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  • domingo, 11 de dezembro de 2016

    GDF VAI REVITALIZAR ORLA DO LAGO PARANOÁ

    Plano Orla Livre, segundo o Governo do Distrito Federal, tornará o Lago Paranoá um ponto de encontro mais acessível, organizado e com diversas opções de lazer; o espaço contempla lojas, quiosques, restaurantes e outros pequenos e médios estabelecimentos comerciais; até o fim do ano deve ser concluída a trilha de 6,5 km entre o Parque Península Sul e o Parque Asa Delta; após decisões judicais, o governo liberou mais terras públicas para solucionar conflitos; de acordo com o governador Rodrigo Rollemberg, "Brasília dará um salto civilizatório"; trata-se de uma das maiores mudanças na capital federal nos últimos anos

    O governo do Distrito Federal, comandado por Rodrigo Rollemberg, lançou, nesta quinta-feira (8), o Plano Orla Livre, que, segundo o executivo, tornará o Lago Paranoá um ponto de encontro mais acessível, organizado e com diversas opções de lazer. Mas o projeto vai além e vislumbra oportunidades de negócio que devem fomentar a economia local. Com a terceira maior frota náutica do País, o espelho d’água tem potencial para atrair os mais variados tipos de investimentos. (Vídeo)
    O processo de tornar o cartão-postal mais democrático oferecerá ao público uma gama de opções de lojas, quiosques, restaurantes e outros pequenos e médios estabelecimentos comerciais que tornarão mais agradáveis o passeio de moradores e turistas. Tudo isso harmonicamente ligado às questões relacionadas à preservação do meio ambiente. Também está prevista a implementação de um transporte público lacustre está prevista no programa. 
    Embora o Plano Orla Livre contemple muitas ações de médio e longo prazos, intervenções pontuais já começam a mudar a paisagem do local. Até o fim do ano deve ser concluída a trilha de 6,5 quilômetros entre o Parque Península Sul e o Parque Asa Delta, na QL 12 do Lago Sul. No início de 2017, a pista vai conectar o Parque da Asa Delta ao Deck Sul, totalizando 14 quilômetros de acesso pavimentado, que será compartilhado por pedestres e ciclistas.
    A participação da iniciativa privada no desenvolvimento dos projetos de ocupação ordenada da orla será importante para assegurar o pleno desenvolvimento do - - veja > > Plano Orla Livre, como avalia o chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio. “É um projeto que vai exigir um dispêndio significativo de recursos, por isso, imaginamos que a sustentação desse projeto passa pela participação da iniciativa privada, observando que em momento nenhum há possibilidade de isolar espaços ou muito menos cobrar pelos acessos.”

    As benfeitorias na orla só estão sendo possíveis porque, desde 2015, o governo, recorrendo à Justiça, liberou 231,7 mil metros quadrados de terras públicas somente nas margens do Lago Paranoá, o que garantiu a instalação de equipamentos públicos nesses espaços. para desobstruir áreas ocupadas irregularmente. 
    “Isso provocou alguns conflitos, mas não queremos dividir parcelas da população. Queremos uma cidade democrática, onde todos tenham a possibilidade de usufruir do espaço mais bonito da cidade, mas vamos fazer isso de forma adequada, garantindo a preservação do meio ambiente e a segurança dos frequentadores. Assim, efetivamente, Brasília dará um salto civilizatório”, destacou Rollemberg, durante a apresentação do Plano Orla Livre, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

    *Com informações de assessoria - Agência Brasília

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