Turismo histórico e responsável em Goiás - Blog do Chiquinho Dornas

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Turismo histórico e responsável em Goiás

Goiás Velho chama a atenção pela beleza. Na cidade, é possível conhecer, ainda, o museu Casa Cora CoralinaTurismo histórico e responsável em GoiásArquitetura antiga e monumentos notórios marcam municípios goianos ao lado do Distrito Federal. Conheça algumas das cidades preferidas dos viajantes e saiba como está a visitação durante a pandemia

 

A região de Goiás é um berço histórico, com casas coloniais, monumentos antigos e museus que carregam a memória de povos e personalidades. Boa parte das cidades com atrativos culturais fica a poucos quilômetros de Brasília, e elas podem ser aproveitadas tanto em viagens do tipo bate-volta ou naquelas com longa estadia. Com a pandemia, muitos dos museus ficaram fechados, mas alguns dos que reabriram seguem protocolos rígidos de segurança sanitária, com limite de 50% da capacidade de visitantes.

 

Fabrício Amaral, presidente da Goiás Turismo — secretaria oficial do governo de Goiás — lembra que é importante verificar as normas estabelecidas antes de sair de casa, além de garantir a hospedagem com antecedência. “As cidades estão abertas, mas cada município tem o próprio protocolo. É bom ficar de olho, para não dar viagem perdida”, recomenda. Entre os principais destinos de turistas estão Corumbá (a 129km de Brasília), Pirenópolis (150km), Jaraguá (221km) e Cidade de Goiás — Goiás Velho (308km).

 

Todos esses municípios compõem o Caminho de Cora Coralina. O trajeto integra uma experiência única de visitação entre as cidades, permeando áreas urbanas, históricas e trechos de natureza. A proposta é permitir que turistas visitem todo o trajeto entre Corumbá e Goiás Velho a pé ou de bicicleta, com pontos de paradas para a hospedagem ao longo de 300km. Caso o visitante queira conhecer apenas uma parte do caminho, também é possível, pois cada cidade tem placas que indicam o início da trilha.

 

No primeiro ponto de parada, a pouco mais de duas horas de Brasília, Corumbá conserva a arquitetura colonial dos velhos casarões, construídos por volta de 1730. A cidade também conta com o Rio Corumbá e o Salto Corumbá, boas pedidas para quem gosta de cachoeiras. O percurso é seguro e dispõe de equipes para auxiliar os turistas.

 

Apenas a igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário segue aberta para visitação em Pirenópolis.

Funcionamento: Pelo Caminho de Cora, é possível visitar pontos que fizeram parte das primeiras expedições para exploração de ouro na região. No Parque Estadual dos Pireneus, os visitantes têm a oportunidade de apreciar rochas milenares, como arenitos e quartzitos. No Pico dos Pireneus, a 1,3 mil
 

Quem optar por seguir caminho até Pirenópolis encontrará diversas cachoeiras no caminho. Para visitantes que viajam de carro, o percurso dura cerca de duas horas e meia a partir do centro de Brasília. No entanto, em função da pandemia, os museus estão fechados. Apenas a igreja matriz de Nossa Senhora do Rosário segue aberta para visitação. Aos que pretendem ir à cidade goiana no feriado de carnaval, é bom ficar atento. A prefeitura da cidade informou que a entrada ficará limitada apenas a quem tem estadia comprovada em pousadas ou hotéis do município. O uso de máscara e o distanciamento social deverão ser respeitados. Os viajantes encontram mais detalhes sobre a trilha no site ( https://bit.ly/39FFPTj ).


Berço de Cora Coralina: A Cidade de Goiás, popularmente conhecida como Goiás Velho, chama a atenção pelas antigas ruas e praças, além das fachadas de casas que carregam características arquitetônicas do período colonial. Neste ano, a cidade comemora 20 anos desde que recebeu o título de Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). No município, fica o museu Casa Cora Coralina, que preserva a história da poetisa brasileira. O espaço é o mesmo onde Cora nasceu e morou. Os móveis, utensílios e objetos pessoais foram conservados exatamente como a escritora os deixou.

 

Como entrada, é cobrada taxa simbólica de R$ 10 por pessoa. Estão permitidos grupos de seis pessoas por vez, desde que respeitados todos os protocolos, com aferição de temperatura na entrada, manutenção do distanciamento social e uso de máscaras. 

 

No ano passado, o museu ficou 200 dias fechado, em razão da pandemia, voltando a receber visitantes só em 13 de outubro. O horário de funcionamento vai das 9h às 12h45. Atualmente, apenas o Museu de Cora Coralina está aberto; os demais permanecem sem previsão de retomar as atividades. Ainda assim, os visitantes têm a opção de aproveitar o balneário Largo Carioca, o Parque Serra Dourada, além de experimentar o bolo de arroz vendido no Mercado Municipal. No carnaval, a cidade também sofrerá restrições, para evitar superlotação.


Cibele Moreira – Fotos: Renato Alves/CB/D.A.Press – Minervino Junior/CB/D.A.Press – Correio Braziliense.




Um comentário:

  1. Jja visitei esses lugares varias vezes quando morava em Brasilia e um banho de cultura

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