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  • domingo, 11 de dezembro de 2016

    À QUEIMA-ROUPA: JOE VALLE - (PDT-DF)

    A bancada do PT fechou com o deputado Agaciel Maia (PR). São 3 votos. Acha que ainda dá para a sua candidatura à Presidência da Câmara Legislativa sair vitoriosa? 
    Continuo conversando com meus pares e buscando apoio. A candidatura do bloco é uma construção política, com compromisso de ética e de transparência. O apoio do PT é importante, pois estivemos juntos nas lutas nacionais. A migração dos votos do PT para o candidato do governador é uma surpresa, já que o PT se coloca como partido de oposição, mas vota no candidato do Rollemberg. Com o apoio do PT, seria possível chegar à Presidência.

    Há alguma possibilidade de acordo em que você retire a sua candidatura?
    Acordos se constroem com propostas que sejam acolhidas não apenas pelos deputados e o governo, mas pela cidade. Tenho convicção de que sou portador dessa mensagem. Não tenho interesse em outra posição na Mesa, pois temos um projeto para a Câmara de ressignificação com organização, transparência e credibilidade. Nosso projeto visa à melhoria da Câmara a partir da participação das pessoas. Esse trabalho só faz sentido se for coletivo e para o coletivo. A Presidência a qualquer custo não vale a pena para Brasília.

    Acredita que o seu bloco, com 5 deputados, permanecerá a seu lado até o fim desse processo?
    Meus companheiros são leais às nossas ideias e convicções. Somos comprometidos com Brasília. Tenho grande gratidão ao nosso bloco pela postura firme em relação à minha candidatura à Presidência que só foi possível com adesão de todos os membros. Nossa candidatura é programática e com propostas importantes.

    Por que, na sua opinião, o governador Rodrigo Rollemberg apoia a candidatura de Agaciel?
    Penso que o governador estabelecerá seus próprios limites republicanos e não criará situações de ingerência do Poder Executivo no Legislativo, inclusive pelo exemplo que estamos assistindo no plano nacional de guerra entre os Poderes.

    Com Agaciel, a Câmara será subordinada ao Executivo?
    Posso responder por mim. O Legislativo subordinado a outro poder é um desserviço à democracia e à cidadania. Meu nome está colocado para os deputados que quiserem um Legislativo independente, soberano e harmônico. Continuarei priorizando o melhor para o DF.

    A sua relação com Rollemberg fica abalada pela postura dele contra sua candidatura?
    Não. Jamais subordinaria meu mandato a caprichos pessoais. Minha história é de quem convive com as diferenças sem perder a oportunidade de aprender com elas. A vida é feita de escolhas e estas têm ônus e bônus. Caso a escolha do governador seja concretizada, torço para que ela ajude a cidade.



    ***
    Fonte: Ana Maria Campos – Coluna “Eixo Capital” – Correio Braziliense – Foto/Ilustração: Blog - Google

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