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  • terça-feira, 19 de abril de 2016

    Bancada do DF: como votaram - "Os motivos de cada um"

    Os motivos de cada um
    Entre os oito deputados que integram a bancada do Distrito Federal, os motivos para votar contra e a favor da abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, no último domingo, variaram de críticas ao desemprego, a desvios de recursos e homenagens a família, à Constituição e até a paz em Jerusalém. Veja como cada um justificou o voto:
    Alberto Fraga (DEM)
    Se 342 votos eu tivesse, 342 votos eu daria para salvar o país desta corrupção, desta ladroagem que se chama PT. O meu voto é “sim”.
    Augusto Carvalho (SD)
    Em respeito à Constituição Brasileira que ajudei a escrever em 1988, em respeito à opinião do povo do Distrito Federal e do país, voto “sim”, contra a corrupção, contra a dilapidação das empresas estatais e dos fundos de pensão e a favor de um novo tempo.
    Érika Kokay (PT)
    Por não haver saída fora da democracia; em homenagem ao povo brasileiro, que carrega as marcas de ausência de democracia na pele e na alma; contra a corrupção, que está sentada na Presidência desta sessão; contra o golpe e a traição; em defesa dos direitos e em defesa da democracia, eu voto contra o golpe, eu voto “não”
    Izalci Lucas (PSDB)
    Em respeito à Constituição; em homenagem à minha família e aos meus eleitores; em homenagem ao aniversário da minha cidade — 56 anos da capital da República; em homenagem ao povo brasileiro, voto ‘sim’. Fora, Dilma! Impeachment já!
    Laerte Bessa (PR)
    Desculpe-me o PR, meu partido, mas, pela minha mãezinha, Melanie, pelas minhas três filhas, pelo meu neto e pelo Brasil, eu voto ‘sim’. E que o Brasil esteja comprometido com a segurança pública! Fora,
    Rogério Rosso (PSD)
    Meus pais, desde cedo, ensinaram a mim, ao meu irmão e à minha irmã que ninguém nesta vida é melhor do que ninguém. Em homenagem ao ordenamento jurídico brasileiro, que permite a ampla defesa (...); em homenagem ao povo do DF, que recebe todos, sempre, de braços abertos; e à minha família, o meu voto é “sim”.
    Ronaldo Fonseca (Pros)
    Sem medo de ter esperança e com a convicção de que a Constituição Federal ampara esta Câmara dos Deputados; pelo povo brasileiro; pelo Distrito Federal; pela nação evangélica e cristã e pela paz de Jerusalém, eu voto “sim”
    Roney Nemer (PP)
    Para que as famílias do Distrito Federal, do Entorno e do Brasil voltem a sonhar, voltem a acreditar na geração de emprego, voltem a acreditar que o país tem jeito, eu voto “sim”, pelo impeachment.

    Comemoração
    A advogada Gabriela Rollemberg foi nomeada vice-presidente da Comissão de Direito Eleitoral Nacional da OAB. Rodrigo Rollemberg e a mulher, Márcia Rollemberg, comemoraram com a família ontem à noite, no Bloco C, na Asa Sul. A primogênita do governador se especializou em direito eleitoral e, inclusive, representou a coligação do pai na campanha de 2014.

    Por eleições diretas

    O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) falou ontem ao programa CB.Poder, que foi ao ar na TV Brasília. O político de Brasília defende eleições diretas neste ano, com a disputa para prefeituras e câmaras municipais. Seria um mandato de dois anos, apenas até 2018, quando haverá novo pleito para a Presidência e governos estaduais, além da renovação do Congresso. Assista à íntegra no endereço eletrônico: blogs.correiobraziliense.com.br/cbpoder.




    Fonte: Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” – Fotos: Ana Maria Campos-Divulgação/CB/D.A.Press – Minervino Junior/CB/D.A.Press – Correio Braziliense

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