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  • quarta-feira, 20 de setembro de 2017

    #Sema lança #Concursos para quem pratica a sustentabilidade

    Agricultores familiares e ruralistas, educadores formais e não-formais, dirigentes de condomínios e empresários podem apresentar as suas ações pela sustentabilidade ambiental e receber um reconhecimento para continuar investindo nos projetos

    A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) publicou nesta terça-feira (19) o extrato de mais dois editais de concurso para quem realiza ações de sustentabilidade ambiental das empresas e nas áreas urbanas. Em 25 de agosto, já havia aberto o certame para as ações de agricultores familiares, médios e grandes produtores rurais e também para as ações de educadores formais e não-formais.

    “A iniciativa muda a perspectiva da ação pública pela sustentabilidade ambiental, na medida em que em vez de punir, atuamos para estimular, promover e reconhecer quem toma medidas para melhorar a condição do nosso cerrado, das nossas águas e do nosso solo”, afirma o secretário do Meio Ambiente, André Lima. Serão oferecidos prêmios em dinheiro para todas as ações, exceto para os médios e grandes produtores, que receberão certificados de reconhecimento de suas ações.

    Para os condomínios e organizações ligadas a essas áreas habitacionais, e também para as empresas, o prazo para as inscrições começam neste dia 19 e vão até o dia 3 de novembro.  Resultado final da comissão julgadora será conhecido no dia 16 de novembro, segundo informa o secretário executivo do Fundo do Meio Ambiente do DF (Funam-DF), Jocivane Brito.

    Para as iniciativas urbanas, serão distribuídos 15 prêmios a ações inovadoras estimuladoras das práticas socioambientais sustentáveis, como afirma o edital disponível no site da Sema. Os valores da premiação vão de R$ 15 mil para o primeiro lugar até R$ 5 mil para o 15º colocado.

    Podem participar associações, condomínios, grupos, movimentos e entidades brasileiras, privadas e sem fins lucrativos, atuantes no DF. Desde que desenvolvam iniciativas urbanas sustentáveis que comprovem economia, conservação de recursos naturais (quantidade e qualidade), promoção da saúde, qualidade de vida e consciência ecológica.

    Já no caso das iniciativas empresariais serão premiadas dez micro e pequenas empresas (MPE) e os microempresários individuais (MEI), independentemente da categoria, que realizem ações ecologicamente corretas, socialmente justas e economicamente viáveis. A premiação estará focada na redução do consumo de água, na redução de uso de materiais de alto impacto ambiental, gerenciamento dos diversos tipos de lixo, economia de energia e conservação do ambiente.

    O secretário adjunto da Sema, Carcius Santos, lembra aos candidatos que para receber os prêmios, os candidatos escolhidos deverão estar em dia com as obrigações junto ao governo, conforme determina a Lei das Licitações (8.666, de 1993).

    Veja o resumo no quadro:

    Área
    Quem
    Até
    Prêmio
    Rural
    Agricultor familiar, médio e grande produtor
    9/10
    R$ 15 mil para 10 agricultores familiares, certificado para os outros
    Educacional
    Educadores formais e não formais
    9/10
    R$ 20 mil para 5 ações formais e 5 ações não formais
    Urbana
    Condomínios e associações
    3/11
    15 iniciativas, de R$ 15 mil a R$ 5 mil, conforme a colocação
    Empresas
    Micro e pequenas empresas (MPE) e microempresário individual (MEI)
    3/11
    10 prêmios de R$ 20 mil

    Saiba mais:



















    Mais informações:- E-mail: comunicacaosema@gmail.com - Telefone: 3214-5611






    #TRÂNSITO » Semana de conscientização

    "O carro não respeita as motos. Acho que, além da educação, deveria ter uma faixa exclusiva para motos" Rosângela Rocha, motociclista

    *Por Isa Stacciarini

    Diversos eventos estão programados até 25 de setembro a fim de chamar a atenção para a segurança nas vias do DF

    O Distrito Federal chegou à casa de 1,7 milhão de condutores habilitados. Diante um aumento de 35.795 novos motoristas e motociclistas em um ano, a Semana Nacional do Trânsito provoca a responsabilidade de todos os protagonistas das vias para um ambiente mais seguro. Até 25 de setembro, diversos eventos promovem discussão a respeito dos direitos e deveres de quem dirige carro, pilota motos, conduz bicicleta e anda a pé. Mas, em outra ponta, há uma reflexão mais profunda: investir na formação e promover a mobilidade urbana de forma democrática e sustentável.

    Por ano, são emplacados de 70 a 100 mil carros no DF. Com tanto veículo em circulação, especialistas em engenharia de transportes alertam para a necessidade de mudança comportamental, que começa, principalmente, nas formas de instrução oferecidas pelo Estado — até agosto, o Departamento de Trânsito (Detran) pagou R$ 5.847.399,05 em campanhas educativas.

    Na visão do professor da Universidade de Brasília (UnB) Pastor Willy Taco, é necessário levar a vivência do trânsito para os centros de ensino. “A Transitolândia, por exemplo, deveria ser multiplicada de forma mais ampla nas escolas com a participação dos pais”, explicou. Para ele, é importante o envolvimento da família, porque as crianças em processo de aprendizagem tendem a reproduzir o que é dito no colégio. “Mas encontram a barreira dos pais, se comportando de forma contrária. Portanto, cria-se a brecha conceitual educativa”, esclareceu o especialista em engenharia de tráfego.

    Segundo o diretor-geral do Detran, Silvain Fonseca, o órgão, em parceria com a Secretaria de Educação, oferece cursos a distância voltado para professores na formação da matéria de trânsito. “Temos trabalhado isso para que os alunos, quando chegarem ao futuro, possam ter uma mudança na postura”, ressaltou.

    O diretor de Educação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Francisco Garonce, reforça a necessidade de uma reciclagem, especialmente para motociclistas. Ele explica que, desde a concepção, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê exame prático em vias públicas para a emissão da categoria A da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). No entanto, segundo Garonce, nas 27 unidades federativas, o condutor de motocicleta se submete ao treinamento e, muitas vezes, recebe a permissão para pilotar sem nunca ter vivido o trânsito. “Não temos dúvida de que o aspecto da formação precisa mudar”, destaca.

    Motociclista há quase 20 anos, a manicure e cabeleireira Rosângela Rocha, 38 anos, escolheu o veículo pela rapidez e economia. Mas, apesar da experiência, ela se sente insegura. “O carro não respeita as motos. Acho que, além da educação, deveria ter uma faixa exclusiva para motos”, sugere. Osmar Barbosa Santana, 41, usa o carro inclusive para trabalho. Ele é habilitado desde 2002 e motorista profissional há cinco anos. “Teria de mudar, principalmente, o comportamento dos condutores que tiram a habilitação e, depois, não seguem a lei. Muita coisa no trânsito vai da própria consciência das pessoas”, ressalta.


    (*) Isa Stacciarini – *Foto - Correio Braziliense 

    terça-feira, 19 de setembro de 2017

    Pré-conferência no Plano Piloto debate Paranoá e ambiente

    A comunidade compareceu a mais uma pré-conferência, desta vez, no Plano Piloto, no sábado (16), para debater os desafios ambientais da Bacia do Paranoá. Foram eleitos mais 24 delegados para a conferência em novembro

    O objetivo de debater as diretrizes sobre a água e o meio ambiente do DF foi mais uma vez cumprido, na avaliação do secretário do Meio Ambiente, neste sábado, no Instituto Federal de Brasília (IFB) da Asa Norte. Na ocasião, mais 24 delegados foram eleitos para a Conferência Distrital do Meio Ambiente, a se realizar em novembro, com o tema “Cuidando das Águas”.

    “Temos mais de 60 diretrizes para debater na conferência”, anunciou. O secretário convidou a população de Brazlândia, Ceilândia, Samambaia e Taguatinga para participarem da próxima pré-conferência, que será realizada em 7 de outubro, no campus do IFB de Samambaia.

    O secretário do Meio Ambiente, André Lima, enfatizou que a sua secretaria vem atuando no Distrito Federal para ampliar a legitimação da agenda ambiental e da sustentabilidade. Segundo ele, só com o apoio generalizado da sociedade e dos governos será possível enfrentar os desafios do ambiente no Cerrado do DF.

    O secretário salientou a importância da presença do cidadão comum nesta iniciativa. Segundo ele, as propostas e questionamentos, daqueles que não são especialistas na questão ambiental, dão ao debate a consistência necessária para a criação de políticas públicas que assegurem uma sociedade sustentável.

    “Temos especialistas com condições de fundamentar propostas relevantes para um projeto ambiental, e isso é muito positivo”, afirmou Lima. E ressalvou que a participação do cidadão comum, do leigo, é fundamental para dar a essas propostas a força necessária para que se tornem uma realidade.

    A agenda ambiental da Bacia do Paranoá se torna ainda mais relevante, disse, na medida em que, diante da crise hídrica, o lago passará a ser uma fonte para atender o sistema de abastecimento. A construção da estação de captação de suas águas mostra o cuidado que temos que ter com essa bacia, assim como a ocupação de sua orla, alertou.

    Delegados
    Mais 24 delegados foram eleitos. A conferência está dividida em seis eixos temáticos e cada eixo escolheu quatro delegados. O eixo temático 1 (Gestão Territorial e Gestão Hídrica) discutiu a proposta do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) de percentual de área permeável às chuvas. Outra proposta foi a instituição da Conferência Distrital das Águas.

    O eixo 2 (Uso Econômico da Água) debateu a estruturação entre o conhecimento acadêmico e popular sobre o uso econômico da água. O eixo 3 (Educação Ambiental e Cidadania) debateu a adoção do Plano Distrital de Educação Ambiental.

    O eixo 4 (Biodiversidade e Cerrado) discutiu as melhores formas de garantir uma proteção efetiva de áreas de proteção e a recuperação de matas ciliares. O eixo 5 (Clima) debateu a instituição de marco jurídico que leve à integração do risco climático nos processos governamentais de tomada de decisão.

    O eixo 6 (Resíduos Sólidos, Saneamento e Saúde) discutiu a definição de critérios de priorização de atividades voltados à concessão de outorga para utilização de água.

    Legenda da foto: Secretário André Lima enfatizou a atuação da Sema para ampliar a legitimação da agenda ambiental e da sustentabilidade. Foto: Zil. 

    Mais informações: E-mail: comunicacaosema@gmail.com - Telefone: (61) 3214 – 5611







    Flechada em Izalci Lucas (PSDB/DF) - Policiais terão de voltar. Ponto final

    Flechada em Izalci
    Uma das últimas flechadas de Rodrigo Janot como procurador-geral da República na semana passada foi dirigida ao deputado Izalci Lucas (PSDB/DF). Na sexta-feira, no último dia útil de seu mandato, Janot apresentou denúncia contra o tucano pelo crime de peculato. O inquérito, que tramita desde junho de 2013, se refere a supostos desvios de recursos da Secretaria de Ciência e Tecnologia, quando Izalci era titular da pasta. 

    Policiais terão de voltar. Ponto final
    O ministro Bruno Dantas (foto), do Tribunal de Contas da União (TCU), não vai permitir um festival de exceções à decisão de retorno à atividade de segurança pública de policiais civis e militares que estão cedidos a outros órgãos. Relator do processo, Dantas recebeu um recurso do GDF que pede a permanência desses servidores em órgãos que, segundo o Palácio do Buriti, atuam na atividade-fim. Seria o caso de 400 PMs e policiais civis que atuam na Casa Militar, vice-governadoria, Secretaria de Segurança, Subsecretaria do Sistema Penitenciário e Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) esteve no TCU para pedir um prazo maior e a liberação desses funcionários, mas Dantas não considera razoável esse número de policiais cedidos. São servidores custeados pela União, por meio do Fundo Constitucional, que deveriam atuar no combate à criminalidade. Se a decisão do TCU não for cumprida, essas requisições serão consideradas irregulares. Apenas casos excepcionalíssimos serão permitidos.

    Mais uma lei que interfere na faixa exclusiva
    Um mês depois de o Tribunal de Justiça do DF suspender a eficácia de uma lei que alterava os critérios para uso da faixa exclusiva de ônibus, a Câmara Legislativa promulgou mais um texto sobre o mesmo assunto. Foi publicada ontem uma lei do deputado Israel Batista (PV) que libera o tráfego de carros de conselhos tutelares na pista reservada a veículos de transporte público. A criação de leis que alteram as regras das faixas exclusivas é apontada como inconstitucional, porque invade competências da União e do governo local.  Em agosto, o Conselho Especial do TJ suspendeu liminarmente uma lei de autoria da deputada Celina Leão (PPS), que permitia o trânsito de veículos comuns fora dos horários de pico nas faixas exclusivas do transporte. Tramitam na Casa outros projetos que pretendem alterar as regras da pista exclusiva para liberar o tráfego de idosos, de carros transportadores de valores, mototaxistas e até de carros ocupados por três ou mais pessoas

    Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” – Fotos: Hugo Gonçalves/CB/D.A.Press -  Marcelo Ferreira/CB/D.A.Press - Ana Rayssa/CB/D.A.Press -  Correio Braziliense

    segunda-feira, 18 de setembro de 2017

    GDF: Projeto de lei prevê orçamento de R$ 26,95 bilhões para 2018 - (Galeria de Fotos)

    A secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos. Foto: Tony Winston/Agência Brasília

    Brasília seguirá no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal, e cenário de dificuldade financeira não contempla aumento de impostos. Proposta do governo local foi enviada à Câmara Legislativa na sexta (15)

    Projeto de Lei Orçamentária Anual 2018 (Ploa), entregue na sexta-feira (15) à Câmara Legislativa, prevê crescimento de apenas 0,1% de receitas. A previsão é de *>>>> R$ 26,95 bilhões para o próximo ano. Em 2017, a Lei Orçamentária estimou R$ 26,9 bilhões.

    O cenário é, portanto, de restrição orçamentária, o que impede a concessão de reajustes salariais e outros aumentos de gastos. “A gente tem um orçamento conservador. A receita varia muito pouco, por isso, a despesa também está bastante contida”, explicou a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (18).
    Mesmo com a dificuldade financeira, não estão previstos aumentos de impostos para o ano que vem, de acordo com a titular da pasta. Os recursos para o exercício seguinte estão assim divididos:
    • R$ 14,8 bilhões para pagamento de pessoal
    • R$ 7,3 bilhões para custeio
    • R$ 2,3 bilhões em investimentos
    • R$ 680 milhões para reserva de contingência
    • R$ 400 milhões em operações financeiras
    • R$ 300 milhões para juros da dívida
    • R$ 300 milhões para amortização da dívida
    O projeto de lei orçamentária para 2018 não inclui os repasses do Fundo Constitucional, que atende a segurança pública e cobre parte dos gastos da saúde e da educação. A União repassa R$ 13,6 bilhões do fundo e R$ 1,86 bilhão para investimentos das estatais. Ao todo, o DF terá R$ 42,4 bilhões para o próximo ano.
    Em 2018, o governo deverá permanecer no limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e segue impedido de fazer novas contratações. As exceções são para servidores da saúde, educação e segurança pública.
    “Caso haja uma mudança desse cenário e saiamos do limite prudencial, deverá ter um quadro de nomeações dentro das limitações colocadas por pela Lei de Diretrizes Orçamentárias e dentro do máximo de R$ 50 milhões para o ano”, disse Leany.
    Apesar da dificuldade financeira pela qual passa o Distrito Federal, serão feitos investimentos em obras de infraestrutura, como a urbanização do Condomínio Porto Rico (Santa Maria), do Sol Nascente (Ceilândia) e do Buritizinho (Sobradinho II).
    “São investimentos em áreas vulneráveis, mais pobres. Elas estão recebendo pavimentação, esgoto, água e drenagem pluvial”, conta a secretária.
    Também estão listados no Ploa 2018 as intervenções no Trevo de Triagem Norte, na saída Norte, e a construção de creches e escolas técnicas.
    Reformas e melhorias em espaços de cultura e implementação de ciclovias também estão contemplados no projeto entregue para apreciação dos deputados distritais.
    Hoje, a ampliação de investimentos é dificultada porque a maior parte do orçamento é comprometida com o pagamento de servidores. “Ainda assim, a gente tem conseguido manter bons níveis de investimento e devemos totalizar R$ 4 bilhões em quatro anos”, avaliou Leany.
    Galeria de Fotos – (   https://goo.gl/d46uxN   )










    Agência Brasília

    Atenção especial à Oncologia

    "O modelo de assistência do Hospital do Câncer Anchieta é de enfrentamento integrativo, visando garantir a linha de cuidado" Marco Murilo Buso, presidente do conselho de administração e superintendente do Cettro

    O Cettro nasceu em Brasília, em 1999, fruto da visão de especialistas no tratamento de câncer que, saindo de seus respectivos cursos de especialização, entendiam que era essencial o trabalho em equipe para adequado atendimento ao paciente, principalmente para as patologias mais complexas. Inicialmente, a clínica atendia no Hospital Santa Lúcia, onde foi criada a primeira enfermaria dedicada ao paciente oncológico. Posteriormente, tornou-se a primeira UTI para pacientes com tumor ou câncer, além do serviço pioneiro de transplante de medula óssea que se utiliza do tecido de um mesmo indivíduo.

    A clínica, então, foi transferida para o Lago Sul, criando uma parceria com o Hospital Brasília que perdura até hoje. A primeira unidade ambulatorial foi inaugurada em 2002 na Asa Norte, onde o modelo de gestão de caso, focado nas necessidades do indivíduo, e os programas de avaliação da qualidade de vida dos pacientes foram desenvolvidos.

    O Cettro foi premiado e apareceu em revistas internacionais, como a Psycho-Oncology. Também saiu em publicações conjuntas com o Memorial Sloan Kettering Cancer Center, de Nova York, e o City of Hope, de Los Angeles. Primeiro serviço de oncologia a participar da Organização Nacional de Acreditação (ONA) e também a integrar a rede Einstein de oncologia, é o único da especialidade no DF a participar na Agência Nacional de Saúde Suplementar do projeto OncoRede, que visa desenvolver um modelo de valor para a assistência ao câncer na medicina privada.

    A empresa conta com a parceria do Hospital Anchieta, em Taguatinga, para formar o Hospital do Câncer Anchieta, que terá identidade própria. A unidade de saúde vai dispor de recepção com concierge, ambulatório com consultórios para atendimento em equipe interdisciplinar, enfermeira navegadora que auxilia o paciente a realizar todas as demandas solicitadas pela equipe médica, local para infusão em regime ambulatorial, flats para internação clínica e cirúrgica, UTI oncológica, pronto atendimento oncológico 24h e uma equipe de profissionais especializados e treinados para acolher, apoiar e subsidiar pacientes e familiares no tratamento do câncer.

    “O modelo de assistência do Hospital do Câncer Anchieta é de enfrentamento integrativo, visando garantir a linha de cuidado”, explica o médico oncologista Marco Murilo Buso, presidente do conselho de administração e superintendente do Cettro. “Teremos programas de prevenção, rastreamento, diagnóstico precoce, tratamento interdisciplinar integrado por equipes de fisioterapia, odontologia, nutrição, psicologia, farmácia clínica e enfermagem assistencial, programas de suporte aos pacientes e familiares e específicos ao paciente terminal e familiares”, detalha.

    O Cettro investe também em ações de educação e prevenção do câncer por meio de campanhas e palestras em empresas e instituições públicas. Oferece programas de valorização e qualificação contínua dos colaboradores, como o Estude Cettro, que estimula e viabiliza financeiramente cursos de graduação e pós-graduação; o Medida Cettro, que orienta e apoia  educação alimentar e hábitos saudáveis de vida; e o Menor Aprendiz, que qualifica estudantes menores de 18 anos para o mercado de trabalho com oportunidade de engajamento na empresa após a maioridade.

    Atualmente, a empresa conta com cinco unidades: quatro para atendimento ao público adulto e uma pediátrica, a Cettro Petit. As clínicas adultas estão no Setor Médico Hospitalar Norte; no Setor Hospitalar Local Sul; em Taguatinga Norte; e no Hospital São Francisco, em Ceilândia. A Cettro Petit também fica no Setor Médico Hospitalar Norte. “O serviço é focado no indivíduo, e não na doença”, assegura o presidente do conselho. “Fazemos gestão de caso, na qual mensuramos o distress (o problema, o mal-estar) e a qualidade de vida do paciente no início do tratamento. Além disso, monitoramos de forma a garantir que, mesmo ao longo do tratamento quimioterápico, haja melhoria na qualidade de vida, com suas demandas abordadas e atendidas”, conclui Marco Murilo.

    Cidades Limpas chega ao Varjão e fica até o dia 29 - (Galeria de Fotos)

    O Varjão recebe, a partir desta segunda-feira (18), a força-tarefa do programa Cidades Limpas. Até o dia 29, serviços de conservação, revitalização e limpeza serão executados na região. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

    Lançamento das atividades ocorreu na manhã desta segunda-feira (18), em cerimônia com o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. Haverá pintura de meios-fios, combate à dengue e retirada de entulho

    Varjão recebe, a partir desta segunda-feira (18), a força-tarefa do programa Cidades Limpas. Até o dia 29, serviços de conservação, revitalização e limpeza serão executados na região. O lançamento das atividades ocorreu na manhã de hoje na Quadra 2.

    “Esse é um trabalho que se caracteriza por ouvir a comunidade e trazer melhorias pontuais”, ressaltou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, presente na cerimônia. “O esforço coletivo contribui também para que a população cuide melhor da cidade, mantendo-a limpa”, completou.

    O chefe do Executivo citou ainda ganhos para a comunidade a partir das ações, como redução dos casos de dengue, zika e chikungunya, que significam também melhoria para a saúde e economia de recursos públicos.
    Esta é a 23ª operação do Cidades Limpas, que conta com 197 trabalhadores — servidores públicos e funcionários de empresas com as quais o governo de Brasília mantém contratos.
    O que a força-tarefa do Cidades Limpas executará no Varjão
    De acordo com a Secretaria das Cidades, que coordena o programa, uma das prioridades é a limpeza de uma área utilizada como depósito irregular de lixo, entre as Quadras 2 e 5.
    “Vamos reformar os parquinhos da região”, destacou o secretário das Cidades, Marcos Dantas. Nesta edição, a força-tarefa ganha o reforço da Aeronáutica, que contribuirá com mão de obra e material para recuperar esses espaços.
    Por meio do manejo ambiental, haverá o combate ao mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus. A emissão de segunda via de carteiras de identidade também integra as atividades.
    Haverá ainda pintura de meios-fios, revitalização das paradas de ônibus, ações de tapa buraco, poda de árvores, capina e roçagem, remoção de entulho e retirada de carcaças, além recuperação de sinalização de trânsito e de iluminação pública.
    Lançado em novembro do ano passado, o programa Cidades Limpas já passou por: Gama, Itapoã, Paranoá, Ceilândia, Brazlândia, Estrutural, Planaltina, São Sebastião, Fercal, Sobradinho II, Vila Planalto, Guará, Sobradinho, Samambaia, Taguatinga, Riacho Fundo I, Santa Maria, Recanto das Emas, Riacho Fundo II e Águas Claras.
    Galeria de Fotos: - (    https://goo.gl/unXdcb    )











    Agência Brasília

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