a Saúde alcançou um dos seus melhores indicadores, com 86,5% de abastecimento de medicamentos e 80,8% de materiais médico-hospitalares.
    “Com o primeiro manual de contratações para especificar como tramitará o processo de compras e outros ajustes nos processos, também conseguimos licitar muito mais. Em 2017, nós já fizemos 201 pregões e concluímos 160”, enumerou Soares.
    Em 2016, foram feitos 231 pregões, que resultaram em redução de 18,56% entre o valor estimado e o valor licitado, com economia superior a R$ 113 milhões no ano.
    No valor dos contratos de exames de bioquímica, a redução de gasto anual foi de aproximadamente R$ 22 milhões. Houve também economia na despesa com hemogramas (R$ 3,6 milhões) e com testes da gestante (R$ 2,4 milhões).
    Verificou-se ainda redução de gastos estimada em mais de R$ 20 milhões por biênio com licitação para fornecimento de alimentação. A renegociação de 18 contratos de aluguel resultou em corte de mais de R$ 1,7 milhão por ano.
    Acerto de contas do passivo deixado pelo governo anterior
    Soares explicou que parte dos passivos de 2010 a 2014, do governo anterior, também começou a ser paga. A pasta negociou a flexibilização do uso dos recursos recebidos do Ministério da Saúde. A inadimplência fazia com que as empresas não tivessem interesse em firmar novos contratos.
    “Foram mais de R$ 400 milhões relativos a custeio. Até o momento, foram reconhecidos R$ 136.186.349,83 e pagos R$ 119.730.839,56. Isso injetou mais confiança nas empresas”, contabilizou o chefe de Gabinete da secretaria.
    Segundo ele, foram contratadas manutenções de muitos equipamentos que estavam parados como: tomógrafo, mamógrafo, raio-X, arco cirúrgico, acelerador linear para radioterapia e cobaltoterapia.
    Com isso, houve melhora na oferta de serviços. Na semana passada, por exemplo, foi possível zerar a fila de exames de mamografia.
    Pessoal e telefonia
    No caso da internet, 14 unidades da pasta passaram a utilizar a estrutura GDFNet, da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, com redução de despesa. A licitação emergencial para contratar serviços de telefonia fixa está em fase final, e a proposta entregue por uma operadora, em análise.
    Quanto aos recursos humanos, em 2016, foram nomeados 2.767 servidores, dos quais 2.051 tomaram posse. Em 2017, mais 1.255 candidatos aprovados foram convocados para diversos cargos e especialidades.
    Cerca de 200 técnicos de enfermagem contratados em 2017 foram direcionados para reabertura de leitos bloqueados por falta de recursos humanos.
    A pasta também começou a utilizar o Sistema Eletrônico de Informações (SEI), que permite a tramitação de documentos exclusivamente por meios digitais. A ação traz economia, pois, além de evitar a impressão de milhares de páginas, dispensa o transporte de processos.
    Soares destacou outras grandes iniciativas em andamento para melhorar a assistência à população. Entre elas:
    • Transformação do Hospital de Base em instituto
    • Conversão total da atenção primária para o modelo Estratégia Saúde      da Família
    • Criação do complexo regulador para todos os leitos da rede de urgência e emergência
    • Sistema de doação e captação de órgãos
    A restruturação dos processos de trabalho da rede de urgência e emergência e o lançamento do manual de contratações, que trouxe agilidade para as aquisições de insumos, completam a lista.





    Agência Brasília

    EXECUTIVO » Rollemberg em busca de R$ 1 bilhão

    "Enfrentamos muita dificuldade de manter os nossos compromissos em dia. Estamos com pagamentos atrasados com prestadores de serviço e fornecedores. Esses recursos são muito importantes para o Distrito Federal"  - (Rodrigo Rollemberg, governador do DF)

    Encontro com o presidente Michel Temer serviu para o governador discutir três temas capazes de, no total, render recursos bilionários ao DF. Além de questões previdenciárias, pleiteia-se a equiparação dos benefícios fiscais no Centro-Oeste

    O governador Rodrigo Rollemberg se reuniu ontem com o presidente Michel Temer para pedir a sanção da lei que equipara benefícios fiscais na Região Centro-Oeste. O projeto, aprovado pelo Senado no último dia 12, permite que o Distrito Federal adote a mesma política fiscal de estados vizinhos, como Goiás. Por conta de benesses tributárias concedidas pelo governo goiano, centenas de empresas deixaram a capital federal e, com isso, o DF perdeu arrecadação e novos investimentos. Além desse tema, Rollemberg pediu a Temer que o Ministério da Fazenda devolva recursos retidos do Fundo Constitucional do DF relativos à contribuição previdenciária de policiais civis e que o governo federal autorize a compensação da aposentadoria de dívidas da União com a capital do país. Esses dois últimos pleitos podem trazer para a cidade quase R$ 1 bilhão.

    A preocupação de Rollemberg é de que Temer vete um parágrafo do texto aprovado no Senado, considerado essencial para o Distrito Federal. Esse dispositivo permite que uma unidade da Federação conceda os mesmos benefícios fiscais de estados da mesma região. Nos últimos cinco anos, desde que a Justiça derrubou leis garantindo benefícios fiscais no DF, pelo menos 600 empresas abandonaram a cidade e 10 mil postos de trabalho foram fechados, segundo projeção do Sindicato do Comércio Atacadista (Sindiatacadista).

    “Fui levar ao presidente Temer a importância desse tema para o DF. A lei é indispensável para que possamos concorrer com outras unidades da Região Centro-Oeste em igualdade de condições, principalmente com Goiás”, explicou Rodrigo Rollemberg. “É uma necessidade da cidade desenvolver a economia privada. Em razão da crise fiscal, precisamos depender menos do setor público”, acrescentou o governador, após encontro no Palácio do Planalto. Rollemberg entregou um ofício fazendo a solicitação formal para que Temer sancione o texto sem excluir o dispositivo que beneficia o Distrito Federal. Segundo ele, o presidente da República “foi atencioso e se comprometeu a analisar os pleitos”.

    Previdência
    O outro tema de interesse do DF debatido ontem no Palácio do Planalto foi a retenção da contribuição previdenciária de policiais civis do Fundo Constitucional. Só este ano, o valor chegou a R$ 210 milhões. De acordo com Rollemberg, há duas decisões unânimes do Tribunal de Contas da União determinando a devolução dessa verba até 20 de agosto. “Enfrentamos muita dificuldade de manter os nossos compromissos em dia. Estamos com pagamentos atrasados com prestadores de serviço e fornecedores. Esses recursos são muito importantes para o Distrito Federal”, argumentou o governador.

    O terceiro assunto discutido com Temer foi a compensação previdenciária de valores que chegam a R$ 780 milhões. São dívidas do INSS com o Distrito Federal que o governo local espera converter em títulos da dívida pública. “Isso reduziria o nosso aporte do Tesouro para pagar aposentados”, explica Rollemberg. Outra possibilidade apresentada pelo GDF é que a União possa descontar essa dívida do valor mensal que o governo local paga ao INSS. Esse débito corresponde a servidores que contribuíram para o regime geral da previdência e, depois, ingressaram como servidores no GDF e, hoje, têm aposentadorias pagas pelo Executivo local.


    Por Helena Mader – Correio Braziliense

    domingo, 23 de julho de 2017

    Embalos dos jovens "experientes"

    Restaurantes, cafés e bares são a pedida da dona de casa Adriana Alves: "Não tem um restaurante em Brasília que eu não conheça"

    Conheça histórias de pessoas acima de 50 anos que adoram se divertir na capital. Confira também opções de lazer para esse público!

    *Por Adriana Izel - Beatriz Queiroz - José Carlos Vieira

    A idade não é visto como impedimento para diversão e lazer. Com o aumento da expectativa e da qualidade de vida, a população acima dos 50 anos deixou de lado o rótulo de coroa como uma gíria passada. Esse segmento se mantém ativo socialmente, frequentando shows, bares, restaurantes e casas noturnas. O grande diferencial, no entanto, é que eles prezam por mais qualidade nos serviços culturais.

    Ir para eventos badalados é, por exemplo, uma das opções de diversão da empresária Liduina Macedo de Brito, 62 anos. Recentemente, ela esteve no show dos cantores Leonardo e Eduardo Costa pelo projeto Cabaré, no Ginásio Nilson Nelson (Eixo Monumental), evento que, pensando no público mais maduro, que valoriza serviços exclusivos e conforto, montou uma área com mesas. “Gosto de ir a shows, principalmente de MPB, além de clássicos tanto nacionais quanto internacionais”, comenta.

    Além disso, a empresária inclui nas alternativas sair com os amigos para dançar e almoçar em bons restaurantes. “Aqui em Brasília eu já não sei mais onde se dança, mas, sempre que tem uma festa, eu aproveito. O Na Praia (complexo cultural montado na Orla do Lago Paranoá) também é um evento que me agrada, gosto de passar no horário de almoço, conhecer a área e aproveitar as programações de dia”, explica. Entre as opções de bares e restaurantes, os preferidos de Liduina são locais como Liv Lounge (Vila Planalto) e o Bar Brasília, na Asa Sul.
    A empresária Liduina de Brito gosta de ir a festas e shows, como a apresentação do projeto sertanejo Cabaré

    Baladeiro desde jovem, independentemente do estado civil, o funcionário público Eduardo Barreto, 50 anos afirma que gosta de sair para bares e boates. Na cidade, seus locais preferidos são o Dudu Bar, no Shopping Deck (Lago Sul), e a casa noturna Bamboa, no Guará. “Lógico que não é mais a mesma coisa, quando eu era mais jovem saía mais. Mas ainda vou em bar, baladas e também a muitos restaurantes”, lembra.

    Para o empresário Eduardo dos Anjos, 55 anos, o passar dos anos fez com que ele saísse ainda mais do que quando jovem. Natural do Rio de Janeiro, ele chegou a Brasília em 1972, quando a vida noturna da cidade não era tão agitada. “Naquela época, praticamente não tinha nada para fazer no meio da semana. Hoje, querendo sair, tem agito de segunda a segunda. É muito melhor”, define. Ele costuma ir com os amigos semanalmente a bares da cidade como o Abençoado, no Sudoeste, e o Versão Brasileira, na Asa Sul. Entre as festas preferidas do empresário carioca está o Balako.

    Conforto e qualidade
    A dona de casa Adriana Alves Coutinho, 50 anos, sempre gostou de sair para se divertir. Essa é uma característica que a moradora da Asa Norte tem desde a adolescência, e garante que não mudou. Mas, com o passar dos anos, foi se tornando mais exigente. “A diferença é que hoje eu me tornei mais seletiva. Só saio de casa se tiver serviços como manobrista, mesa, garçom, banheiro limpo... Desde a minha infância, adolescência e, mesmo agora com 50 anos, eu sou uma pessoa da rua. Gosto de saber o que está acontecendo, sair para conversar, conhecer gente. É isso que motiva ir cada vez para a rua”, afirma.
    Eduardo Barreto (E) costuma ir com os amigos a locais como a boate Bamboa Brasil

    Restaurantes, cafés e bares são o fraco de Adriana Coutinho. Mas a dona de casa, que é bastante animada, também acaba incluindo, de vez em quando, outras opções culturais em sua agenda. Na opinião dela, ser uma pessoa caseira ou não, não tem a ver com a idade. “O que faz as pessoas ficarem dentro de casa é mais o temperamento. Não tem nada a ver com a idade não. Se for alguém igual a mim, mais extrovertido, essa pessoa vai sair”, analisa.

    A aposentada Roziclé Fernandes Lopes Nery, 54 anos, concorda. Ela adora ir ao cinema, sair para dançar, paquerar, viajar, passear em shopping e tomar uma cerveja com os amigos. “Gosto de ir a restaurantes e barzinhos agradáveis”, conta. Roziclé acredita que, de modo geral, há opções para o público da idade dela, no entanto, critica a falta de lugares para dançar em Brasília: “Sempre procuro um espaço legal que tenha dança, mas está difícil”.

    Festa, dança e show
    Clube do Choro 
    (SDC, entre a Torre de TV e Centro de Convenções Ulysses Guimarães). Com programação musical de terça a domingo. Mais informações: goo.gl/7kobkR . Não recomendado para menores de 14 anos.

    Na Praia
    Complexo Na Praia (SHNT, Tc. 1). Toda sexta, a partir 17h, com DJs, música ao vivo, restaurante flutuante, bar e vila gastronômica. Todo domingo, das 9h às 23h, Domingo na praia com atividades físicas, espaço praia e show do projeto Som na Praia, com Surf Sessions e Camafeu. Não recomendado para menores de 18 anos (sexta) e livre (domingo).

    Noite dançante do Previ
    Clube dos Previdenciários (712/912 Sul). Toda sexta-feira, às 21h, Noite dançante do Previ com presença de convidados. Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Não recomendado para menores de 18 anos.

    Outro Calaf
    (SBS, Qd. 2, Bl. Q). Toda terça, às 20h, tem roda de samba com o grupo Adora Roda. Todo sábado, Samba do Calaf com participação de bandas da cidade. Consulte os valores de cada dia. Não recomendado para menores de 18 anos.

    Bares e restaurantes
    Abençoado Bar
    (CLSW 105, Bl. C, Lj. 82/6; Sudoeste). Funcionamento segunda a quarta, das 12h à 0h. De quinta a sábado, das 12h às 2h. Domingo, das 12h à 1h.

    Bar Brasília
    (506 Sul, Bl. A, Lj. 15). Funcionamento de segunda a sábado, das 11h30 à 0h. Domingo, das 11h30 às 16h.

    Beer House
    (QNM 1, Cj. A, Lt. 3/5, Lj. 1; Ceilândia Sul). Funcionamento de segunda a domingo, das 16h às 2h.

    Bier Fass Choperia e Restaurante
    Pontão do Lago Sul. Funcionamento de segunda a quinta, das 12h à 1h. Sexta e domingo, das 12h às 2h.

    Feitiço Mineiro
    (306 Norte, Bl. B, Ljs. 45/51). Funcionamento de segunda a sábado, das 12h às 2h. Domingo, das 12h às 17h.

    Liv Lounge
    Condomínio Life Resort (Vila Planalto). Funcionamento de terça a sábado, das 12h à 0h. Aos domingo, das 12h às 22h.

    Brasília Capital Moto Week
    Granja do Torto. Hoje, shows a partir das 19h, com Adriah, Distintos Filhos, Massay e outras atrações. Ingressos a R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada). Assinantes do Correio têm 50% de desconto. Para motociclistas e quem estiver na garupa, entrada franca.


    (*) Adriana Izel - Beatriz Queiroz -  José Carlos Vieira - Fotos: Arquivo Pessoal - Divulgação - Correio Braziliense

    Ao mestre Ari, com carinho

    Ari Cunha e filha Circe Cunha

    *Por Ana Dubeux

    O humor parece ter nascido com ele. O jornalismo, também. O resultado dessa junção sai da boca, com frases incríveis. E sai dos dedos — disse ele, certa vez que decidiu escrever para dar-lhes asas. Talvez por isso seja o colunista mais longevo do país, creio eu, com espaço cativo há 57 anos. Estou falando de Ari Cunha, cearense, frasista, cronista da história política do país, titular da coluna Visto, Lido e Ouvido, publicada no Correio Braziliense. Também estou falando de um amigo. Ontem, ele fez 90 anos e eu tenho o privilégio de conviver com ele mais de perto nos últimos 15 anos. É uma lição atrás da outra.

    A risada, a galhardia, a gentileza, o conhecimento sobre Brasília, as figuras da cidade, o amor pelo Nordeste, o jeito de tocar um jornal que nasceu com a cidade. Tudo isso eu tive a sorte de absorver nas longas, produtivas e divertidas conversas. Discutimos também, até sobre machismo, às vezes de forma acalorada, o que só melhorou nossa convivência. Nosso repertório particular soa como trilha sonora de uma amizade leal e cheia de ensinamentos. Levarei sempre comigo.

    Ari Cunha, que nasceu José de Arimathéa Gomes Cunha em 22 de julho de 1927, na cidade cearense de Mondubim, saiu do Nordeste rumo ao Rio de Janeiro em 1948. Ali, desbravou o mundo da notícia, especialmente a crônica política brasileira. Trabalhou com Carlos Lacerda, Joel Silveira, Heráclito Sales, Paula Job, Prudente de Moraes Neto, Etiene Arregui Filho, Irineu Sousa e outros destacados jornalistas da época. Até que veio desbravar Brasília.

    Cumprindo a promessa de Assis Chateaubriand a Juscelino Kubitschek de trazer os Diários Associados para Brasília, na inauguração da cidade, Ari veio escolher o terreno e acompanhar a instalação do Correio e da TV Brasília. Morou em um acampamento de madeira. Viu de perto cada tijolo do edifício que abrigaria as redações dos dois veículos de comunicação ser colocado. Na parede da sala dele está uma foto histórica no terreno. Ari é pioneiro de Brasília e deste jornal.

    Com suas críticas afiadas, incomodou muita gente. “Era um incitador; hoje, sou um bombeiro”, passou a dizer depois dos 80 anos. Mas continua fazendo da sátira sua melhor ferramenta para enfrentar a vida, seus dissabores e até seus desafetos, que hoje já nem importam. Certa vez, disse-me sobre um deles: “Esse moço não tem entranhas. Ande com ele, mas não coma a lavagem desse porco”.

    Levei a ferro e fogo boa parte dos seus conselhos porque, se há uma coisa que Ari Cunha conhece, é gente. Sabe esquadrinhar o sujeito, suas nuances e entrelinhas. É perspicaz e astucioso na observação do ser humano. Esperta que sou, escolhi ficar sempre por perto dele para aprender também. Para mim, Ari é e será sempre um mestre.

    (*) Ana Dubeux – Editora Chefe do Correio Braziliense – Foto: Facebook

    À QUEIMA-ROUPA: Cristovam Buarque (PPS/DF) Senador

    Cristovam Buarque (PPS/DF)
    Senador

    O que aconteceu na Universidade Federal de Minas Gerais, na semana passada, em que algumas pessoas o xingaram e o senhor teve de cancelar o lançamento de um livro?
    Fui lançar um livro e, à noite, tinha uma reunião do PPS. Como sempre faço, andei pelo câmpus. Surgiu um grupo, cinco ou seis pessoas, que começou a me chamar de golpista. Parei para conversar e disse que, se houve golpe, foi contra a corrupção, para salvar a Petrobras. Na palestra, não houve problema. Mas ficou evidente que haveria perturbação no lançamento do livro. Sugeriram-me e preferi cancelar. Na reunião, um grupo tentou impedir a minha entrada.

    Esse momento foi o mais grave que o senhor enfrentou, pela posição favorável ao impeachment?
    Aqui (em Brasília) são só gritos individuais. Lá eram seis ou sete que fizeram um barulho danado.

    O senhor ficou assustado?
    Em nenhum momento, senti risco de agressão física. Mas o que isso passa é que estamos vivendo uma guerra civil. Os deserdados estão descendo dos morros e se unindo aos desencantados. É muito grave. As guerras civis começam com vaias, depois com gritos, um dia se joga uma pedra em um adversário e, depois, uma pancada. Em seguida vem um tiro e, quando se vê, o país está em guerra civil. 

    Depois do impeachment de Dilma, Michel Temer está sendo acusado de corrupção. Essa sequência acaba criando uma desilusão e aumentando a intolerância?
    Creio que não, porque quem escolheu o Temer foram os eleitores da Dilma. O Temer foi vice da Dilma duas vezes. É uma continuidade. Na verdade, nós ainda não completamos o impeachment. Precisamos tirar o Temer também. A Dilma saiu pelo crime fiscal, mas talvez o erro maior dela tenha sido colocar o Temer de vice. Ela tinha que ter previsto um vice à altura, como foi Itamar (Franco), por exemplo.

    A pressão piorou quando o senhor votou a favor da reforma trabalhista?
    As pessoas reagem porque vou continuar votando contra o atraso. O Brasil é um país amarrado. O Hino Nacional fala em deitado em berço esplêndido, mas, na verdade, estamos amarrados em berço esplêndido. Temos que adaptar a economia à realidade do momento. A realidade exige reforma trabalhista, reforma fiscal, reforma na educação. Os grupos corporativos não querem essas reformas e outros estão caindo na narrativa de que essas medidas são escravocratas. Tento debater, mas ninguém quer discutir.

    O senhor tem disposição de se candidatar à Presidência?
    Se as circunstâncias do meu partido quiserem, vou. Não vou procurar, mas não vou fugir. Numa eleição em que Bolsonaro pode chegar ao segundo turno, nenhum patriota pode rejeitar a disputa. O Bolsonaro é uma excrecência da democracia. Mas temos que reconhecer que o prestígio dele ocorre de que parte da ditadura não foi enterrada e porque nós, democratas, cometemos erros nos últimos 30 anos.  O Bolsonaro é o pior de todos os coronéis da política. Tem filhos na política e vários mandatos e diz que não é político.


    Por Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” – Foto: Minervino Júnior/CB/D.A.Press – Correio Braziliense

    sábado, 22 de julho de 2017

    Monitoramento com câmeras do DER-DF prioriza segurança e fluidez no trânsito

    Monitoramento das câmeras é feito na sede do DER-DF. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

    Há 32 equipamentos espalhados por pontos estratégicos da capital, e outros 45 estão em processo de licitação. Para facilitar a divulgação das informações aos brasilienses, emissoras de tevê e portais de internet têm acesso gratuito às imagens

    Com o objetivo de manter a segurança e a fluidez no trânsito, o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) monitora as principais rodovias de Brasília por meio de 32 câmeras espalhadas em pontos estratégicos. Esse número aumentará para 77 ainda neste ano, com a licitação de 45 equipamentos.

    Os envelopes com as propostas para a concorrência pública foram abertos no dia 14, e a expectativa é que, depois de definida a empresa vencedora, as câmeras comecem a funcionar em cerca de 90 dias.
    Em quatro monitores de 55 polegadas, na sede da autarquia, a equipe flagra desde cenas de imprudência dos motoristas a acidentes que demandam a ajuda de quem está do outro lado da tela. O monitoramento é das 6h30 às 20h30, quando o fluxo de veículos é mais intenso.
    São quatro servidores que se revezam no trabalho. “Além de olhar a câmera, o operador ouve as equipes da Ciade [Central Integrada de Atendimento e Despacho, da Secretaria da Segurança Pública]. Se há qualquer informação de acidente, por exemplo, ele já foca no local”, explica o diretor de Fiscalização de Trânsito do DER-DF, Leandro Freitas.
    Sem as câmeras, os agentes precisariam esperar o comunicado da Ciade, o que poderia atrasar a desobstrução da via. Atualmente, há socorros que chegam em menos de um minuto. “Às vezes, uma simples remoção do veículo da pista já ajuda a devolver a fluidez ao trânsito.”
    "Às vezes, uma simples remoção do veículo da pista já ajuda a devolver a fluidez ao trânsito" - - (Leandro Freitas, diretor de Fiscalização de Trânsito do DER-DF)

    Em 2013, uma motorista rodou o veículo em uma das faixas do Eixão e acabou parada na contramão. Agentes do DER chegaram em poucos segundos para ajudar na ocasião e evitar um acidente mais grave.
    Muitas vezes, o trabalho se resume a solucionar pontos de retenção e retirar principalmente carros e objetos da pista. Mas o socorro não se restringe às pessoas.
    Agentes do departamento lembram que já flagraram a travessia perigosa de uma família de patos na Estrutural. Um dos vídeos favoritos da equipe mostra um cachorro utilizando uma passarela para cruzar de um lado a outro da Estrada Parque Núcleo Bandeirante.
    Divulgação das imagens em tempo real
    As imagens possibilitam o acompanhamento do trânsito em tempo real por parte da população, já que emissoras de tevê e portais de internet têm acesso gratuito ao material.
    Além disso, as informações são repassadas por meio de rádios e redes sociais. “A divulgação é rápida. Isso possibilita que os condutores escolham rotas alternativas”, destaca o diretor de Fiscalização de Trânsito.
    Apesar de o foco do monitoramento por meio das câmeras não ser a autuação, o agente de trânsito está habilitado a fazê-la se necessário. As infrações mais comuns são conversão e estacionamento irregular e uso do celular enquanto dirige.

    Galeria de Fotos: - (    goo.gl/eQk7yx    )








    Agência Brasília

    imagem-logo
    © Blog do CHIQUINHO DORNAS 2012/2016 Todos os direitos reservados.